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    <title>Espaço Para Crescer</title>
    <link>https://www.espaco-crescer.com</link>
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      <title>Espaço Para Crescer</title>
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      <link>https://www.espaco-crescer.com</link>
    </image>
    <item>
      <title>A influência do Processamento Auditivo nas dificuldades de aprendizagem escolares</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/a-influencia-do-processamento-auditivo-nas-dificuldades-de-aprendizagem-escolares</link>
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      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Cerca de 70% das crianças norte-americanas com Dislexia (diagnóstico de Perturbação Específica de Aprendizagem) apresentam dificuldades no Processamento Auditivo (PA). Estes são dados do Centro do Processamento Auditivo (Auditory Processing Center), instituição sediada nos Estados Unidos que estuda o PA, que poderão servir de reflexão para a realidade europeia e, especificamente, para a portuguesa.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Neste texto explicaremos o que é o PA, as Perturbações do PA (PPA) e como podem influenciar as aprendizagens das crianças, nomeadamente as escolares.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em Portugal, estudos apontam para que 5% das crianças portuguesas, entre os 10 e os 13 anos de idade, possuam diagnóstico de PPA, referindo que estas alterações estão fortemente associadas a dificuldades de aprendizagem escolar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se considerarmos as restantes idades da população pediátrica em idade escolar,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           haverá muitas crianças sem diagnóstico formal atribuído mas que sofrem diariamente com alterações do Processamento Auditivo.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/01.+Jan+26+-+02.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           (Re)conhece esta criança?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Matilde sempre foi muito expressiva. Com 3 anos já dizia frases, tinha um vocabulário vasto, interagia com todos, era sorridente e brincava com os outros meninos. No entanto, parecia que às vezes não compreendia o que o adulto lhe dizia, fazendo uma expressão facial de questionamento. Na escolinha, não conseguia lembrar-se das músicas e das histórias que a educadora partilhava. Falava muito, mas por vezes trocava sons nas palavras ou produzia frases confusas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entrou para a escola e no 1º ano parecia correr tudo dentro da normalidade. Por vezes, a Matilde estava exausta ao fim do dia, queixava-se até de dores de cabeça, e quando chegava a casa já não tinha energia para o T.P.C.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao longo do 2º ano, a Matilde foi evidenciando dificuldades em acompanhar o ritmo da turma, os resultados diminuíram, o cansaço aumentou e os pais e a professora começaram a ficar preocupados e sobretudo espantados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Como é que esta criança encantadora, que começou a falar cedo, comunicativa e feliz, mostrava agora sinais de estar perdida, cansada e frustrada?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta história é-lhe familiar? Tem alguma criança na sua família ou escola em que reveja estas características da Matilde? Nós, Terapeutas da Fala, conhecemos diariamente crianças com estas dificuldades e pais angustiados, que não sabem o que fazer para ajudar os seus filhos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A Matilde poderá ter um diagnóstico de PPA, com repercussões diretas nas suas aprendizagens escolares.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/01.+Jan+26+-+03.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O que é o Processamento Auditivo?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             Após o som, seja do ambiente ou da fala, ser detetado e captado pelo ouvido externo é transportado até ao cérebro em forma de impulso elétrico, passando por um complexo e orquestrado sistema auditivo, onde é discriminado, reconhecido, organizado, compreendido e memorizado segundo alguns critérios –
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           a esta análise auditiva dos sons no cérebro dá-se o nome de processamento auditivo
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O objetivo é que esse conjunto de sons seja sistematicamente conectado a outros previamente já estabelecidos, ao longo da vida, sobretudo nos primeiros anos, e também seja mais facilmente recuperado quando solicitado numa situação comunicativa, seja ela oral ou escrita, de compreensão ou expressão, com o intuito de fornecer uma comunicação eficaz, sem esforço.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma desorganização dos sons no cérebro, sobretudo os da fala, originará uma dificuldade em compreender o que ouvimos, com repercussões na fala, na linguagem, na leitura/escrita, ou seja, influenciando a comunicação com os outros e, consequentemente, a aprendizagem .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/01.+Jan+26+-+04.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Vários são os fatores que podem provocar alterações no PA. Salientam-se a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           prematuridade, as intercorrências pré, peri e pós-natais, as otites frequentes na primeira infância, a falta de estimulação auditiva adequada, a presença de outras perturbações associadas
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , tais como alterações na linguagem,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           dislexia
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e défice de atenção/hiperatividade.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando o PA está afetado, o comportamento da criança (observa-se o mesmo em adultos) apresenta sinais de alerta. Aqui ficam alguns deles:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Agitação ou distração excessivas
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Falta de atenção e foco
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Dificuldade em compreender variadas entoações na comunicação, como piadas e frases de duplo sentido
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Dificuldade em ouvir os outros em ambientes ruidosos
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Dificuldade em compreender ordens e regras
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Dificuldade em expressar-se
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Confundir-se ao relatar um facto ou uma história
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Trocar sons na fala
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Trocar letras na escrita
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            : inverter letras (“par-pra”, por exemplo) ou trocar letras com sons semelhantes (p/b, t/d, f/v, m/n, por exemplo)
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Produzir
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            erros gramaticais
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            na oralidade ou na escrita
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Esquecer o que ouviu ou leu
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Dificuldades gerais na alfabetização
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Baixo rendimento escolar
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/01.+Jan+26+-+05.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O que pode fazer para saber se o seu filho tem uma Perturbação do PA?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se houver queixas, em primeiro lugar a criança deverá ser avaliada clinicamente por um médico otorrinolaringologista pediátrico, a fim de observar a presença de cera ou de outros detritos no ouvido externo, bem como observar a existência eventual de líquido no ouvido médio (sinal de otite, por exemplo), a fim de serem aferidas e descartadas outras hipóteses diagnósticas. Posteriormente, este médico encaminha para um audiologista, preferencialmente com experiência no atendimento a crianças, que realizará exames complementares de diagnóstico, tais como audiograma e timpanograma, a fim de completar a avaliação da audição periférica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Se estes exames não evidenciarem alterações, poder-se-á colocar a hipótese de existirem comprometimentos no processamento auditivo, uma perturbação que pode ser reversível se intervencionada por profissionais devidamente qualificados
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Neste caso, poder-se-á realizar um rastreio com um Terapeuta da Fala ou uma avaliação formal com um audiologista, devendo ambos ter formação e experiência na área.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            É de referir que, para que seja dado o diagnóstico de PPA, a criança não poderá ter qualquer outra causa sensorial ou cognitiva que possa explicar as alterações no PA.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O que fazer no dia a dia para ajudar crianças em idade escolar com Perturbação do Processamento Auditivo?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Além do treino auditivo a realizar com um técnico especializado, sempre que possível e na transmissão verbal de informações importantes, o adulto deve:
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            colocar a criança perto
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            do professor
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            (a menos de 2 metros)
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            colocar a criança longe
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            de fontes de ruído (portas, janelas, colegas faladores e/ou agitados)
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            limitar ruídos
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            e distrações visuais
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            chamar a atenção
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            da criança antes de iniciar a fala e mantê-la de frente para o adulto
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            falar de forma clara
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            , com prosódia, velocidade reduzida e intensidade ligeiramente aumentada
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            utilizar frases curtas
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            , com palavras simples
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            repetir
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            o que se disse ou
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            reformular
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            , se necessário
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            pedir para a criança explicar
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            pelas suas palavras (ou que evidencie de outra forma) o que acabou de ouvir, para garantir que compreendeu a informação ouvida
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            permitir que a criança faça pausas
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            entre tarefas intensivas de escuta
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            sentar a criança junto de um colega
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            que o possa ajudar a completar a informação auditiva “perdida”
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            fornecer acomodações especiais
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            (ir para outra sala, por exemplo) na execução de tarefas complexas e momentos de avaliação
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            fornecer ajudas complementares
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            , como instruções visuais e escritas
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            antecipar conteúdos
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            pela via visual e escrita, para preparar a criança para a receção da informação pela via auditiva.
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Estas sugestões
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           devem ser adaptadas
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           de acordo com a forma do professor transmitir a sua informação (por exemplo, se se desloca pela sala de aula ou se se posiciona essencialmente junto ao quadro).
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Estas mesmas sugestões podem também ser
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           utilizadas pelos pais em casa
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           , aquando, por exemplo, da execução dos trabalhos de casa e do tempo dedicado ao estudo.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/01.+Jan+26+-+06.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Já tinha ouvido falar do tema?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Na nossa prática clínica temos constatado que pais, médicos e professores sabem pouco ou desconhecem de todo o tema, que muitas vezes está “mascarado” por outro diagnóstico devido à falta de informação, apesar de a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Classificação Internacional de Doenças – 11, criada pela Organização Mundial da Saúde, já reconhecer a PPA como uma incapacidade com entidade clínica
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conhecer a causa é saber como mudar e melhorar a vida e o futuro destas crianças.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           No consultório Espaço Crescer fazemos triagens ao Processamento Auditivo, realizadas por Terapeutas da Fala com formação especializada e experiência na temática
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Havendo alterações, poder-se-á encaminhar para avaliação formal com audiologista, para confirmação do diagnóstico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Caso se verifiquem disfunções no PA, é totalmente recomendável iniciar-se treino auditivo a fim de reverter-se, tanto quanto possível, os défices observados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Salientamos que a comunidade científica defende que, havendo paralelamente compromisso na fala e/ou na linguagem oral ou escrita,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           o treino auditivo deverá ser feito por Terapeutas da Fala com experiência em perturbação do processamento auditivo
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Bibliografia
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             American Academy of Audiology (AAA) (2010).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Clinical practice guidelines: Diagnosis, treatment and management of children and adults with central auditory processing disorder
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . American Academy of Audiology. Disponível em: 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.audiology.org/" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            https://www.audiology.org
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             American Speech-Language-Hearing Association (2010).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tympanometry
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . In ASHA Practice Portal. Disponível em: 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.asha.org/practice-portal/" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            https://www.asha.org/practice-portal/
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Auditory Processing Center (2025).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Prevalência da Perturbação do Processamento Auditivo
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Disponível em: 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://auditorycenter.com/what-is-auditory-processing-disorder/prevalence-of-apd/" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            https://auditorycenter.com/what-is-auditory-processing-disorder/prevalence-of-apd/
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Bellis, T. J. (2011).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Assessment and management of central auditory processing disorders in the educational setting: From science to practice
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             (2nd ed.). Plural Publishing.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Bellis, T. J. (2014).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Assessment and management of central auditory processing disorders in the educational setting: From science to practice
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             (2nd ed.). Plural Publishing. 
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             British Society of Audiology (BSA) (2018).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Position statement and practice guidance: Auditory processing disorder
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             (APD). British Society of Audiology. Disponível em: 
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.thebsa.org.uk/" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            https://www.thebsa.org.uk
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Colella-Santos, M. F., Matas, C. G., &amp;amp; Branco-Barreiro, F. C. A. (2025).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tratado de Processamento Auditivo Central
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Artmed Editora. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Flexer, C. (2018).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Auditory brain development: The foundation for listening, language, and literacy
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Plural Publishing.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Joint Committee on Infant Hearing (2019). Year 2019 position statement: Principles and guidelines for early hearing detection and intervention programs.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Journal of Early Hearing Detection and Intervention, 4(2)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , 1–44. Disponível em: 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.audiology.org/wp-content/uploads/2021/06/JCIH-2019.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            https://www.audiology.org/wp-content/uploads/2021/06/JCIH-2019.pdf
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Katz, J. (2015).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Handbook of clinical audiology
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (7th ed.). Wolters Kluwer. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Musiek, F. E., &amp;amp; Chermak, G. D. (2014).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Handbook of (Central) Auditory Processing Disorder: Comprehensive Intervention
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             (Vol. II). Plural Publishing. 
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Musiek, F. E., Shinn, J., &amp;amp; Chermak, G. D. (2020).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Disorders of the auditory system
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             (2nd ed.). Plural Publishing. 
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Nunes, C. L. (2012).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A avaliação do Processamento Auditivo em crianças de 10 a 13 anos: sua função como indicador da perturbação da comunicação e do desempenho académico
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Braga: Universidade do Minho. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Samelli, A. G., &amp;amp; Mecca, F. F. (2010).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Treino auditivo informal em crianças com dificuldades de leitura e escrita
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Revista Brasileira de Fonoaudiologia, 15(1), 45-52. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Sim-Sim, I. (2018).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Desenvolvimento da linguagem
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Lisboa: Universidade Aberta.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/01.+Jan+26+-+01.jpg" length="220880" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 07 Jan 2026 21:25:00 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/a-influencia-do-processamento-auditivo-nas-dificuldades-de-aprendizagem-escolares</guid>
      <g-custom:tags type="string">#aprendizagem,#escola,#espacocrescer,#linguagem,#audicao</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/01.+Jan+26+-+01.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/01.+Jan+26+-+01.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Surpresas do som da voz na  sessão de Musicoterapia</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/surpresas-do-som-da-voz-na-sessao-de-musicoterapia</link>
      <description>A musicoterapia tem um impacto significativo na saúde mental, contribuindo para o tratamento do stress e da ansiedade, para a depressão, regulação emocional, a autoestima e a autoexpressão.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando me pedem para escrever sobre musicoterapia, surge sempre a necessidade de comunicar o que é, qual o seu impacto, como se realiza, quais os benefícios, para que casos é eficaz, quem é o terapeuta, qual a sua formação, entre outros indicadores de informação e esclarecimento da prática profissional. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sempre que isso acontece, sinto que sou forçado a pôr de lado a dimensão da partilha do “como acontece com aquela pessoa, naquele momento”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A divulgação da musicoterapia que temos vindo a realizar em Portugal – quer por colegas, quer pela nossa associação profissional – em formatos como workshops, encontros e sessões de sensibilização, demonstra que esta tem um grande impacto sempre que existe uma prática experiencial, isto é, a vivência subjetiva de quem nela participa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O reconhecimento dos benefícios desta experiência e a sua aplicação em pessoas com diferentes necessidades físicas, emocionais, cognitivas e sociais – no sentido de facilitar o processo de comunicação e relação, promover vínculos psicoafetivos, estimular a socialização e explorar processos criativo–expressivos – têm encontrado evidências e ressonâncias no encaminhamento da musicoterapia, por parte de familiares, técnicos, clínicas e instituições.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A musicoterapia tem um impacto significativo na saúde mental, contribuindo para o tratamento do stress e da ansiedade, para a depressão, promovendo a regulação emocional, a autoestima e a autoexpressão, bem como o desenvolvimento de estratégias de coping. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A prática de musicoterapia favorece, ainda, as relações interpessoais, estimulando o desenvolvimento de competências sociais, o fortalecimento de vínculos e de empatia e promovendo a inclusão e o sentimento de pertença. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Adicionalmente, desempenha um papel essencial no desenvolvimento pessoal, permitindo a exploração da identidade e da expressão individual, o reforço da consciência corporal e emocional e servindo como mediador na prática de meditação e no autoconhecimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No que diz respeito à comunicação e à linguagem, a musicoterapia contribui para a melhoria comunicacional, oferecendo alternativas de expressão não verbal e apoiando o desenvolvimento da linguagem. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No âmbito das funções cognitivas, estimula a memória e a atenção, promove a aquisição de novas competências de aprendizagem e fomenta a criatividade e o pensamento crítico. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por fim, no domínio motor, evidencia-se pela melhoria da coordenação, pela estimulação da mobilidade e da força, pelo apoio na reabilitação após AVC ou lesões neurológicas, pelo controlo da dor e pela promoção do relaxamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Recentrando este texto no “como acontece com aquela pessoa, naquele momento”, podemos obter uma diversidade de respostas – algumas com discurso verbal dos participantes, outras com aspetos não verbais, como é o caso de pessoas e crianças que apresentam graves limitações da linguagem. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isto deve-se ao facto de o ser humano estar sempre a comunicar!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/MusicoTerapia_2.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Gostaria de partilhar convosco o caso de uma criança de 8 anos, Pedro (nome fictício), que apareceu na sessão ao colo da mãe, sem contacto visual, sem locomoção, com muitas limitações na verticalidade, e que passava o tempo a bater à própria cabeça, mordendo-se e a chorar. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O estado de tensão e desconforto que nos demonstrava foi alterando aquando da escuta dos primeiros acordes da guitarra. Notei que ele não procurou de onde vinha o som e, aparentemente, não se mostrou interessado. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Comecei por oferecer uma entoação vocal, tentando demonstrar a minha presença para que ele pudesse acompanhar o seu choro, ao mesmo tempo que possibilitava o contacto e a diferenciação, modulando a intensidade, a duração e a dinâmica, até que, subitamente, ficámos em silêncio. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Algo aconteceu para ambos neste espaço. Ao longo das sessões, fomos construindo este lugar, como se uma folha em branco estivesse disponível para a criação de algo novo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Do choro, transitámos para os jogos sonoros prosódicos – dimensões acústicas da voz – e para os “ditongos”. E, quando menciono ditongos, refiro-me à representatividade da sua sonoridade no meu quadro conceptual de linguagem, pois o que se passava era a espontaneidade do organismo/som, em jogos de entoação e contacto com reverberações corporais. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ele colocava a mão na boca sempre que produzia o som “ou”, enquanto outras sonoridades, como “i”, iam intervalando. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           À medida que estes jogos se sucediam, nós íamos-nos encontrando e desencontrando. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Numa sessão posterior, aproximou-se do local onde eu estava sentado a tocar a guitarra e encostou a cabeça na caixa. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Algo aconteceu: deu-se conta da vibração da guitarra como algo externo e da sua própria voz como algo interior. Esta etapa subtil de diferenciação permitiu que entoássemos juntos, criando momentos de alternância. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O choro transformou-se em ditongos, com intensidades e sonoridades variadas, transitando de um som longo para momentos com silêncios curtos (interrupções) que criaram possíveis bases para o ritmo e a sincronia. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Agora dispomos de diferentes objetos de criação relacional, com os recursos expressivos existentes, integrados como gestalts, e seguimos em frente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Daniel Stern, psicólogo do desenvolvimento, elaborou uma teoria sobre como o desenvolvimento humano emerge pelo processo de articulação entre a sensação de si mesmo (self sense) e a sensação do outro (sense of other) na relação. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em The Interpersonal World of the Infant (1985), Stern propõe que o desenvolvimento do self ocorre de forma progressiva e articulada, emergindo inicialmente de uma experiência sensorial e emocional muito básica e, à medida que o bebé interage com os outros, esse sentido de si vai-se tornando cada vez mais diferenciado e complexo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um aspeto fundamental do modelo de Stern é a sintonia afetiva (affect attunement), isto é, a capacidade do cuidador de responder aos sinais afetivos da criança através de variações de ritmo, tempo, intensidade e forma. Estas modulações subtis – aquilo a que Stern designa “afetos de vitalidade” – permitem à criança diferenciar vários estados internos e externos, construindo gradualmente um núcleo seguro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De maneira semelhante, na música ocorre o mesmo: quando se experienciam variações dinâmicas nas frases musicais – mudanças de ritmo, dinâmica e contorno melódico – é possível evocar “gestalts” afetivas coerentes. Tal como uma criança aprende a reconhecer e a recordar a cadência tranquilizadora da voz do cuidador, o ouvinte pode perceber frases musicais curtas como expressões unificadas, imbuídas de significado emocional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Este paralelo sugere que o mesmo processo que contribui para a formação do sentido de identidade de uma criança também pode estar em ação quando nos envolvemos numa relação musical.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo Stern, os primeiros momentos de vida estão marcados pelo surgimento de diferentes “self sense” (tais como o self emergente, o self núcleo, o self subjetivo e o self verbal), que se desenvolvem em estreita relação com as interacções interpessoais e o ambiente social. Essa articulação contínua entre o self e o outro fundamenta a formação de uma identidade mais estruturada e integrada ao longo do tempo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A partilha deste caso revela bem a importância de termos em conta as etapas do desenvolvimento propostas por Stern, que descreveu como a sensação de self, na qual se constroem as primeiras interacções do bebé com o mundo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta teoria tem sido aplicada na área da musicoterapia para compreender como os processos de comunicação e expressão afetiva se desenvolvem e podem orientar o trabalho musicoterapêutico. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em linhas gerais, as etapas de desenvolvimento, segundo Stern, podem ser resumidas da seguinte forma:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Self Emergente (0–2 meses): Nesta fase inicial, o bebé vivencia sensações corporais e experiências sensoriais sem uma noção integrada de si mesmo. Em musicoterapia, o foco pode estar em estimular respostas sensoriais através de sons, ritmos e vibrações, ajudando o cliente a entrar em contacto com as suas próprias sensações.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Self Núcleo (2–6 meses): Aqui, o bebé começa a integrar as experiências sensoriais, percebendo um “centro” de existência. Na prática da musicoterapia, pode-se explorar atividades rítmicas e movimentos simples que promovem a sensação de presença e a regulação emocional, facilitando uma experiência mais coesa de si mesmo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Self Subjetivo (6–9 meses): O bebé passa a reconhecer as suas intenções e sentimentos como distintos, desenvolvendo uma noção inicial de individualidade. Em musicoterapia, esta fase pode ser estimulada por meio da improvisação musical e da expressão afetiva, permitindo ao indivíduo experimentar e comunicar as suas emoções de forma mais pessoal e diferenciada.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Self Verbal (a partir dos 9 meses): Com o desenvolvimento da linguagem, o indivíduo passa a articular pensamentos e sentimentos de forma mais complexa e simbólica. Na musicoterapia, esta etapa pode ser acompanhada pelo uso de letras, canções estruturadas e pela integração de verbalizações que dialogam com a expressão musical, promovendo uma comunicação mais elaborada.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/MusicoTerapia_3.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A musicoterapia é muito mais do que uma simples técnica terapêutica; é uma prática profundamente enraizada na experiência vivida, na evidência e na relação afetiva entre terapeuta e cliente. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao integrar dimensões emocionais, sociais, cognitivas e motoras, a prática permite que a pessoa integre a sua própria identidade, promovendo um processo de desenvolvimento e comunicação que vai para além das palavras. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O relato do caso de Pedro ilustra como, através da intervenção musical, é possível transformar estados de tensão e desordem em momentos de expressão, ritmo e conexão. Ao associar os princípios da teoria de Daniel Stern, percebe-se que a transformação proporcionada pela musicoterapia reflete o mesmo processo teórico de desenvolvimento do self, em que a sintonia e a interação são fundamentais para a construção de uma identidade integrada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em resumo, a musicoterapia é uma abordagem fundamentada numa metodologia sólida, que promove o bem-estar e o autoconhecimento, valorizando a experiência individual da relação e da comunicação, seja ela verbal ou não verbal."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Neste enquadramento, pode-se considerar que a essência do ser humano reside na sua constante relação com o mundo, sempre a comunicar e a expressar algo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A prática da musicoterapia, ao explorar a experiência sonora e musical, oferece um modo de integração relacional que valoriza os aspetos psicoafetivos e as capacidades expressivas e criativas do indivíduo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desta forma, o processo terapêutico não só facilita o desenvolvimento pessoal, como também promove a descoberta, alimenta a curiosidade e abre caminho para a criação contínua da identidade e o fortalecimento das relações interpessoais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Bibliografia
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Smeijsters, H. (2005). Sounding the self: Analogy in improvisational music therapy. Gilsum, NH: Barcelona Publishers;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Stern, D. N. (1985). The Interpersonal World of the Infant: A View from Psychoanalysis and Developmental Psychology. New York: Basic Books;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Stern, D. N. (2010). Forms of Vitality: Exploring Dynamic Experience in Psychology, the Arts, Psychotherapy, and Development. Reino Unido: OUP Oxford;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Wigram T. Pedersen I. N. Bonde L. O. . ( 2002 ). A comprehensive guide to music therapy: Theory, clinical practice, research and training . London : Jessica Kingsley.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/MusicoTerapia_1.jpg" length="216673" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 21 May 2025 19:00:31 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O que é o freio lingual e qual o seu impacto nas funções orais?</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/o-que-e-o-freio-lingual-e-qual-o-seu-impacto-nas-funcoes-orais</link>
      <description>Na face inferior da língua existe uma pequena membrana, denominada por freio ou frénulo lingual, que se liga ao soalho da boca.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na face inferior da língua existe uma pequena membrana, denominada por freio ou frénulo lingual, que se liga ao soalho da boca. É expectável que a língua consiga realizar diversos movimentos, como por exemplo: avançar para a frente e para trás durante a amamentação, tocar em todos os dentes para efetuar a limpeza de resíduos alimentares após uma refeição, tocar nos vários locais da cavidade oral para produzir diferentes sons, lamber um gelado ou estar colada ao céu da boca quando estamos a respirar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Que alterações pode haver no frénulo lingual? 
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem pessoas que nascem com o frénulo lingual curto. Esta alteração denomina-se de anquiloglossia, podendo limitar a amplitude e os movimentos da língua. Não existem causas definidas para esta alteração, mas sabe-se que é uma condição congénita que não pode ser prevenida e que é mais prevalente no sexo masculino. Esta limitação na mobilidade lingual pode ter um impacto negativo em diversas funções orais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Qual o impacto da anquiloglossia nas funções orais?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma das funções orais impactada pelo frénulo curto é a 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           amamentação
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . A restrição na mobilidade da língua dificulta a pega correta do mamilo, fazendo com que o bebé o morda ao invés de sugar, podendo causar dor à mãe. Esta dificuldade na amamentação pode fazer com que seja difícil para o bebé ganhar peso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           respiração
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            também pode ser influenciada por uma limitação no frénulo lingual. O modo de respiração fisiológico é realizado através do fluxo nasal (designado por modo respiratório nasal). Neste, a língua encontra-se acoplada ao céu da boca (palato). Quando o frénulo é curto a língua mantém uma postura em repouso aplanada no soalho da boca, ficando sem força. Esta posição habitual da língua, por sua vez, pode propiciar uma abertura da boca e, consequentemente, promover um modo respiratório oral, isto é, realizado através da boca.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando a criança começa a produzir os 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           sons da fala
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            e apresenta anquiloglossia pode apresentar dificuldade em articular sons que exijam mais amplitude da língua, como por exemplo o som /l/ (ex.: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           l
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ua, so
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           l
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , bicic
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           l
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           eta) e o som /r/ fraco (ex.: cenoura, barco, prato). É possível também surgir uma produção distorcida de sons como o /s/ e o /z/ por avanço da língua, denominado por sigmatismo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Perante um frénulo curto, na alimentação tendem também a surgir alterações na 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           mastigação
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            devido à dificuldade em lateralizar o alimento, limitando a realização de uma mastigação bilateral alternada. Esta dificuldade faz com que ocorram modificações no modo de trituração dos alimentos e movimentos compensatórios da musculatura em redor dos lábios. As alterações nesta função desencadeiam, consequentemente, alterações ao nível da 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           deglutição 
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (ato de engolir), ocorrendo um recrutamento da musculatura ao redor dos lábios para auxiliar no esforço a engolir devido à pouca mobilidade da língua. É possível também observar uma deglutição atípica em crianças com frénulo curto, pois devido à alteração de força, mobilidade e postura lingual, pode-se observar um avanço da língua com interposição nos dentes no momento de engolir. Após as refeições, geralmente, surge também a dificuldade na 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           higienização da cavidade oral
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , tornando a criança mais suscetível a cáries. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O que se pode fazer para ajudar?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem diferentes tipos de alterações do frénulo lingual, sendo fundamental estas serem identificadas por um profissional com formação avançada/especializada na área. Para além da avaliação anatómica da fixação e da inserção do frénulo, que pode ser realizada por um Médico Dentista com formação na área ou por um Terapeuta da Fala com formação especializada na área miofuncional, é também crucial a avaliação do impacto existente nas funções orais, a qual é realizada pelo Terapeuta da Fala com formação especializada na área miofuncional. Um freio lingual pode estar anatomicamente alterado, mas não restringir funções, daí a necessidade de uma avaliação completa/holística de cada caso particular.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/Freio_Lingual_1.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É ainda muito importante ter em consideração de que nenhum frénulo se alonga ou autocorrige com o tempo, visto que as fibras que compõem esta estrutura não têm capacidade elástica. A correção de uma anquiloglossia só é possível fazer  através de um procedimento cirúrgico simples, por um médico devidamente capacitado para este tipo de procedimentos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Após a cirurgia, para o real sucesso da intervenção, é fundamental o devido acompanhamento especializado em Terapia da Fala. Neste acompanhamento, o Terapeuta da Fala com formação especializada na área miofuncional realiza a monitorização da cicatrização. Posteriormente, através de terapia miofuncional,  o Terpeuta da fala deverá acompanhar a criança para adequar a força, postura e mobilidade da língua de forma a garantir uma adequação das funções orais alteradas. Apenas o corte do freio não corrige das alterações provocadas pelo mesmo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/Freio_Lingual_1.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Bibliografia
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Campanha, Martinelli &amp;amp; Palhares (2019). Associação entre anquiloglossia e amamentação.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             CODAS, 31(1),
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://doi.org/10.1590/2317-1782/20182018264" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            10.1590/2317-1782/20182018264
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Martinelli, Marchesan, Gusmão, Rodrigues &amp;amp; Berretin-Felix (2014).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Histological characteristics of altered human lingual frenulum. International Journal of Pediatrics and Child Heath
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , 2 (1), 5-9. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://doi.org/10.12974/2311-8687.2014.02.01.2" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            https://doi.org/10.12974/2311-8687.2014.02.01.2
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Mederio, Loreto &amp;amp; Leite (2023)
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Frênulo Lingual Curto E Suas Possíveis Alterações: Uma Revisão Narrativa
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Faculdade Facsete, 1-11. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://faculdadefacsete.edu.br/monografia/files/original/d897d735c6d2d524ed84137e098bfc85.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            d897d735c6d2d524ed84137e098bfc85.pdf
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Messner et al. (2020). Clinical Consensus Statement: Ankyloglossia in Children.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Otolaryngology--head and neck surgery: official journal of American Academy of Otolaryngology-Head and Neck Surgery, 162(5)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , 597–611. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://doi.org/10.1177/0194599820915457" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            https://doi.org/10.1177/0194599820915457
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/Freio_Lingual_2.jpg" length="36742" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 09 Apr 2025 18:40:01 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/o-que-e-o-freio-lingual-e-qual-o-seu-impacto-nas-funcoes-orais</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/Freio_Lingual_2.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/Freio_Lingual_2.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Sistema Aumentativo e Alternativo de Comunicação e Perturbação do Espetro do Autismo</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/sistema-aumentativo-e-alternativo-de-comunicacao-e-perturbacao-do-espetro-do-autismo</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           “Se perdesse todas as minhas capacidades, todas elas menos uma, escolheria ficar com a capacidade de comunicar porque com ela depressa recuperaria tudo o resto”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Daniel Webster
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O que é a Perturbação do Espetro do Autismo (PEA)?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A PEA é uma alteração do neurodesenvolvimento que se caracteriza pela ocorrência de dificuldades ao nível da comunicação e da interação social, assim como de comportamentos restritivos e repetitivos. A palavra “espetro” deve-se à variedade de sinais que esta condição biomédica pode ter e que pode ser bastante diferente de criança para criança (ASHA, 2024; NIH, 2020).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Sabe quais são os principais desafios que as crianças com PEA enfrentam? 
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As crianças com PEA podem enfrentar uma variedade de desafios ao longo da vida, nomeadamente dificuldades nas seguintes competências/áreas:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Comunicação social:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             atenção conjunta, reciprocidade social e cognição social.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Linguagem e capacidade cognitiva necessária para a linguagem:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            dificuldades na produção das primeiras palavras e na construção frásica; utilização e compreensão da comunicação verbal e não-verbal; realização de jogo simbólico; conversação; alfabetização; funcionamento executivo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Processamento sensorial:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             sistemas sensoriais (p.e.: reatividade reduzida, reatividade extrema ou mista a sons do ambiente, luz, cheiros, estimulação tátil, movimento, toque).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Da alimentação:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            aceitação de diferentes alimentos, podendo ocorrer rejeição com base na forma, cor e/ou textura dos alimentos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Gestão dos comportamentos e emoções:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
              aceitação de mudanças nas rotinas; generalização de diferentes capacidades aprendidas; padrão de sono; autorregulação; interesse excessivo por determinados objetos ou temáticas. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (ASHA, 2024)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Já ouviu falar de Sistema Aumentativo e Alternativo de Comunicação (SAAC)? 
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um SAAC pode incluir uma variedade de técnicas, estratégias e/ou ajudas que auxiliam a criança com dificuldades na comunicação a expressar as suas necessidades, desejos e pensamentos e pode incluir:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sistemas pictográficos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Gestos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tabelas ou quadros de comunicação;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Escrita;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Digitalizadores de fala;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aplicações informáticas para comunicação.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (ASHA, 2024; Direção Regional de Educação do Centro, 2012; Sapage, S. et al., 2018)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Quais são os tipos de SAAC?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem dois tipos de SAAC, nomeadamente os sem ajuda e os com ajuda/auxiliados:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            SAAC sem ajuda
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : são sistemas que não requerem uma ferramenta ou tecnologia de apoio exterior ao corpo da criança (como um botão de comunicação multifuncional). Exemplos:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Gestos de uso comum;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sinais específicos de uma língua (p.e: Língua Gestual Portuguesa);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Linguagem corporal e facial.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (ASHA, 2024; Sapage, S. et al., 2018)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            SAAC com ajuda/auxiliados
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : são sistemas que requerem a utilização de um dispositivo de suporte independente da criança (eletrónico ou não eletrónico) para transmitir uma mensagem.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             ﻿
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        
            Exemplos:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Quadros de comunicação;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fotografias;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Escrita;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Objetos. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Exemplos de alta tecnologia:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Computadores/tabletes/telemóveis com aplicações de comunicação aumentativa e alternativa;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Recursos de conversão de texto em fala;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dispositivos de gravação de fala.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (ASHA, 2024; Sapage, S. et al., 2018)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Sabe quais são os benefícios de um SAAC?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A implementação de um SAAC não deve ser realizada apenas com crianças que não tenham desenvolvido a oralidade. Crianças que apresentem oralidade como forma de comunicação, mas reduzida, podem diminuir o insucesso no desenvolvimento da comunicação e linguagem se iniciarem precocemente a intervenção através de um SAAC (Sapage, S. et al., 2018).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A intervenção através de um SAAC (ASHA, 2024; Sapage, S. et al., 2018; brasileiro, R. et al., 2024):
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Melhora a comunicação funcional;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aumenta as competências linguísticas e de literacia;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Melhora a expressão e a compreensão da linguagem;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ajuda a desenvolver a fala;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Melhora a comunicação social;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Diminui os comportamentos desafiadores;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Contribui para a inclusão social.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O SAAC atua na funcionalidade?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem crianças com limitações e/ou dificuldades na fala, linguagem oral, leitura e/ou escrita que necessitam de outro meio de comunicação, nomeadamente um SAAC, que permita que a criança adquira linguagem compreensiva e expressiva e auxilie no processo de alfabetização. A necessidade da utilização de um SAAC pode surgir aquando de uma alteração congénita, adquirida ou de uma perturbação neurológica, como a PEA (ASHA, 2024). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O SAAC tem como objetivo promover a autonomia da criança, fornecendo-lhe uma oportunidade de comunicação com as outras pessoas e com o meio envolvente (Almeida, R. 2021). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As necessidades de cada criança variam e por esse motivo deve ser realizada uma avaliação completa e detalhada da comunicação da criança, por um técnico especializado, nomeadamente o Terapeuta da Fala, de forma a analisar as capacidades da criança e os seguintes aspetos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nível de autonomia e de interação da criança;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Contexto em que o SAAC irá ser utilizado;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Principais interlocutores;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tipo de necessidades;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Perfil e características individuais da criança (p.e.: comportamento, adaptação, gostos pessoais). 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O SAAC atrasa ou dificulta o desenvolvimento da fala?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda existe muito receio por parte dos cuidadores em relação à possibilidade de a implementação de um SAAC atrasar ou dificultar o desenvolvimento da fala nas crianças. No entanto, ao longo dos últimos anos, vários estudos têm demonstrado o oposto (Sapage, S. et al., 2018). Vários autores, nomeadamente Romski e Sevcik (2005) e Millar et al. (2006), têm demonstrado que a utilização de um SAAC tem contribuído, não só para o desenvolvimento comunicativo das crianças utilizadoras, como para o aumento das suas produções orais (Sapage, S. et al., 2018).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           De que forma atua o Terapeuta da Fala na PEA, através da implementação de um SAAC?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Terapeuta da Fala é o profissional responsável pela avaliação e intervenção de crianças com dificuldades de comunicação, sendo que estas dificuldades ocorrem com elevada prevalência em crianças com PEA. Nestes casos, o desenvolvimento de uma comunicação eficaz e funcional é desafiante, com repercussões ao nível do desenvolvimento da linguagem oral e fala.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ausência de uma forma de comunicar irá reduzir a participação social da criança junto dos seus parceiros de comunicação e do meio que a rodeia, sendo por isso fundamental a intervenção do Terapeuta da Fala que, em conjunto com a família, atuará no sentido de implementar um SAAC que melhor se adeque às necessidades da criança no seu dia-a-dia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A avaliação do Terapeuta da Fala para o processo de implementação de um SAAC pode incluir a análise dos seguintes aspetos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Utilização de um meio de comunicação que facilite a fala da criança;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Utilização de um meio de comunicação que substitua a fala ou a escrita;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Necessidade temporária ou permanente do SAAC.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A intervenção do Terapeuta da Fala, aquando da implementação de um SAAC, tem como objetivo potencializar as capacidades de fala e/ou linguagem oral expressiva e compreensiva (quando estas são limitadas) ou manter o SAAC como principal meio de comunicação (quando não existe desenvolvimento da fala) (ASHA, 2024). Após a implementação do SAAC selecionado para a criança, o Terapeuta da Fala irá treinar a criança, a sua família e restantes membros envolvidos no processo terapêutico, para a utilização eficaz do mesmo, considerando estratégias e objetivos-alvo predefinidos que melhorem a comunicação funcional da criança e a sua inserção social no meio envolvente (ASHA, 2024).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Bibliografia
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Almeida, R. (2021). SAAC: Promoção da Comunicação (e inclusão) em crianças com PEA [Dissertação de Mestrado, Instituto Politécnico de Viseu, Escola Superior de Educação de Viseu].
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            American Speech-Language-Hearing Association (n.d). Autismo (Portal de Prática). Recuperado Outubro, 31, 2024, de 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            https://www.asha.org/practice-portal/clinical-topics/autism/#collapse_9
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            American Speech-Language-Hearing Association (n.d). Comunicação Aumentativa e Alternativa (Portal da Prática). Recuperado Outubro, 31, 2024, de 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            https://www.asha.org/practice-portal/professional-issues/augmentative-and-alternative-communication/#collapse_4
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Brasileiro, R., Oliveira, A., Rodrigues, Á. (2024). A Importância da comunicação aumentativa e alternativa (CAA) de pessoas com deficiência. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Chirvasiu, N., Simion-Blândã, E. (2018). Alternative and Augmentative Communication in Support of Persons with Language Development Retardation. Doi: https://doi.org/10.18662/rrem/43
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            National Institute on Deafness and Other Communication Disorders (2020). Autism Spectrum Disorder: Communication Problems in Children. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sapage, S., Cruz-Santos, A., Fernandes, H. (2018). A Comunicação Aumentativa e Alternativa em crianças com perturbações graves da comunicação: cinco mitos. Revista Diálogos e Perspetivas em Educação Especial 5(2). 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/24+Dez+01.jpg" length="169892" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 04 Dec 2024 23:11:17 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/sistema-aumentativo-e-alternativo-de-comunicacao-e-perturbacao-do-espetro-do-autismo</guid>
      <g-custom:tags type="string">#terapiadafala,#espacocrescer,#autismo,#comunicacao</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/24+Dez+01.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Recuperar com a Terapia da Fala após um AVC</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/recuperar-com-a-terapia-da-fala-apos-um-avc</link>
      <description>Um Acidente Vascular Cerebral (AVC) provoca alterações na pessoa que sofreu o problema, mas também nas dinâmicas familiares e profissionais. A linguagem oral, escrita e não verbal ficam frequentemente afetadas após este episódio.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um Acidente Vascular Cerebral (AVC) provoca alterações na pessoa que sofreu o problema, mas também nas dinâmicas familiares e profissionais. A linguagem oral, escrita e não verbal ficam frequentemente afetadas após este episódio. Comunicar com o outro passa a ser um desafio e uma adaptação constante. O Terapeuta da Fala é o profissional que pode ajudar a reabilitar parte das capacidades comunicativas do indivíduo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma das áreas de atuação da Terapia da Fala são as Alterações Adquiridas da Linguagem – falamos, especialmente, de sequelas de Acidente Vascular Cerebral (AVC), uma lesão que acontece no cérebro por hemorragia (quando há rompimento de um vaso cerebral) ou isquemia (quando um dos vasos do cérebro fica obstruído impedindo a circulação de sangue). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As sequelas de AVC são ainda atualmente uma das causas de maior incapacidade e mortalidade no mundo ocidental, sobretudo nas faixas etárias mais velhas, ainda que desde há uns anos assistamos ao fenómeno de ocorrência de AVC´s em indivíduos cada vez mais jovens. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma lesão cerebral é um episódio de doença aguda, súbita (apesar de poderem existir antecedentes e fatores desencadeantes), forte e marcante na vida de qualquer pessoa, podendo variar a localização da lesão e a extensão dessa lesão no cérebro. Estes dois importantes fatores, localização e extensão, vão ditar a gravidade da perturbação adquirida, bem como a sua recuperação e intervenção por parte das equipas especializadas e multidisciplinares que irão acompanhar o doente ao longo de vários meses ou mesmo anos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É importante referir que a reabilitação nas mais diversas áreas necessárias, onde se inclui a Terapia da Fala, deve iniciar-se logo que possível e manter-se de forma regular e intensiva nos meses seguintes. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar de as sequelas de AVC não serem episódios degenerativos (teoricamente não se vão agravando no tempo), podem, no entanto, apresentar prognósticos reservados e recuperações lentas e prolongadas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existe um espetro de sequelas pós-AVC, desde recuperações quase totais a situações que obrigam a mudanças profundas no dia-a-dia do utente e daqueles que o rodeiam. Tudo irá depender dos vários fatores que referimos anteriormente, bem como da motivação do paciente, da presença ou não de outros problemas de saúde e do apoio fundamental do meio envolvente (família, amigos, profissionais de saúde).
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/02-43dfcf10.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O cérebro muda-se e adapta-se
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Após lesão, os neurónios - células altamente especializadas que “habitam” no nosso cérebro - existentes na zona afetada morrem, levando a que o doente deixe de conseguir realizar determinadas tarefas, parcial ou totalmente, como falar, escrever ou compreender o que ouve e lê, provocando alterações que podem ser profundas na forma como comunica, se expressa e receciona a informação que o rodeia. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contudo, um fator determinante e fundamental na recuperação de um AVC, e que está na base de muitas metodologias de reabilitação, é a plasticidade e a modularidade cerebrais. O cérebro é moldável, “plástico” e adaptável, organizando-se em módulos, que se articulam entre si mas funcionam de forma autónoma, o que poderá explicar que após uma lesão neurológica determinadas capacidades cognitivas e de linguagem possam estar intactas em alguns doentes e em outros não. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por exemplo, um doente com uma Afasia (Perturbação Adquirida da Linguagem) pode ser capaz de compreender o que lhe dizem, mas apresentar grande dificuldade em expressar-se verbalmente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/03.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O contributo da reabilitação em Terapia da Fala
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As lesões neurológicas provocadas pelo AVC são localizadas e variáveis na sua extensão, o que significa que podem continuar a existir neurónios saudáveis e funcionais noutras áreas do cérebro. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É aqui que começa o trabalho de reabilitação do Terapeuta da Fala. Através de determinadas técnicas e metodologias com evidência científica, a intervenção com o Terapeuta da Fala contribui para que as áreas do cérebro responsáveis pela fala e pela linguagem sejam manipuladas de forma a reorganizar os neurónios mantidos em novas funções. O cérebro, “plástico” e inteligente, pode ser capaz de tirar partido da estimulação externa vinda da Terapia e reorganizar as áreas e circuitos neuronais que ficaram intactos ao serviço da fala e da linguagem do indivíduo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A fala e a linguagem podem readquirir alguma da funcionalidade perdida, permitindo que o utente volte a comunicar com as pessoas que o rodeiam, seja de forma mais adaptada e orientada pelo interlocutor, seja de forma autónoma. Quanto mais cedo for iniciada a intervenção, após o episódio da lesão, mais hipóteses existem de recuperação. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A máxima “cada caso é um caso” adequa-se fortemente à recuperação de uma sequela na fala e na linguagem pós-AVC. Há doentes que evoluem significativamente, outros que lamentavelmente terão mais limitações. Como referido, uma série de fatores, entre eles a presença ou ausência de intervenção terapêutica, vai ditar o prognóstico do paciente que, em muitos casos, poderá ser imprevisível. O que sabemos é que a intervenção em Terapia da Fala pode fazer a diferença na vida do utente e restituir-lhe o seu direito fundamental de comunicar. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bibliografia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Ellis, A. &amp;amp; Young, A. (1996).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Human Cognitive Neuropsychology: a textbook with readings.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Hove, East Sussex: Psychology Press.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Fonseca, J. (2018).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Afasia e Comunicação Após Lesão Cerebral. Lisboa
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : Editora Papa-letras.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Geraldo, A., Dores, A.R., Coelho, B., Ramião, E., Castro-Caldas, A., Barbosa, F. (2018) - 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://scholar.google.pt/scholar?oi=bibs&amp;amp;cluster=7724754270308547300&amp;amp;btnI=1&amp;amp;hl=pt-PT" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            Efficacy of ICT-Based neurocognitive rehabilitation programs for acquired brain injury
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             European Psychologist.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Mineiro, A., Castro-Caldas, A., Rodrigues, I. &amp;amp; Leal, G. (2008).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Revisitando as Afasias na PALPA-P. Cadernos de Saúde, 1 (2).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Lisboa: UCEditora.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Seikel, J. A., King, D. W., &amp;amp; Drumright, D. G. (2010).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Anatomy &amp;amp; Physiology for Speech, Language, and Hearing
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . 4ª edição. Nova Iorque: Delmar.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Swinney, D., Love, T., Nicol, J., Bouck, V. &amp;amp; Hald, L.A. (2000).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Neuroanatomical organization of sentential processing operations: evidence from aphasia on the (modular) processing of discontinuous dependencies. In R. Bastiannse &amp;amp; Y. Grodzinsky, (Eds.), Grammatical disorders in aphasia: a neurolinguistic perspective
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             (pp 51-66). Londres: Whurr Publishers
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/01.jpg" length="90544" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 09 Oct 2024 21:19:27 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/recuperar-com-a-terapia-da-fala-apos-um-avc</guid>
      <g-custom:tags type="string">#terapiadafala,#espacocrescer,#avc</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/01.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/01.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Implicações das Alterações do Processamento Sensorial na Comunicação de Crianças com Perturbação do Espetro do Autismo?</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/quais-sao-as-implicacoes-das-alteracoes-do-processamento-sensorial-na-comunicacao-de-criancas-com-perturbacao-do-espetro-do-autismo</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De acordo com o Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais 5ª Edição (DSM-5), a Perturbação do Espetro do Autismo (PEA) é uma alteração do neurodesenvolvimento, caracterizada por défices na interação social e capacidade comunicacional, pela ocorrência de comportamentos repetitivos e estereotipados e pela presença de interesses restritos (Khaledi et al., 2022; Mohammed, 2023; Posar &amp;amp; Visconti, 2017).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ser humano interage com o meio envolvente desde o seu nascimento, através de uma rede complexa de recetores que enviam constantemente informações ao sistema nervoso central que, consequentemente, geram uma determinada reação (Vives-Vilarroig et al., 2022). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estas informações são captadas através dos diferentes sentidos, uma vez que são estes que moldam as diferentes sensações e as transmitem, possibilitando ao ser humano a compreensão do que o rodeia e a formulação de diferentes conceções (Silva, 2014). 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vários estudos têm evidenciado que crianças com PEA percecionam os estímulos ambientais de diferente forma, presenciando dificuldades na adequada resposta ao meio ambiente (Silva, 2014).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O que é o Processamento Sensorial?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Processamento Sensorial é caracterizado pela forma como o sistema nervoso central e periférico organiza e gere as informações sensoriais recebidas através dos diferentes sentidos, nomeadamente: visual, auditivo, olfativo, gustativo, tátil, propriocetivo e vestibular (Barimo, 2019; Mohammed, 2023; Silva, 2014). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           De que forma é que uma Alteração do Processamento Sensorial pode afetar o desenvolvimento da criança?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma Alteração do Processamento Sensorial (APS) é caracterizada como uma disfunção neurológica que interfere com a 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           receção
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           modulação
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           integração
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           discriminação
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            e 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           organização
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            adequada dos estímulos sensoriais e respetivas respostas comportamentais fornecidas (Mohammed, 2023).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta alteração pode condicionar o comportamento e desempenho em atividades de vida diária, uma vez que estas crianças apresentam dificuldades em regular a intensidade da resposta aos estímulos sensoriais (Silva, 2014).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos últimos anos, vários estudos têm demonstrado que existe uma prevalência significativamente elevada (entre 75-95%) de crianças com APS na PEA que além de serem evidentes na infância podem persistir na idade adulta (Silva, 2014; Mohammed, 2023). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cerca de 95% dos cuidadores de crianças com PEA referem a ocorrência de comportamentos sensoriais atípicos, nomeadamente: estranheza ou fuga a determinados sons ou texturas; ato frequente de cheirar objetos incomuns; procura de experiências com luzes ou movimento; indiferença à dor (Thye et al., 2017).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As crianças com PEA podem apresentar alterações nos sentidos que originam comportamentos sensoriais inadequados, destacando-se os seguintes 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           sinais de alerta 
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (Posar &amp;amp; Visconti, 2017; Silva, 2014):
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Visão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Atração por fontes de luz; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Foco visual em objetos com movimentos giratórios (p.e.: movimento da roupa dentro da máquina de lavar; rodas; hélices);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dificuldade no reconhecimento de diferentes expressões faciais;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Evitamento do olhar do interlocutor;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Recusa de determinados alimentos, atendendo às suas cores.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Olfato
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cheiro obsessivo de objetos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Recusa de determinados alimentos, devido ao seu odor.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Audição
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Intolerância a determinados sons, que pode ter diferentes graus de tolerância;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Produção de sons repetitivos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dificuldade em reagir ao próprio nome.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Gustativo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Exploração oral de objetos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Recusa e/ou seletividade alimentar, devido às diferentes texturas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tátil
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Elevada tolerância à dor;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dificuldade em distinguir a sensação de calor ou frio;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Necessidade de realizar comportamentos autoagressivos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dificuldade em manter contacto físico;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Necessidade de tocar em determinados brinquedos, superfícies ou texturas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Propriocetivo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Falta de coordenação dos movimentos corporais;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Procura constante de apoio corporal;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Rejeição de determinados estímulos com muita pressão (p.e.: abraços e/ou roupa justa).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vestibular
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Balanço constante do corpo para manter um bom nível de funcionamento;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Equilíbrio inadequado, suportando uma grande quantidade de movimentos antes de se sentir tonto ou intolerância ao movimento.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           De que forma as APS, em crianças com PEA, afetam as suas capacidades comunicativas?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vários estudos têm demonstrado que as APS podem impactar negativamente a gravidade dos sintomas da PEA e consequentemente, a aquisição de determinadas capacidades comunicativas (Khaledi et al., 2022). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As capacidades de linguagem em crianças com PEA podem variar bastante, uma vez que existem crianças que apresentam dificuldades acentuadas no desenvolvimento da linguagem, sendo que, na grande maioria dos casos, o domínio da pragmática, que diz respeito à forma como a criança utiliza a linguagem em diferentes contextos e situações, encontra-se comprometido, não melhorando em 25% das crianças com PEA (Khaledi et al., 2022).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma vez que o processamento sensorial influência o comportamento humano, grande parte das alterações apresentadas por crianças com PEA na comunicação e interação social são de natureza sensorial (Silva, 2014). As dificuldades em gerir e interpretar as informações sensoriais nas crianças com PEA podem criar obstáculos no desempenho de atividades comuns do dia-a-dia, como brincar, comer, tomar banho, lavar os dentes, vestir-se, entre outras (Silva, 2014).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É através das capacidades sensoriais desenvolvidas que as crianças conseguem percecionar as tentativas de interação dos interlocutores, evidenciando o seu papel e do “outro” no processo de comunicação (Mello, 2022). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por sua vez, é através da comunicação que a criança desenvolve as mais variadas competências, uma vez que lhe permite percecionar o ambiente que a rodeia e desta forma, manter uma forma de estar adequada, face às situações do dia-a-dia que vão surgindo (Mello, 2022).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma vez que a capacidade de comunicar é imprescindível para que a criança participe funcionalmente no ambiente que a rodeia e possua um papel social, quando esta é comprometida podem existir outras etapas do desenvolvimento intelectual e emocional que também são afetadas (Mello, 2022).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O comprometimento na capacidade de comunicação, pode provocar uma variedade de dificuldades, nomeadamente, na:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/24+Abr+04.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As crianças com APS podem apresentar também dificuldades em determinadas etapas do desenvolvimento e nas aquisições académicas, devido às seguintes características:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/24-Abr-07.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           De que forma podem atuar os Terapeutas da Fala nas APS em crianças com PEA?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao intervir com crianças com PEA e APS, os Terapeutas da Fala (TF’s), devem considerar determinados fatores como o tamanho do espaço, a iluminação, as distrações visuais, o nível de ruído, os cheiros, entre outros aspetos, que possam condicionar o comportamento da criança, e consequentemente, o seu desempenho ao longo da sessão de intervenção (Piller &amp;amp; Barimo, 2019).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma meta-análise de 2009 (Ben-Sasson, 2009), realizada na Universidade de Haifa, demonstrou que 70-96% de crianças com PEA desenvolvem dificuldades relacionadas com a resposta aos estímulos sensoriais, tendo como principal consequência a diminuição na participação em atividades sociais, brincadeiras, desempenho académico, autocuidado, e sobretudo, um comprometimento na atenção conjunta, sendo este um pressuposto essencial para o desenvolvimento da comunicação e linguagem (Piller &amp;amp; Barimo, 2019).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Terapeuta da Fala é o profissional responsável pela prevenção, avaliação, diagnóstico e intervenção de alterações da comunicação social, que ocorrem quando a criança apresenta dificuldades na utilização da comunicação verbal e não-verbal, sendo esta uma perturbação prevalente em crianças com o diagnóstico de PEA.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Paralelamente, o TF deve ser capaz de implementar estratégias durante o processo de intervenção, que atuem nas dificuldades sensoriais sentidas por estas crianças, de forma a maximizar o desenvolvimento das suas capacidades e melhorar a sua qualidade de vida, diminuindo a desregulação sensorial (ASHA, s.d.).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Que outras valências podem auxiliar nas APS em crianças com PEA?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A par da intervenção do Terapeuta da Fala, é fundamental a atuação do Terapeuta Ocupacional, uma vez que este profissional é responsável por avaliar o padrão sensorial da criança e atuar nas possíveis alterações, bem como implementar estratégias de base sensorial que devem ser transmitidas à equipa multidisciplinar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta intervenção multidisciplinar tem como objetivo, beneficiar o sucesso da intervenção, uma vez que, atuando nas necessidades sensoriais da criança, melhoraremos a sua capacidade de atenção, concentração, autonomia e envolvimento nas atividades e tarefas propostas em diferentes ambientes (p.e.: casa, escola, atividades de lazer, atividades extracurriculares, terapia da fala, entre outras) (Piller &amp;amp; Barimo, 2019).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Bibliografia
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Almeida, S. (2019).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             A importância do som no processamento sensorial em crianças com perturbação do espetro do autismo: um estudo de caso de exploração do ambiente da escola com sensores
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            [Dissertação de mestrado, Instituto Politécnico de Viseu, Escola Superior de Educação de Viseu]
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             American Speech-Lanuguage-Hearing Association. (s.d.).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Speech-Language Pathologists
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             .
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            https://www.asha.org/students/speech-language-pathologists/
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Barimo, A. (2019).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Strategies to calm and engage children with ASD
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . American Speech-Language-Hearing Association. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            https://leader.pubs.asha.org93.108.218.28
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Khaledi, H., Aghaz, A., Mohammadi, A., Dadgar, H., &amp;amp; Meftahi, G. (2022).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            The relationship between communication skills, sensory difficulties, and anxiety in children with autism spectrum disorder.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Official Journal of The Okasha Institute of Psychiatry, Ain Shams University.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            https://doi.org/10.1186/s43045-022-00236-7
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Mello, G. (2022).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A comunicação na Perturbação do Espetro do Autismo (PEA): descrição e análise de uma formação à distância
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             [Dissertação de mestrado, Politécnico de Coimbra, Escola Superior de Educação]
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Mohammed, N., Hafez, N., El-Gebaly, H., &amp;amp; Fahiem, R. (2023).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Efficacy of the sensory integration therapy on language development in autism spectrum disorder children
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Egyptian Journal of Ear, Nose, Throat and Allied Sciences. DOI: 10.21608/ejentas.2023.180257.1586
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Posar, A., &amp;amp; Visconti, P. (2017).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sensory abnormalities in childrean with autism spectrum disorder
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Jornal de Pediatria, 1-9. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            http://dx.doi.org/10.1016/j.jped.2017.08.008
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Silva, E. (2014).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Processamento Sensorial: Uma nova dimensão a incluir na Avaliação das crianças com perturbações do Espetro do Autismo
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             [Dissertação de mestrado, Universidade do Minho, Instituto de Educação]. 
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Thye, M., Bednarz, H., Herringshaw, A., Sartin, E., &amp;amp; Kana, R. (2018).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            The impact of atypical sensory processing on social impairments in autism spectrum disorder.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Developmental Cognitive Neuroscience, 29(1), 151-167. 
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            http://creativecommons.org/licenses/BY/4.0/
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Vives-Vilarroig, J., Ruiz-Bernardo, P., &amp;amp; García-Gómez, A. (2022).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sensory integration and its importance in learning for children with autism spectrum disorder
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Brazilian Journal of Occupational Therapy, 30, e2988. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            https://doi.org/10.1590/2526-8910.ctoAR22662988
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Sanz-Cervera, P., Pastor-Cerezuela, G., González-Sala, F., Tárraga-Mínguez, R., &amp;amp; Fernández-Andrés, M. (2017).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sensory Processing in Childrean with Autism Spectrum Disorder and/or Attention Deficit Hyperactivity Disorder in the Home and Classroom Contexts
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Frontiers in Psychology, 8:1772, 1-12. DOI: 10.3389/fpsyg.2017.01772
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/24+Abr+01.jpg" length="199613" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 17 Apr 2024 12:01:49 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/quais-sao-as-implicacoes-das-alteracoes-do-processamento-sensorial-na-comunicacao-de-criancas-com-perturbacao-do-espetro-do-autismo</guid>
      <g-custom:tags type="string">#processamentosensorial,#terapiadafala,#espacocrescer,#autismo,#comunicacao</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/24+Abr+01.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Como é que a Terapia da Fala ajuda as crianças a falar?</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/como-e-que-a-terapia-da-fala-ajuda-as-criancas-a-falar</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Terapia da Fala, utilizando práticas baseadas na evidência científica, recorre ao funcionamento do cérebro como uma ferramenta de intervenção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Saiba o que é a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           PLASTICIDADE CEREBRAL
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e como este mecanismo natural do cérebro está presente nas metodologias utilizadas na Terapia, para ajudar as crianças no desenvolvimento da fala e da linguagem.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diariamente, chegam-nos ao consultório crianças e adolescentes que não têm a fala adquirida; outros, falam, mas com distorções em alguns sons, apresentam um vocabulário aquém do esperado para a idade ou um discurso desorganizado. Outros, nunca deram sinal de alteração até à entrada para a escola, altura em que a aprendizagem da leitura se revelou um inexplicável problema para pais e professores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Após a avaliação em Terapia da Fala, inicia-se a intervenção e, regra geral, as crianças começam a evoluir gradualmente, superando os seus obstáculos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            É importante salientar a “velha máxima” de que cada caso é um caso e apesar de duas crianças poderem ter o mesmo diagnóstico, como por exemplo Perturbação dos Sons da Fala, cada uma terá evoluções e resultados diferentes.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Cada criança tem o seu tempo, a sua família e herança genética, o seu meio escolar, a sua personalidade, a sua arquitetura cerebral
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Todos os cérebros terão a mesma base organizacional - como por exemplo uma área concreta altamente especializada na linguagem, no hemisfério esquerdo -, mas há nuances que diferem de pessoa para a pessoa. Se, por um lado, essas diferenças têm uma base genética, por outro vão sendo fomentadas ao longo da vida, desde o período in útero, e que passam pela estimulação que recebemos do meio, do acesso à saúde e outros recursos básicos, de eventuais doenças, da alimentação, da medicação, da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           intervenção terapêutica (como a que é realizada nas sessões de Terapia da Fala)
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , entre outros fatores. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/24+Mar+02.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Mais Estímulo, Mais Aprendizagem
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro aspeto que sabemos é que quanto mais cedo for iniciada a estimulação adequada da criança mais redes neuronais (ligações entre os neurónios, as células do cérebro) se formarão progressivamente, proporcionando um acesso mais rápido e eficaz à informação que se vai armazenando no cérebro e uma aprendizagem de novas palavras e conceitos cada vez maior.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A estimulação, além de precoce, deverá ser feita através das várias vias de receção da informação (auditiva, visual, táctil, olfativa), para tornar a aprendizagem mais abrangente e completa, mas também porque cada uma destas áreas têm ligações privilegiadas ao cérebro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O cérebro organiza-se em módulos e em áreas especializadas que comunicam entre si.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A estimulação e a superação de desafios em qualquer área, mas sobretudo nas áreas evidenciadas na avaliação terapêutica como sendo mais frágeis, desencadeia sinapses que ligarão e fortalecerão o funcionamento das células do cérebro, potenciando que as novas aprendizagens diárias se “instalem” e sejam usadas de forma bem-sucedida. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quanto mais ligações entre as células existir, maiores são as possibilidades de apreendermos e utilizarmos com eficácia a informação que o nosso cérebro vai registando constantemente. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Simultaneamente, 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           a Terapia da Fala recorre a este conhecimento de que o cérebro é “plástico”, moldável e adaptável ao estímulo direcionado, o que contribui para desencadear o desenvolvimento da fala (como se articulam as palavras) e da linguagem (o que se compreende, como e o que se diz, o que se lê e escreve).
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Todo um Cérebro Desperto
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se, por exemplo, após a avaliação se concluir que um dos objetivos a trabalhar com a criança com sinais de alterações na fala é a memória auditiva, 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           serão realizados exercícios que vão estimular as vias e o processamento auditivos, para que a subárea responsável pela audição presente na grande área da linguagem receba inputs específicos
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Paralelamente, terão de ser estimuladas outras áreas necessárias para que a aprendizagem se efetive, como a memória geral e a capacidade de atenção; será necessário criar e fixar conceitos básicos que permitam que a criança aumente o número de palavras que diz e compreende, conseguindo generalizar e utilizá-las corretamente em múltiplos contextos, bem como inferir o significado de conteúdos novos que vai aprendendo todos os dias. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Gradualmente, a criança vai prestando mais atenção ao que se passa à sua volta, vai descobrindo que cada vez mais pessoas conseguem perceber o que ela diz e que isso conduz a uma interação maior com o outro. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quanto mais interage, mais aprende e cresce, ganha novos amigos e novas possibilidades de brincadeiras, bem como carinho e atenção por parte das pessoas que a rodeiam.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/24+Mar+03.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Brincar, Jogar e Aprender
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sabe-se que as crianças ficam mais recetivas para aprender e mudar ou melhorar os seus comportamentos se todo o processo de aprendizagem for estimulante, do agrado da criança e a deixar feliz e motivada. Uma criança feliz é uma criança que se predispõe para aprender. Então, nada melhor que atividades e jogos cativantes, que chamem a atenção dos mais novos, para que eles se predisponham espontaneamente para receber estímulo e informação. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Enquanto a criança se diverte e brinca com o Terapeuta, este utiliza as metodologias de intervenção que considerar necessárias, trabalhando os objetivos delineados no plano de intervenção. 
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sabendo-se especificamente o que se quer trabalhar e como atingir os resultados, determinado brinquedo ou jogo será uma ferramenta excelente para se estimular e desenvolver o funcionamento cerebral, a fala e a linguagem. E, consequentemente, melhorar as funções cognitivas, bem como as dimensões sociais, emocionais e escolares da criança. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/24+Mar+04-3829dedb.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Bibliografia
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Changeux, J. P. (1991).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
             
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O Homem Neuronal
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Lisboa: Edições D. Quixote. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Damasio, A. R., &amp;amp; Damasio, H. (1992).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Brain and language. Scientific American.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Pp, 88-95.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Romeo, R.R. (2019).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Socioeconomic and Experiential Influences on the Neurobiology of Language Development.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Weyandt L. L., Clarkin C. M., Holding E. Z., et al. (2020).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Neuroplasticity in children and adolescents in response to treatment intervention: A systematic review of the literature
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Clinical and Translational Neuroscience. 4 (2)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/24+Mar+01-04e7fefa.jpg" length="164980" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 06 Mar 2024 22:17:54 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/como-e-que-a-terapia-da-fala-ajuda-as-criancas-a-falar</guid>
      <g-custom:tags type="string">#terapiadafala,#espacocrescer</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/24+Mar+01.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/24+Mar+01-04e7fefa.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Um olhar sobre a Leitura... para "lermos de verdade"</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/um-olhar-sobre-a-leitura-para-lermos-de-verdade</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           LEITURA
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            é uma ferramenta imprescindível em todas as fases da vida. O sucesso escolar e o desenvolvimento do sistema linguístico da criança dependem bastante das suas capacidades de leitura. É a leitura que facilita o acesso a novos conhecimentos e aprendizagens. A leitura não se adquire espontaneamente, necessita de uma aprendizagem estruturada, sistematizada e dirigida. Além disso, não se resume à alfabetização, desenvolve-se ao longo de toda a vida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A criança lê efetivamente quando conjuga a 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           precisão
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , a 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           velocidade
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , a 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           prosódia
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            e a 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           compreensão
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Quando um dos seus componentes não ocorre como é esperado, o alcance de todos os outros é limitado. A precisão e a velocidade são dois indicadores de desempenho da leitura essenciais que, juntos, traduzem a fluência leitora da criança e se encontram altamente relacionados com a compreensão leitora.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           PRECISÃO
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            é o grau de correção da leitura da criança, ou seja, a exatidão com que são transformados os grafemas (letras) em fonemas (sons). O domínio desta competência de descodificação (princípio alfabético) e reconhecimento de palavras é necessário para que a criança consiga aumentar o automatismo da sua leitura.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           VELOCIDADE 
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           é o ritmo da leitura da criança. Faz a ponte entre o reconhecimento das palavras e a sua compreensão. É fundamental que a criança consiga ler com rapidez e, em simultâneo, suavemente, sem esforço e automaticamente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           PROSÓDIA
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            é um conjunto de recursos da linguagem oral que inclui ênfase, variações de tom e intensidade, entoação e pausas. Para a criança realizar uma leitura prosódica terá de conseguir identificar os limites das frases e, assim, ler em pedaços significativos, isto é, frase a frase (em vez de palavra a palavra), realizando pausas adequadas. Além disso, importa a criança ler as frases com a entoação e o tom corretos, de acordo com os sinais de pontuação. Por fim, é igualmente importante, que a leitura seja realizada com expressividade e sem esforço, como se estivesse a falar. Todos estes aspetos prosódicos têm um grande relevo para a compreensão leitora, pois fornecem pistas sintáticas e semântico-pragmáticas que facilitam o processamento da informação. Desta forma, conclui-se que, quando a criança lê com uma prosódia adequada, indica que está a compreender o que está a ler, facilitando também a compreensão de quem ouve. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           COMPREENSÃO 
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           na leitura permite ler palavras, frases e textos, dando-lhes significado, interpretando-os e permitindo utilizar a mensagem para construir e adquirir conhecimentos. As capacidades de compreensão leitora dependem essencialmente do capital lexical de cada criança e da sua 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           fluência leitora
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , isto é, da capacidade que revela a ler os textos com rapidez, precisão e com a expressividade adequada, de forma suave e sem esforço, descodificando e reconhecendo automaticamente as palavras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/24+Jan+02.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           automatização da leitura
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            baseia-se na capacidade de descodificar, identificar e entender as palavras, reconhecendo e acedendo automaticamente ao léxico ortográfico armazenado. Quanto melhor for a mecânica de descodificação e de automatização no reconhecimento das palavras, mais atenção disponível existirá para ser dedicada à compreensão, nomeadamente para serem feitas ligações entre as ideias do texto e entre o texto e os conhecimentos anteriores da criança. Aliás, a automatização da leitura é fundamental para que possam entrar em ação os procedimentos necessários à compreensão da mensagem, pois é possível descodificar sem compreender, mas não é possível compreender sem descodificar. O objetivo final é a criança conseguir descodificar e compreender o que lê em simultâneo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           MOTIVAÇÃO para a Leitura
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Para se ser leitor não basta saber: é preciso querer ler” (Reis, 2009). É à medida que a criança vai entrando no mundo da leitura que se vai interessando por ela e, assim, vai desenvolvendo as suas competências leitoras. Desta forma, torna-se fundamental o incentivo de práticas que motivem as crianças para a leitura.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/24+Jan+03.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Em CASA: A Importância do Treino da Leitura | Estratégias
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “A leitura alimenta-se de outras leituras”. Para promover a fluência leitora, importa proporcionar à criança muitas oportunidades (idealmente diárias) para a prática da leitura, preferencialmente em voz alta e com o modelo e a orientação de leitores fluentes, tal como os pais, que comentem as leituras e que os ajudem ativamente a tomar consciência dos seus erros e a corrigi-los.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Incentive a criança a escolher as histórias. É importante que lhe despertem prazer e interesse. Importa apenas que contenham uma linguagem adequada à sua idade. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Comece com textos que não impliquem grandes dificuldades à criança e lhe permitam enriquecer o seu vocabulário. Gradualmente, torna-se importante orientar as crianças a escolher textos progressivamente mais difíceis/complexos/diferentes.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Converse com a criança sobre o título e as ilustrações dos livros, enriquecendo o seu vocabulário e ajudando-a a associar ao conteúdo da história.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            À medida que a história ou o texto vai sendo lido, faça oralmente e em conjunto com a criança pequenos resumos das ideias principais.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Vá parando e perguntando “E depois, o que achas que vai acontecer a seguir? E como?”, de forma a aumentar a motivação e a curiosidade da criança.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em dias em que o cansaço é maior, leia com a criança, por exemplo, uma página/parágrafo a cada. Embora o ideal seja a criança conseguir ler a história toda, ouvir os pais a ler algumas partes da história também é muito importante, pois são o seu modelo preferencial de fluência leitora.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Quando aparecer uma palavra mais difícil de descodificar, ensine a criança a ler sílaba a sílaba (um bocadinho de cada vez).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Espera-se que nos diversos textos que vão sendo apresentados às crianças, surjam palavras totalmente novas e, por isso, desconhecidas, pois é assim que também se promove a amplificação e o enriquecimento do seu vocabulário. Desta forma, importa garantir que a criança identifica todas as palavras/expressões que não conhece ou não sabe o que significa. Depois, numa primeira instância, importa incentivar a criança a deduzir o significado de acordo com o contexto e o sentido da frase e do texto. Caso continue difícil, os pais deverão então explicar e exemplificar.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            No final das histórias:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pedir à criança para contar resumidamente a história e a sua parte preferida.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Realizar à criança algumas perguntas de interpretação abertas, curtas e diretas (exemplos: Onde se passa a história? O que aconteceu?). 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Relacionar os episódios da história com as vivências da criança.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Incentivar a criança a fazer um desenho sobre a história.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aproveite as oportunidades do dia-a-dia: ajude a criança a ler uma notícia do seu interesse na revista/jornal ou a ler uma receita de culinária. Mostre-lhe que existe escrita em todo o lado (lojas, transportes, publicidade, direções) e incentive-a ler. Procure demonstrar que ler permite aprender mais sobre as nossas personagens e jogos preferidos e trocar ideias com os nossos amigos sobre aquilo que lemos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Não se esqueça de elogiar o esforço e a leitura da criança, o reforço positivo é crucial!
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/24+Jan+04.webp" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 24 Jan 2024 14:08:15 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/um-olhar-sobre-a-leitura-para-lermos-de-verdade</guid>
      <g-custom:tags type="string">#terapiadafala,#espacocrescer,#leitura</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Qual o impacto das tecnologias na linguagem da criança?</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/qual-o-impacto-das-tecnologias-na-linguagem-da-crianca</link>
      <description>Atualmente, as crianças crescem rodeadas de tecnologia e utilizam-na, diariamente, acedendo ao mundo com a ponta dos dedos, estando expostas a dispositivos digitais quase desde que nascem.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Atualmente, as crianças crescem rodeadas de tecnologia e utilizam-na, diariamente, acedendo ao mundo com a ponta dos dedos, estando expostas a dispositivos digitais quase desde que nascem. Esta utilização é proporcionada inicialmente pelos pais e em ambiente familiar, onde as crianças têm acesso a computador, tablet, smartphone, smart tv, consolas, entre outros. Na presente newsletter, iremos falar sobre o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           impacto das tecnologias na linguagem das crianças e quais as suas vantagens e desvantagens
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O impacto das tecnologias
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vários estudos têm demonstrado que, se bem utilizadas,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            as tecnologias podem ter efeitos positivos em diversas áreas do desenvolvimento das crianças
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , como a área cognitiva, a social, a emocional ou como o desenvolvimento da linguagem. No entanto, apesar de serem uma janela de oportunidades, se não forem utilizadas corretamente, as tecnologias
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           também podem ter um impacto negativo no desenvolvimento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            da criança e expô-la a uma multiplicidade de riscos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Qual sua importância e os seus benefícios?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As tecnologias têm-se tornado cada vez mais presentes na vida das crianças e podem ter um papel importante no seu desenvolvimento proporcionando oportunidades para a aprendizagem, interação social e desenvolvimento de competências. Alguns autores defendem que as tecnologias podem proporcionar a ampliação de algumas funções cognitivas, tais como a memória, a imaginação, a perceção e o raciocínio. Em relação ao desenvolvimento da linguagem, a tecnologia pode trazer vários benefícios, tais como:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            -
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estimular a aprendizagem:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           os dispositivos digitais, como tablets e smartphones, oferecem diversos aplicativos educacionais e jogos interativos que podem ajudar a estimular a curiosidade e a aprendizagem das crianças em diversas áreas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            -
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Melhorar a comunicação:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            a tecnologia também pode ajudar a melhorar a comunicação das crianças, especialmente aquelas com dificuldades de fala ou audição. Os dispositivos de suporte à comunicação, por exemplo, podem ajudar as crianças a comunicarem mais facilmente.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            -
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estimular a articulação:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            certos aplicativos de reconhecimento da fala e jogos de leitura, podem ajudar as crianças a melhorarem a articulação verbal.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            -
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desenvolver a criatividade:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            a tecnologia também pode estimular a criatividade das crianças, através de ferramentas digitais para a criação de histórias, desenhos e outras formas de expressão artística.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            -
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Exposição a diferentes línguas:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            as crianças podem ter acesso a conteúdos em diferentes idiomas, o que pode ajudá-las a expandir o seu vocabulário e a desenvolver competências linguísticas em diferentes línguas. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contudo, é importante ressaltar que a tecnologia deve ser usada com moderação e sob a supervisão de um adulto responsável, para garantir que as crianças utilizam as ferramentas de forma segura e adequada. Além disso, é importante que as crianças continuem a interagir com outras pessoas e a ter experiências no mundo real para desenvolver as suas competências sociais e emocionais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como é que as tecnologias podem afetar o desenvolvimento da linguagem?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora a tecnologia possa ser muito útil se bem utilizada, o seu uso excessivo e/ou desadequado pode ter efeitos negativos no desenvolvimento da linguagem das crianças.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Um dos principais efeitos negativos é o facto de muitas crianças
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           passarem demasiado tempo em frente aos ecrãs
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , em detrimento de atividades interativas com outras pessoas. Quando uma criança passa muito tempo sozinha em frente a um ecrã,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           perde a oportunidade de praticar competências sociais e de comunicação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            com outras pessoas, o que pode atrasar o desenvolvimento da linguagem. Podem surgir
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           dificuldades em compreender e expressar ideias e sentimentos de forma adequada
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Além disso, os ecrãs podem ter efeitos negativos sobre a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           atenção
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           desenvolvimento da cognição
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , o que também pode afetar o desenvolvimento da linguagem.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/02.+Novembro+2023+-+02.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Por outro lado, o uso excessivo de tecnologia pode
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           prejudicar o desenvolvimento das capacidades de leitura e escrita
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , já que essas capacidades são construídas através de interações interpessoais e atividades que exigem atenção e concentração. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A sua utilização excessiva também pode aumentar o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           isolamento social
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e fazer com que a criança se isole e se afaste de outras atividades que estimulem o desenvolvimento da linguagem, como brincadeiras e interações com outras crianças.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que fazer para que as tecnologias não tenham um impacto negativo?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para garantir que as tecnologias não tenham um impacto negativo no desenvolvimento da criança, é importante que os pais ou responsáveis adotem algumas medidas, como:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            -
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Limitar o tempo de utilização:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é importante definir um limite diário de tempo que as crianças passam em frente aos dispositivos eletrónicos. A American Academy of Pediatrics recomenda que as crianças menores de 2 anos não devem utilizar dispositivos eletrónicos e que as crianças mais velhas usem no máximo 1 a 2 horas por dia, com supervisão dos pais.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            -
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Supervisionar o conteúdo:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            os pais devem selecionar conteúdos adequados para a idade e desenvolvimento da criança. Devem evitar conteúdos violentos ou inapropriados, e optar por jogos educativos, aplicativos e programas de TV que possam ajudar no desenvolvimento da linguagem e outras aptidões.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            -
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Participar ativamente:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é importante que os pais interajam com a criança durante o tempo de exposição. Faça-lhe perguntas sobre o que está a ver ou a jogar e conversem sobre os conceitos aprendidos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            -
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Promover outras atividades:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é fundamental incentivar a criança a participar noutras atividades que promovam o desenvolvimento da linguagem, como a leitura de livros, jogos interativos com outras crianças e atividades ao ar livre.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            -
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Promover a atividade física:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            a criança deve ser incentivada a participar em atividades físicas, como brincar ao ar livre ou praticar desportos. Estas atividades, além de promoverem um estilo de vida saudável, ajudam a reduzir o tempo de exposição aos ecrãs.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            -
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estabelecer regras claras:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é importante ensinar a criança sobre segurança online. Estabeleça regras claras sobre o uso de tecnologia em casa, e faça com que a criança entenda que essas regras são importantes para garantir a sua saúde e bem-estar. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao adotar estas medidas, os pais podem garantir que o uso de tecnologias tem um efeito benéfico no crescimento da criança, auxiliando-a na aquisição de competências importantes e contribuindo para que se tornem adultos bem-sucedidos e saudáveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/02.+Novembro+2023+-+03.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como vimos, as tecnologias podem fornecer uma grande variedade de recursos para o desenvolvimento da linguagem e outras aptidões. Contudo, é importante ter em conta que a tecnologia deve ser usada de forma consciente e equilibrada, pois a interação humana direta continua a ser fundamental para o desenvolvimento da linguagem, uma vez que proporciona à criança um ambiente rico em estímulos linguísticos e oportunidades para praticar as suas capacidades linguísticas em diferentes contextos e situações. O ideal será um equilíbrio entre a utilização de dispositivos eletrónicos e as brincadeiras tradicionais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E que nunca nos esqueçamos que…
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Brincar é a forma mais natural e espontânea de a criança se expressar e assume um papel fundamental no desenvolvimento infantil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bibliografia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Abrantes, F. G., &amp;amp; Almeida, K. N. (2018). Tecnologias digitais e educação infantil: impactos do uso excessivo na primeira infância.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Universidade Vale do Rio Doce
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . 1-20.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Almeida, S. C. (2021). A substituição do brincar: implicações do uso de tecnologias por crianças de 0 a 2 anos.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Universidade do Sul de Santa Catarina
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . 1-22.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Paiva, N., &amp;amp; Costa, J. (2015). A influência da Tecnologia na Infância: Desenvolvimento ou Ameaça?
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Portal dos Psicólogos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , 1-13.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Teixeira, S. R., Dias, S., Sousa, A. R., &amp;amp; Amorim, J. G. (2022). Tecnologias e Brincadeiras: Uma Infância a Mudar?
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Gazeta Médica nº3 vol.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             9, 244-247
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/02.+Novembro+2023+-+01.png" length="5313764" type="image/png" />
      <pubDate>Thu, 23 Nov 2023 20:00:37 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/qual-o-impacto-das-tecnologias-na-linguagem-da-crianca</guid>
      <g-custom:tags type="string">#tecnologia,#terapiadafala,#espacocrescer,#linguagem</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/02.+Novembro+2023+-+01.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/02.+Novembro+2023+-+01.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Influência da respiração oral no desenvolvimento geral da criança</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/influencia-da-respiracao-oral-no-desenvolvimento-geral-da-crianca</link>
      <description>A respiração é uma função inata, vital e involuntária, cujo propósito é a troca gasosa, de forma a manter o equilíbrio entre a quantidade de oxigénio e de dióxido de carbono no sangue.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Qual é a influência da respiração oral no desenvolvimento geral da criança?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           respiração
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é uma função inata, vital e involuntária, cujo propósito é a troca gasosa, de forma a manter o equilíbrio entre a quantidade de oxigénio e de dióxido de carbono no sangue
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           14
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Esta é uma das funções do sistema estomatognático que tem
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           mais impacto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            no equilíbrio e na harmonia do complexo craniofacial, permitindo um correto funcionamento de todas as funções associadas (sucção, deglutição, mastigação e fala) e um desenvolvimento das estruturas oro-faciais sem alterações
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           13
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Funcionamento fisiológico da respiração
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A respiração é dividida em duas fases: inspiratória e expiratória. A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           inspiração
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ocorre através da contração do diafragma e dos músculos intercostais, expandido a caixa torácica para diminuir a pressão dentro dos pulmões e promover a entrada de ar
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           3
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           expiração
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ocorre através do relaxamento do diafragma e dos músculos intercostais, contraindo a caixa torácica para aumentar a pressão dentro dos pulmões e promover a saída de ar
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           3
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/01.+Outubro+2023+-+02.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ar pode entrar durante a fase inspiratória da respiração através de três modos diferentes: nasal, oral ou misto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           3
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . A forma fisiológica do fluxo inspiratório deve realizar-se através do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           fluxo inspiratório nasal
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , sendo crucial que haja integridade anatómica e funcional das vias aéreas para que este ocorra
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           8
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . O ar inspirado que passa pelas narinas é aquecido e humedecido através do contato com a mucosa, filtrado pelos cílios de forma a remover as impurezas em suspensão e deslocado até aos pulmões para ser realizada a troca gasosa em termos celulares
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           4,7,12
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é que pode levar a uma alteração do modo respiratório?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Perante a impossibilidade de respirar pelo nariz, o corpo assume a alternativa de respirar pela boca. Esta mudança pode ocorrer por causas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           obstrutivas mecânicas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (quando há um bloqueio mecânico da passagem do ar nas vias aéreas) ou por causas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           não obstrutivas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (resultante de questões funcionais)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           13
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em termos das causas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           obstrutivas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            destacam-se: 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Hipertrofia de adenoides
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             – esta é uma das causas mais comuns da obstrução nasal, sendo muito frequente em crianças com idades entre os 18 meses e os 5 anos
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;sup&gt;&#xD;
        
            5
           &#xD;
      &lt;/sup&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Os adenoides estão presentes em todas as crianças desde o nascimento e atingem o seu pico de crescimento entre os 4 e 5 anos, posteriormente sofrem um processo de atrofia até aos 10 anos. Em algumas crianças, os adenoides podem aumentar de tamanho e obstruir de forma total ou parcial as vias aéreas superiores, desencadeando (dependendo da duração do período de obstrução) o modo respiratório oral
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;sup&gt;&#xD;
        
            13
           &#xD;
      &lt;/sup&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Hipertrofia das amígdalas
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            – à semelhança dos adenoides, é comum que as amígdalas estejam aumentadas até aos 5 anos. No entanto, se não houver a sua diminuição de forma natural, poderá levar a um modo respiratório oral. Dependendo do nível de obstrução poderá, inclusive, resultar no quadro de apneia obstrutiva do sono
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;sup&gt;&#xD;
        
            13
           &#xD;
      &lt;/sup&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Hipertrofia dos cornetos nasais
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             – o aumento destas estruturas pode ocorrer por várias razões, tais como inflamação da mucosa nasal (ex.: rinite ou sinusite) ou por alterações da estrutura nasal (ex.: desvio do septo)
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;sup&gt;&#xD;
        
            1
           &#xD;
      &lt;/sup&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Inflamação da mucosa nasal
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             – destaca-se a rinite alérgica, pois segundo a literatura, é uma das causas mais frequentes da implementação e manutenção do modo respiratório oral crónico. Este processo inflamatório resulta na obstrução nasal uni ou bilateral, com obstrução intermitente ou permanente que decorre da hipertrofia dos cornetos nasais inferiores, médios ou superiores, tendo grande impacto na qualidade de vida da criança
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;sup&gt;&#xD;
        
            13
           &#xD;
      &lt;/sup&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Desvio do septo nasal
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            – esta também é uma causa frequente e pode surgir no período pré-natal, no parto ou durante o crescimento. Pode ser sintomático (com obstrução nasal) ou assintomático (sem obstrução nasal)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;sup&gt;&#xD;
        
            13
           &#xD;
      &lt;/sup&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Malformações craniofaciais
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            – em casos como fendas labiopalatinas ou palatinas, Síndrome de Down
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;sup&gt;&#xD;
        
            2
           &#xD;
      &lt;/sup&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             e outras síndromes, as alterações estruturais levam, geralmente, à instalação de um modo respiratório oral.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nas causas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           não obstrutivas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            destacam-se:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Hábito de sucção prolongado
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             – hábitos de sucção não-nutritiva prolongados (ex.: uso de chupeta, biberão ou sucção digital), dependendo da sua frequência, intensidade e duração, podem levar a um fraco desenvolvimento da mandíbula e a alterações na postura dos lábios e da língua, nas estruturas ósseas e dentárias, bem como na mobilidade orofacial. Estas alterações favorecem um modo respiratório oral
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;sup&gt;&#xD;
        
            11
           &#xD;
      &lt;/sup&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Alteração da força muscular da face
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             – quando os músculos da cara estão flácidos (sem força), desencadeia-se uma postura baixa da mandíbula (boca aberta), originando um modo respiratório oral
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;sup&gt;&#xD;
        
            3
           &#xD;
      &lt;/sup&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/01.+Outubro+2023+-+03.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Que impacto é que o modo respiratório oral pode ter na saúde em geral?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O modo respiratório oral não permite que seja realizada uma correta filtração, humidificação e aquecimento do ar inspirado, o que propicia a entrada de microrganismos na via aérea
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           3
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . O fluxo inspiratório oral, para além de comprometer o funcionamento ventilatório e propiciar infeções, origina alterações estruturais e funcionais que comprometem a qualidade de vida e a saúde geral da criança.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma criança que apresenta um modo respiratório oral, em termos de estética facial, apresenta características que a identificam bastante bem. São crianças que apresentam uma face longa com aparente falta de força, olheiras, narinas estreitas, lábios entreabertos e gretados e boca aberta com a língua no soalho da cavidade oral
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           10
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A par das questões estéticas, podem ser identificadas as seguintes
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           alterações
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           3,10
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           :
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Comportamentais
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             – são provocadas essencialmente pela falta de descanso devido às dificuldades respiratórias. Crianças respiradoras orais são geralmente inquietas, ansiosas, irritáveis, agitadas e impacientes, estando sempre cansadas e sonolentas
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;sup&gt;&#xD;
        
            3
           &#xD;
      &lt;/sup&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Estas características devem-se à baixa oxigenação cerebral decorrente do sono agitado e curto. Muitas vezes também surgem dificuldades no processo de aprendizagem, tendo repercussões no desempenho escolar
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;sup&gt;&#xD;
        
            3
           &#xD;
      &lt;/sup&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            De alinhamento corporal
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             – manifestam-se pela modificação do modo respiratório nasal para o oral, pois a criança, ao tentar garantir a função respiratória, efetua alterações no seu alinhamento postural, o que desencadeia uma desorganização das cadeias musculares, gerando compensações posturais que visam encontrar uma posição mais confortável e restabelecer o equilíbrio corporal
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;sup&gt;&#xD;
        
            3
           &#xD;
      &lt;/sup&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nutricionais
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             – surgem pela dificuldade na trituração dos alimentos. O facto de ser imprescindível ter a boca aberta para respirar faz com que não seja possível mastigar eficazmente, o que pode levar à associação da alimentação a sensações de sufoco, influenciando a quantidade e consistência dos alimentos selecionados para serem ingeridos pelo respirador oral
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;sup&gt;&#xD;
        
            3
           &#xD;
      &lt;/sup&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . A criança pode perder a vontade de comer, pois durante a mastigação e deglutição ocorre falta de ar, levando a perda de peso; ou por outro lado, pode comer muito rápido e com auxílio de líquidos para poder respirar, e ter preferência por alimentos mais pastosos face à facilidade e rapidez de mastigar/deglutir, levando a excesso de peso
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;sup&gt;&#xD;
        
            3
           &#xD;
      &lt;/sup&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E haverá impacto no desenvolvimento oromotor?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para que ocorra uma
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           respiração nasal
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e um
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           correto desenvolvimento craniofacial
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é necessário que seja realizado o encerramento labial, sendo a língua uma estrutura crucial
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           9
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A base da língua (parte de trás) deve estar em contacto com o palato mole (zona posterior da boca junto à úvula), a porção média em contato com o palato duro (céu-da -boca) e a ponta da língua em contacto com a parte de trás dos dentes superiores centrais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           9
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Quando não há o contacto da língua com um desses pontos, os músculos da face ficam flácidos (sem força), podendo levar a boca a abrir-se durante a inspiração.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O modo respiratório oral leva a alterações nas várias estruturas orofaciais, ao nível da sua morfologia e mobilidade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           6,9
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           :
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Face: falta de força generalizada;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Lábios: lábio inferior evertido ou interposto entre os dentes; lábio superior curto ou retraído; lábios secos e gretados, com alteração na coloração; pouca força muscular; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mandíbula: Hipotonia (pouca força), hipotrofia (subdesenvolvida) e/ou em hipofunção (desempenho inferior ao esperado) dos músculos elevadores da mandíbula (responsáveis pelo encerramento da cavidade oral), provocando uma abertura da boca durante a inspiração;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cavidade oral: diminuição da pressão intra-oral; alteração sensorial nos recetores intra-orais, diminuindo a propriocepção da cavidade oral; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Língua: alteração da postura em repouso (baixa) ou posicionamento entre as arcadas dentárias; pouca força muscular;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Arcada dentária: alterações da oclusão dentária;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Palato duro: profundo e estreito.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As alterações nas várias estruturas orofaciais provocam, consequentemente, modificações ao nível das funções
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           6,9
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           :
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mastigação não eficaz, que pode originar problemas digestivos, bem como aspiração pela incoordenação entre a respiração e a mastigação; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Deglutição atípica e/ou adaptada; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fala imprecisa (ex.: sigmatismo anterior/lateral – comummente designado como “falar à sopinha de massa”); 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Voz com hipernasalidade ou hiponasalidade.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Que profissionais podem auxiliar no dignóstico e tratamento?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Perante a existência de alterações, a avaliação e a intervenção deve ser realizada por uma equipa multidisciplinar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Inicialmente, deve ser realizada uma avaliação na especialidade de Otorrinolaringologia e/ou Alergologia para se identificar as causas da obstrução nasal, diagnosticar e estabelecer um tratamento clínico, medicamentoso e/ou cirúrgico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           3
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É depois importante que o Médico Dentista de Ortopedia Funcional dos Maxilares avalie o crescimento e o desenvolvimento da maxila e da mandíbula, assim como das estruturas adjacentes, e que o Médico Dentista de Ortodontia avalie os dentes e o seu posicionamento nas suas bases ósseas (arcadas dentárias) 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           3
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Terapeuta da Fala irá avaliar as estruturas orofaciais (morfologia e mobilidade) e verificar o equilíbrio no desempenho das funções estomatognáticas (sucção, respiração, deglutição, mastigação e fala). Em intervenção, irá procurar adequar as posturas em repouso e os padrões funcionais das estruturas oro-faciais, de forma a assegurar um modo respiratório fisiológico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           3
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem ainda outras especialidades que podem ser integradas neste tratamento, tais como a osteopatia, a fisioterapia respiratória, a nutrição, a psicologia, entre outras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bibliografia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           1
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             Azevedo, A. F. de ., Martins, D. A., Cardoso, C. G., Moraes, I. F. C. de ., Michel, L. M. P., &amp;amp; Leite, L. H. R.. (2011). Cauterização química das conchas nasais inferiores com ácido tricloroacético.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Arquivos Internacionais De Otorrinolaringologia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 15(4), 475–477. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://doi.org/10.1590/S1809-48722011000400011" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://doi.org/10.1590/S1809-48722011000400011
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           2
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Barata, L. F., &amp;amp; Branco, A.. (2010). Os distúrbios fonoarticulatórios na síndrome de Down e a intervenção precoce.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Revista CEFAC
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 12(1), 134–139. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://doi.org/10.1590/S1516-18462010000100018" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://doi.org/10.1590/S1516-18462010000100018
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           3
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Burzlaff, J. B. (2021). Odontologia miofuncional: o caminho da integralidade (1
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           a
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            edição). Porto Alegre: Conto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           4
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Lima, A., Albuquerque, R., Cunha, D., Lima, C., Lima, S., &amp;amp; Silva, H. (2021). Relação do processamento sensorial e sistema estomatognático de crianças respiradoras orais.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CoDAS
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 34(2). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://doi.org/10.1590/2317-1782/20212020251" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://doi.org/10.1590/2317-1782/20212020251
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           5
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Leboulanger, N. (2016). Nasal obstruction in children. European Annals Of Otorhinolaryngology.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Head And Neck Diseases
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 133(3), 183-186. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.anorl.2015.09.011" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           http://dx.doi.org/10.1016/j.anorl.2015.09.011
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           6
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Marson, A., Tessitore, A., Sakano, E., &amp;amp; Nemr, K. (2012). Efetividade da fonoterapia e proposta de intervenção breve em respiradores orais.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CEFAC
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 14(6), 1153–1166. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://doi.org/https://doi.org/10.1590/S1516-18462012005000054" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://doi.org/https://doi.org/10.1590/S1516-18462012005000054
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           7
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Martinelli, R. L. de C., Fornaro, É. F., Oliveira, C. J. M., Ferreira, L. M. D. B., &amp;amp; Rehder, M. I. B. C. (2011). Correlações entre alterações de fala, respiração oral, dentição e oclusão.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Revista CEFAC
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 13(1), 17–26. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://doi.org/10.1590/S1516-18462010005000127" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://doi.org/10.1590/S1516-18462010005000127
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           8
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Menezes, V. A., Tavares, R. L. O., &amp;amp; Granville-Garcia, A. F. (2016). Síndrome da respiração oral: alterações clínicas e comportamentais.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Arquivos Em Odontologia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 45(3).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           9
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Monte, C. D. (2004) Síndrome da respiração bucal em adolescentes: estudo série de casos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dissertação (Mestrado em Saúde Materno Infantil) - Instituto Materno-Infantil de Pernambuco
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           10
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Morais-Almeida, M., Wandalsen, G. F., &amp;amp; Solé, D. (2019). Growth and mouth breathers.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Jornal de pediatria
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 95 (1), 66–71. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://doi.org/10.1016/j.jped.2018.11.005" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://doi.org/10.1016/j.jped.2018.11.005
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           11
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pacheco, A. B., Silva, A. M. T., Mezzomo, C. L., Berwig, L. C., &amp;amp; Neu, A. P.. (2012). Relação da respiração oral e hábitos de sucção não-nutritiva com alterações do sistema estomatognático.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Revista CEFAC
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 14(2), 281–289. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://doi.org/10.1590/S1516-18462011005000124" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://doi.org/10.1590/S1516-18462011005000124
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           12
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pereira, Oliveira, F., &amp;amp; Cardoso, M. (2017). Associação entre hábitos orais deletérios e as estruturas e funções do sistema estomatognático: percepção dos responsáveis.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CoDAS
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 29(3). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://doi.org/10.1590/2317-1782/20172015301" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://doi.org/10.1590/2317-1782/20172015301
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           13
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pereira, T., Furlan, R., &amp;amp; Motta, A. (2019). Relação entre a etiologia da respiração oral e a pressão máxima da língua.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CoDAS
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 31(2). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://doi.org/https://doi.org/10.1590/2317-1782/20182018099" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://doi.org/https://doi.org/10.1590/2317-1782/20182018099
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           14
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sociedade Portuguesa de Terapia da Fala (2020).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dicionário Terminológico de Terapia da Fala
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (1ª edição). Lisboa: Papa-Letras
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/01.+Outubro+2023+-+01.jpeg" length="35330" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 31 Oct 2023 18:39:46 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/influencia-da-respiracao-oral-no-desenvolvimento-geral-da-crianca</guid>
      <g-custom:tags type="string">#respiracaooral,#perturbacaodalinguagem,#terapiadafala,#espacocrescer,#respiracao,#linguagem</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/01.+Outubro+2023+-+01.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/01.+Outubro+2023+-+01.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Qual a importância da família na Terapia da Fala?</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/qual-a-importancia-da-familia-na-terapia-da-fala</link>
      <description>A família desempenha um papel crucial no desenvolvimento da criança, uma vez que é através desta que se constroem pessoas adultas com uma determinada autoestima e onde estas aprendem a enfrentar desafios e a assumir responsabilidades.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A família desempenha um papel crucial no desenvolvimento da criança, uma vez que é através desta que se constroem pessoas adultas com uma determinada autoestima e onde estas aprendem a enfrentar desafios e a assumir responsabilidades. Deste modo, é na família, principalmente nos pais, que a criança encontra o seu suporte. E, na Terapia da Fala não poderia ser exceção. Na presente newsletter, iremos falar sobre
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           o papel da família na Terapia da Fala
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e quais
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           as suas vantagens no processo terapêutico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A importância da família no processo terapêutico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Diversos estudos têm demonstrado que a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           participação dos pais no processo terapêutico é fundamental
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            para que a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           evolução da criança aconteça de forma mais efetiva e rápida
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Muitas vezes, os pais pensam que a Terapia da Fala é um processo apenas entre a criança e o profissional, mas não é. Quando os pais se tornam membros ativos no processo de intervenção,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           há benefícios não apenas para a criança, mas também para os pais e o terapeuta
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Quando uma criança chega pela primeira vez à consulta, vem sempre acompanhada por um familiar (mãe, pai, avós…). É nesta primeira consulta (de anamnese), que o terapeuta recolhe todas as informações sobre a criança e a sua família, sendo esta a primeira ligação entre pais/cuidadores, criança e terapeuta. Os pais/cuidadores são fundamentais como
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           informadores numa fase de avaliação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , mas também como
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           parceiros numa fase de intervenção
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Desta forma,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           a família deve ser vista como parte integrante desse processo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , pois é nela que está toda a base da criança.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Porque é tão importante esta articulação entre pais e terapeuta?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tendo em conta que a criança passa mais tempo em casa ou na escola do que na terapia, é fundamental que haja uma parceria
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           entre o terapeuta e os pais/cuidadores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            para que
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           os objetivos sejam mais rapidamente atingidos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Neste sentido, o terapeuta deve explicar aos pais o plano terapêutico,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           orientá-los
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            em relação às
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           atividades que a criança deverá realizar em casa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           promover o seu envolvimento no processo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Os pais, por sua vez, devem reservar, sempre que possível, um tempo para
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           colocar em prática as sugestões do terapeuta
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , conversar com a criança,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           apoiá-la e manter a assiduidade nas consultas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Na maioria dos casos, o terapeuta passa apenas 45 ou 90 minutos por semana com a criança, por isso se os pais não mantiverem em casa os exercícios que vão sendo propostos e não estimularem a criança para os fazer, os resultados serão mais demorados. Assim, a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           parceria entre o terapeuta e a família deve ser vista como um todo, dando continuidade ao processo terapêutico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            no dia a dia da criança e possibilitando que ela
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           generalize os comportamentos e aprenda com maior eficácia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/07.+Julho+-+02.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para que se verifique uma maior
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           aproximação entre o terapeuta e a família
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é indispensável que se proporcionem
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           reuniões e momentos de partilha
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , para que no seu decorrer os pais/cuidadores possam participar, ser ouvidos, colocar as suas dúvidas, expor as suas opiniões e compreender melhor o trabalho do terapeuta. Todo esse processo de envolvimento contribuirá para que as famílias se sintam valorizadas e mais facilmente colaborem no processo de intervenção
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como é que os pais podem ajudar diretamente o terapeuta?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A melhor forma dos pais/cuidadores ajudarem
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           é através do feedback
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Esse feedback vai ajudar o terapeuta a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           definir melhor os seus objetivos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           perceber o que funciona melhor com aquela criança em particular
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Os pais podem partilhar informações com o terapeuta sobre a personalidade, as preferências e determinados comportamentos do dia a dia da criança que podem ser utilizadas para motivá-la. Além disso,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           essas informações podem ajudar o terapeuta e os pais a dar consistência ao trabalho com a criança nas consultas de intervenção e em casa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Daí ser tão importante incluir os pais neste processo. A probabilidade de os pais/cuidadores se sentirem à vontade para dar um feedback valioso ao terapeuta, é tanto maior quanto mais ativos e envolvidos estiverem no processo terapêutico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quais as vantagens desta parceria?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A colaboração da família,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           favorece a adesão da criança ao processo terapêutico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , uma vez que
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           gera um ambiente de confiança
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            em que ela se sente segura para realizar as atividades propostas. Além disso, contribui para o fortalecimento do vínculo afetivo entre a criança-pais/cuidadores e isso reflete-se em todos os contextos do dia a dia da criança. Por sua vez, com a participação da família, o terapeuta tem a oportunidade de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           enriquecer a qualidade da sua resposta terapêutica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , tendo em consideração que a partilha e a troca de saberes com os pais sobre a criança proporcionam um maior conhecimento acerca das suas características e preferências. Desta forma,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           a parceria terapeuta-família-criança
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            deve ser
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           uma relação onde haja a disponibilidade para ajudar e ser ajudado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , pois só desta forma será possível retirar melhor proveito das situações que visam o bem-estar e a aprendizagem da criança.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E quando os pais não têm muito tempo útil para ajudar os filhos?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Com a correria do dia a dia, sabemos que nem sempre os pais possuem o tempo desejável para ajudar os filhos em todas as suas tarefas. No entanto, não é preciso passar horas a brincar/estimular a criança. Por vezes
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           10 a 20 minutos diários
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            são suficientes para
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           promover a proximidade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            com a criança e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           estimular as suas competências
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Aproveite as viagens de carro, as tarefas domésticas, as rotinas do banho e das refeições!
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todos os ambientes são favoráveis para a estimulação e aprendizagem
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/07.+Julho+-+03+.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cada um de nós tem uma função diferente no processo terapêutico. Se participarmos em conjunto, a evolução da criança será mais rápida e efetiva! Os resultados com maior sucesso terapêutico normalmente acontecem quando existe uma família ativa no processo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bibliografia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aradas, A. C. (2019). Abordagem Baseada nas Rotinas - Percepção dos Terapeutas da Fala. Retrieved.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Callou, T., &amp;amp; Caloul, A. (fevereiro de 2020). A Contribuição Familiar no Processo Terapêutico da Criança: Um Estudo Bibliográfico. pp. 436-449.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ferreira, L. (2020). Terapeutas da Fala em contexto clínico: Práticas Centradas na Família.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Givigi, R., Santos, A., &amp;amp; Ramos, G. (2011). Um novo olhar sobre participação da família no processo terapêutico. pp. 221-228.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/07.+Julho+-+01.png" length="1871689" type="image/png" />
      <pubDate>Mon, 04 Jul 2022 22:07:05 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/qual-a-importancia-da-familia-na-terapia-da-fala</guid>
      <g-custom:tags type="string">#terapiadafala,#espacocrescer,#familia,#processoterapeutico</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Vamos tratar a Dislexia por "tu"?</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/vamos-tratar-a-dislexia-por-tu</link>
      <description>As dificuldades na aprendizagem da leitura e da escrita, nomeadamente a Dislexia, têm vindo a ser muito investigadas por vários profissionais de saúde e educação. Na presente newsletter, trataremos a Dislexia por “tu”, considerando o olhar de uma Terapeuta da Fala, com experiência e formação especializada a aprofundada na área.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As dificuldades na aprendizagem da leitura e da escrita, nomeadamente a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dislexia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , têm vindo a ser muito investigadas por vários profissionais de saúde e educação. Na presente newsletter, trataremos a Dislexia por “tu”, considerando
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           o olhar de uma Terapeuta da Fala
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , com experiência e formação especializada a aprofundada na área.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dislexia: Quem és TU?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dislexia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é uma
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Perturbação Específica da Aprendizagem
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (DSM-V), com défice na
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           leitura
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e, geralmente, também na
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           escrita
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , caraterizada pela existência de dificuldades ao nível do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           processamento fonológico (consciência fonológica, acesso lexical e memória fonológica)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e, por vezes, também no processamento visual. Estas dificuldades são discrepantes face à educação convencional, ao potencial intelectual, às oportunidades socioculturais e às capacidades auditivas e visuais da criança.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ler de forma precisa e fluente e, especialmente, compreender o que se lê é um enorme desafio para crianças com Dislexia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dislexia: De onde vens TU?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A Dislexia apresenta uma
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           etiologia multifatorial
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , encontrando-se associada a fatores neurobiológicos: genéticos/hereditários, neurológicos e/ou neurocognitivos. Estudos realizados identificaram um conjunto de cromossomas e genes associados à Dislexia, assim como alterações na funcionalidade das áreas cerebrais responsáveis pela leitura em crianças com
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dislexia. A forma como o cérebro de uma criança com Dislexia codifica, representa e processa a informação linguística é diferente
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/03+Marco+-+02.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dislexia: Como é que TU te manifestas?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em Idade Pré-Escolar:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Atraso no desenvolvimento da linguagem (ex.: começar a falar ou a produzir frases mais tarde do que o esperado);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dificuldades ao nível da fala que se prolongam para além da normalidade (ex.: omitir/trocar sons; “falar à bebé”);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dificuldade em memorizar e acompanhar canções infantis e lengalengas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dificuldades na consciência fonológica (ex.: reconhecer rimas, dividir palavras em sílabas, emparceirar palavras com igual sílaba/som inicial).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em Idade Escolar:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Atraso na aprendizagem e/ou automatização da leitura e/ou da escrita;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Leitura hesitante, pausada e imprecisa;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dificuldades na compreensão leitora;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Escrita com erros fonológicos (por exemplo, trocas entre «f/v», «p/t», «t/d», «nh/lh»), visuo-espaciais (por exemplo, trocas entre «p/q», «b/d») e/ou ortográficos (memorização das regras);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dificuldade na escrita de frases e na organização das ideias no texto;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Baixo rendimento escolar.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dislexia: Que prevalência tens TU?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estima-se que a Dislexia afeta
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           5% a 10% das crianças em idade escolar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Isto significa que
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            uma a duas crianças em cada vinte
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            apresenta Dislexia, mais ou menos grave. É, então, um
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           problema escolar grave, atual e frequente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dislexia: Que impacto TU tens?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As competências de leitura e escrita são uma
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           base fundamental
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            para todas as restantes aprendizagens. Desta forma, uma criança com dificuldades a este nível, inevitavelmente, apresentará lacunas em todas as disciplinas, variáveis consoante o nível de gravidade. A Dislexia, geralmente, revela-se então um obstáculo à
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           aprendizagem e sucesso escolar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A par, a Dislexia tende também a acarretar consequências negativas e significativas no
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           comportamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e no
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           desenvolvimento emocional
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            da criança. Evidenciam-se, com frequência, sentimentos de tristeza, ansiedade, vergonha, insegurança, incapacidade, inferioridade, frustração e baixa autoestima. Por vezes, surge o desinteresse e a desmotivação pela aprendizagem, a resistência em ir à escola, comportamentos de oposição, perturbações do sono, enurese noturna, entre outros.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dislexia: Como e quando é que TU deves ser avaliada e diagnosticada?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            No consultório Espaço Crescer esta avaliação traduz-se num
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           procedimento de diagnóstico completo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            para que se possa desmistificar a natureza das dificuldades existentes e, assim, realizar o diagnóstico diferencial. É realizada por uma
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           equipa multidisciplinar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , composta por uma Psicóloga Clínica e uma Terapeuta da Fala, com experiência e especialização na área. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O diagnóstico formal apenas poderá ser concluído
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           após o final do 2º ano de escolaridade e os oito anos de idade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , altura em que finda o processo de maturação neurológica e, a nível escolar, o ensino formal da leitura e da escrita. No entanto,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           as dificuldades de leitura e/ou escrita deverão ser valorizadas e exploradas assim que identificadas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Mesmo com o diagnóstico pendente, a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           intervenção
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            deve iniciar-se o mais precocemente possível, no sentido de melhorar o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           prognóstico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Jovens e adultos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , não sinalizados anteriormente, que manifestem sinais de alerta, também poderão realizar uma Avaliação, em qualquer momento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dislexia: Como deves TU ser intervencionada?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A intervenção deverá ser realizada por um
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Terapeuta da Fala
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            com experiência e especialização na área, individualmente com a criança. Com base nos resultados da avaliação, é delineado um
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           plano de intervenção específico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . As
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            consultas de intervenção
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            têm como objetivo reeducar, desenvolver e otimizar as áreas lacunares, com recurso a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           metodologias, técnicas e estratégias específicas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Geralmente o processo é longo e, especialmente no início, requer
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           consultas frequentes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , embora dependa da gravidade de cada caso. A par da intervenção direta, considera-se fundamental a existência de uma comunicação e articulação eficazes com a família e a escola. Em conjunto, são ponderadas as
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Medidas de Suporte à Aprendizagem
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            necessárias e mais adequadas à criança.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/03.+Marco+-+03.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dislexia: Que prognóstico TU tens?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As dificuldades decorrentes da Dislexia são permanentes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Podem melhorar significativamente se a intervenção for atempada e regular, mas a criança não conseguirá superar as suas dificuldades totalmente. A Associação Portuguesa de Dislexia indica que “com uma
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           intervenção precoce
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            conseguem-se ultrapassar cerca de 90% das dificuldades”, mas quando adiamos a intervenção, esta percentagem diminui notoriamente.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mais tarde, na adolescência e na idade adulta, a intervenção também é concretizável, mas o prognóstico é mais reservado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dislexia: TU sabias que... existem vários famosos com Dislexia?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Thomas Edison, Beethoven, Albert Einstein, Leonardo da Vinci, Walt Disney, Van Gogh, Tom Cruise, Mozart, Bill Gates…
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Dislexia não tem de definir o futuro de ninguém!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Procure
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ajuda especializada
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , pois uma
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           identificação precoce
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , assim como uma
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           intervenção adequada
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , trará
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           benefícios cruciais à criança
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           !
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/03.+Marco+-+04.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 07 Mar 2022 23:37:07 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/vamos-tratar-a-dislexia-por-tu</guid>
      <g-custom:tags type="string">#dislexia,#terapiadafala,#espacocrescer,#familia,#processoterapeutico</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/03.+Marco+-+01.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/03.+Marco+-+01.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>1,2,3 um alimento de cada vez - Recusa e Seletividade Alimentar na Infância</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/1-2-3-um-alimento-de-cada-vez-recusa-e-seletividade-alimentar-na-infancia</link>
      <description>Os pais estão cada vez mais atentos para as dificuldades no desenvolvimento dos filhos, seja em termos motores, desenvolvimento da linguagem ou sociais.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os pais estão cada vez mais atentos para as dificuldades no desenvolvimento dos filhos, seja em termos motores, desenvolvimento da linguagem ou sociais. Contudo, quando temos uma criança que não aceita comer certos alimentos, só come uma lista restrita e/ou recusa novos sabores ou texturas é por vezes mais difícil procurarem ajuda. Isto acontece, pois, às vezes, os pais não sabem “quem” e “como” os pode ajudar e também por ainda existir muito a ideia na sociedade de que se a criança não come é porque é “
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           esquisita
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ”, “
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           manhosa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ”, “
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           quando tiver fome depois come
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ”, “
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           é dela, sempre foi assim
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ”. Estas dúvidas, receios e comentários, fazem com que, muitas vezes, os pais achem que não existe nada que se possa fazer ou que eles é que estão a fazer algo errado. Desta forma, surgem sentimentos como a ansiedade, o desespero, a desistência e/ou a falta de paciência, dando-se assim início a uma bola de neve sem fim à vista!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entanto, o “
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ele sempre foi assim
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ” pode ter (e muitas vezes tem) um ou mais motivos ou causas. Comer, apesar de parecer algo simples e natural, é um ato bastante complexo que exige a coordenação harmoniosa de 31 músculos, 6 pares cranianos e 8 sistemas sensoriais (visual, auditivo, equilíbrio, olfativo, gustativo, tátil, propriocetivo, interoceptivo), sendo ao mesmo tempo uma experiência social, cultural e emocional. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante o primeiro ano de vida da criança é esperado que ela passe por várias etapas no decurso da alimentação, iniciando-se na sucção, passando depois por alimentos em puré e sólidos, gradualmente mais duros, consistentes e com temperaturas e texturas diferentes. Contudo, estas experiências e processo de aprendizagem nem sempre são iguais e harmoniosas para todas as crianças, sendo frequente a ocorrência de dificuldades alimentares, num determinado período de vida do bebé ou da criança
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/11.+Nov+21+-+02.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Então, o que é a recusa e/ou seletividade alimentar?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A recusa e/ou seletividade alimentar consiste na recusa em provar ou comer um alimento específico ou na aceitação restrita e/ou pouca variedade dos alimentos. Por vezes, as crianças podem preferir uma característica específica dos alimentos (por exemplo: só alimentos crocantes ou só alimentos com tons claros). Em algumas situações podem recusar categorias inteiras de alimentos, seja pelo tipo de textura, sabor, cheiro, aparência ou temperatura.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta situação pode levar a que a criança suprima alguns nutrientes importantes para um desenvolvimento alimentar completo e harmonioso, potenciando outras dificuldades como dificuldades de concentração, irritabilidade, sonolência, deficiência nutricional, alterações de peso, entre outros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Também é comum numa criança com recusa e seletividade alimentar, aceitar e comer um determinado alimento e depois deixar de o fazer. Isto acontece porque os sistemas sensoriais (que têm um grande impacto no desenvolvimento das capacidades sensório-motoras orais, desde o período intra-uterino) são dinâmicos, ou seja, a informação é sempre processada de forma diferente, justificando desse modo a aceitação ou recusa do mesmo alimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Não existe uma causa específica, mas sim um conjunto de fatores que podem levar à ocorrência de dificuldades alimentares. Contudo, entre outras situações, é
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           frequente surgir em crianças com
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           :
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Prematuridade;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Patologias neuromotoras;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Atraso do Desenvolvimento Psicomotor;                                             
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Distúrbios Gastrointestinais;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Perturbações do Espectro do Autismo;                                                 
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Alergias/Intolerâncias/Alimentares;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Síndromes genéticos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Patologia Cardíaca.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alguns Sinais de Alerta
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Grandes dificuldades em aumentar o peso e compromisso no Índice de Massa Corporal (IMC);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Engasgos, vómitos e tosse persistentes durante as refeições;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sintomatologia de Refluxo Gastro-esofágico;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Historial de problemas de alimentação e respiração;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dificuldades na transição de texturas e na utilização de novos utensílios;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Recusa em provar novos alimentos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Existência de uma dificuldade oromotora;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Alimentação restritiva (menos de 20 alimentos);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Conflito familiar e com a criança às refeições.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quem pode ajudar?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em casos de recusa e seletividade alimentar, primeiramente, é importante descartar se existe alguma causa orgânica que pode estar a influenciar a alimentação. De seguida, fazer uma avaliação e traçar um plano de intervenção em equipa com profissionais especializados (Terapeuta da Fala, Terapeuta Ocupacional, Psicólogo e Médico).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/11.+Nov+21+-+03.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estratégias que podem usar em casa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Comer em família junto da criança, num ambiente calmo e prazeroso sem pressão para comer, partilhando os alimentos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Garantir um o ambiente de refeição agradável para que esta seja associada a memórias positivas. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Evitar o uso de objetos distratores como por exemplo televisão, Tablet, telemóvel, brinquedos. As refeições em família são fundamentais para promover uma maior comunicação e que a criança possa focar-se na exploração da comida.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Colocar no prato da criança alimentos que ela gosta de comer e colocar um bocadinho de outro alimento que ela não gosta na mesa, ou, se tolerar, no prato dela. O objetivo não é ela comer o que não gosta, mas sim, ter exposição visual ao mesmo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cozinhar juntos explorando os diferentes alimentos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Incentivar a provar, sem pressionar. A criança pode tocar, lamber, dar uma pequena trinca, sem ter que comer.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em suma, a aceitação e variação de novos alimentos nem sempre é um processo linear e fácil, sendo normal que as crianças não aceitem certos alimentos das primeiras vezes. Estudos apontam que, para que a criança consiga provar um alimento, se acostume e comece a gostar e a aceitar pode ser necessário entre 15 a 25 exposições do mesmo alimento. É ainda aceitável que ela possa não gostar de um certo ou alguns alimentos. O mais importante é garantir que ela consiga fazer uma alimentação variada e equilibrada com a ingestão dos diferentes nutrientes necessários. Em caso de dúvida, pode sempre procurar ajuda de um profissional com especialização na área.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bibliografia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Junqueira, P. (2017).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Porque meu filho não quer comer? Uma visão para além da boca do estômago.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            1ª Edição. Brasil: Idea Editora
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Dias, T. (2021).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Recusa e Seletividade Alimentar Infantil - A abordagem do terapeuta da fala
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . [Powerpoint Slides]. Moodle.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Potock, M. (2010).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            The Joy of Feeding Therapy
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Vol15. Nº13 ASHA.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/11.+Nov+21+-+01.png" length="1507667" type="image/png" />
      <pubDate>Sun, 14 Nov 2021 22:40:59 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/1-2-3-um-alimento-de-cada-vez-recusa-e-seletividade-alimentar-na-infancia</guid>
      <g-custom:tags type="string">#dislexia,#recusaalimentar,#espacocrescer,#familia,#SeletividadeAlimentar</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/11.+Nov+21+-+01.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O Impacto da Ansiedade no Desempenho Escolar</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/artigos/o-impacto-da-ansiedade-no-desempenho-escolar</link>
      <description>Por vezes, pode acontecer, que mesmo tendo estudado, quando chega o dia do teste, sentimo-nos muito nervosos e achamos que vamos ter “uma branca”, podemos pensar que não vamos conseguir responder a nada e até sentir o coração a bater mais depressa ou ter mesmo dificuldades em respirar.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entenda-se por Ansiedade de Desempenho a ansiedade excessiva e frequente que é sentida em situações de avaliação, ou seja, em testes, exames, apresentações de trabalhos, ir ao quadro ou mesmo responder a questões colocadas pelos professores em voz alta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Sentimos ansiedade quando antecipamos que vai acontecer alguma coisa stressante ou menos boa. A ansiedade face aos testes é um tipo de ansiedade de desempenho. A ansiedade de desempenho corresponde a um sentimento de ansiedade quando estamos numa situação em que o nosso desempenho (a forma como fazemos alguma coisa) é importante, quando temos pressão para nos sairmos bem ou quando queremos mostrar um bom desempenho perante alguém, como por exemplo, professores, pais ou amigos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Por vezes, pode acontecer, que mesmo tendo estudado, quando chega o dia do teste, sentimo-nos muito nervosos e achamos que vamos ter “uma branca”, podemos pensar que não vamos conseguir responder a nada e até sentir o coração a bater mais depressa ou ter mesmo dificuldades em respirar. Podemos começar a antecipar que o teste nos vai correr mal. Podemos pensar, por exemplo, “E se me esquecer de tudo o que estudei?”, “E se o teste for muito difícil?”. Também podemos ficar preocupados com as nossas reações físicas: “E se vomitar?” ou “As minhas mãos estão a tremer e toda a gente vai reparar”. São este tipo de pensamentos que não nos deixam espaço mental para pensarmos nas questões do teste que temos à nossa frente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O que acontece é que os nossos pensamentos podem acabar por criar um “círculo vicioso”: quanto mais nos focamos nas coisas más que podem acontecer, mais ansiosos nos sentimos, o que só nos faz sentir pior e mais distraídos, o que por sua vez aumenta a possibilidade de, de facto, termos um mau resultado no teste.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           No entanto, é importante estarmos conscientes que é normal sentirmo-nos ansiosos e com algum stress antes de fazermos um teste ou alguma prova de avaliação. Quase todos nós já nos sentimos assim, pelo menos de vez em quando. E na verdade, um bocadinho de nervosismo até nos pode ajudar a estar alerta, focados e prontos a fazer o teste com o máximo de atenção. Porém, é quando a ansiedade é tão intensa que interfere com a nossa concentração e o nosso desempenho, que estamos perante a chamada Ansiedade de Desempenho. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como devemos lidar com a Ansiedade de Desempenho?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A ansiedade sentida pode, de facto, atingir níveis prejudiciais à preparação dos alunos e causar desconforto intenso durante situações de avaliação, comprometendo o desempenho, mesmo quando a pessoa possui os conhecimentos necessários para a sua realização eficaz.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A ansiedade em excesso pode levar ao adiamento consecutivo do início do estudo, mantendo a ilusão de que ainda há tempo suficiente para estudar. No entanto, o evitamento do estudo irá aumentar a tensão e angústia, induzindo a um círculo vicioso: ansiedade – adiamento – mais ansiedade – mais adiamento. Toda esta situação, inevitavelmente irá originar sentimentos de culpa que aumentarão exponencialmente a ansiedade, as dificuldades de sono e a vontade de fugir à situação (por exemplo, desistindo de um teste ou exame)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    
          .
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Esta ansiedade pode levar também alguns alunos a deixar de comer e outros a comer demais. Outros deixam de dormir e outros dormem demais. Portanto para os alunos mais ansiosos, aprender a lidar com a situação de exame é a única maneira de ultrapassar esta fase com sucesso. E uma vez que os momentos de avaliação farão parte da nossa vida mesmo depois de concluídos os anos escolares (por exemplo, se quisermos tirar a carta de condução ou mesmo ir a uma entrevista de emprego), o melhor que temos a fazer é mesmo aprender formas de lidar com a nossa ansiedade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por essa razão, partilhamos convosco algumas estratégias que podem tentar utilizar para diminuir a ansiedade face aos momentos de avaliação, tendo, no entanto, sempre em conta, que nem todas as estratégias funcionam com toda a gente:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pedir ajuda:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Se ficamos tão ansiosos que não conseguimos responder ao teste, devemos pedir ajuda a alguém – um Professor ou ao Psicólogo da escola, por exemplo. Falar com alguém pode ajudar-nos a encontrar formas de lidar com a ansiedade. Para além disso, só falar com alguém já nos pode fazer sentir melhor;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estar preparado:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Ter bons hábitos e métodos de estudo é fundamental. Nunca conseguimos aprender o mesmo quando estudamos apenas na véspera do teste, comparando com quando estudamos regularmente. Quanto mais estudarmos e soubermos a matéria, mais confiantes nos vamos sentir, mais esperamos que o teste corra bem, mais relaxados estaremos no dia do teste e, por isso, menos ansiosos nos vamos sentir. Devemos também ter em conta que haverá sempre áreas em que nos vamos sentir menos preparados ou confusos, por isso não deve ficar ansioso ou a pensar que só deverá ir ao exame se souber toda a matéria;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pensar de forma positiva:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Se nos preparámos, então temos de pensar coisas boas e esperar o melhor – “estudei e estou preparado para fazer o meu melhor, vai correr bem”. Enviar mensagens negativas e pessimistas a nós próprios (por exemplo “nunca fui bom a fazer testes”, “corre-me sempre tudo mal”, “estou tramado se tenho negativa neste teste”) só vai aumentar a nossa ansiedade. É mais benéfico dizer a nós próprios “Eu estudei e trabalhei muito para este teste”, “eu consigo”, “eu sou inteligente”. Pensar e rever os resultados positivos que já conseguiu no passado, pode ajudar a reduzir a ansiedade e a atingir uma maior autoconfiança;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            É só um teste!
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Manter a perspetiva de que “é apenas um teste” pode evitar que, sob stresse, comecemos a “dramatizar”, ou seja, que comecemos a pensar que vai acontecer o pior, e a ficarmos preocupados com o que é apenas uma possibilidade entre tantas outras. Devemos lembrar-nos que a avaliação não se resume só a um teste ou a testes, pois a participação e o interesse manifestados nas aulas, também contam! Lembre-se: A sua vida e o seu valor não vão depender da nota que tiver na avaliação;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aceitar os nossos erros
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : Toda a gente erra e falha. Se nos preparámos para o teste e demos o nosso melhor, é isso que interessa. Se não correr bem, paciência, acontece a toda a gente e correrá melhor da próxima vez. Podemos encarar os nossos erros como uma “oportunidade de aprendizagem” e pensar no que podemos melhorar para que da vez seguinte corra melhor;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Respirar fundo:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Quando o teste estiver a ser distribuído, respirar fundo várias vezes (e tentarmos ficar concentrados apenas em respirar fundo, sem pensar em mais nada) pode ajudar-nos a ficar mais calmos. Se entretanto durante o teste nos sentirmos nervosos, podemos fazer o mesmo, parar, fechar os olhos e respirar fundo. Se não queremos ficar ainda mais ansiosos convém sentarmo-nos o mais sozinhos possível, já que a ansiedade pode ser “contagiosa” (a ansiedade dos outros pode aumentar ainda mais a nossa ansiedade);
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ter um estilo de vida saudável:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Dormir o suficiente, fazer exercício, comer de forma equilibrada são comportamentos saudáveis que também nos podem ajudar quando vamos fazer um teste. Reservar algum tempo para não fazer nada sem se sentir culpado, manter interações sociais, passear ou praticar um desporto também são ótimas formas de reduzir a ansiedade e de “refrescarmos a cabeça” depois de estudar ou fazer um teste.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             ﻿
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/05.+Mai+21+-+01.jpeg" length="90020" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 26 May 2021 20:56:44 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/artigos/o-impacto-da-ansiedade-no-desempenho-escolar</guid>
      <g-custom:tags type="string">#desempenhoescolar,#espacocrescer,#psicologia,#ansiedade,#psicoterapia</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Quando o cansaço é levado ao limite...  O Síndrome de Burnout</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/artigos/quando-o-cansaco-e-levado-ao-limite-o-sindrome-de-burnout</link>
      <description>Se antes pensávamos no Burnout como algo distante, longínquo e apenas associado a algumas profissões muito exigentes, hoje talvez possamos pensar no Burnout como algo próximo, que nos pode afetar a cada um de nós, independentemente da profissão que se exerce.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Burnout. Uma palavra estranha mas que gradualmente se tem tornado tão comum nos nossos dias. Se antes pensávamos no Burnout como algo distante, longínquo e apenas associado a algumas profissões muito exigentes, hoje talvez possamos pensar no Burnout como algo próximo, que nos pode afetar a cada um de nós, independentemente da profissão que se exerce.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Por Burnout entenda-se uma perturbação causada pelo stress excessivo devido a uma sobrecarga ou excesso de trabalho. Pode-se pensar no Burnout como uma forma de resposta a situações permanentes e intensas de stress laboral, que terá maiores probabilidades de ocorrer quando a pessoa não utiliza estratégias adaptativas para lidar com situações de stress. Será essencialmente a exposição contínua a estas situações de stress, de forma recorrente, que pode efetivamente levar-nos a viver um sentimento crónico de stress, ou seja, ao Burnout.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Trata-se, portanto, de uma sensação de esgotamento emocional, em que a pessoa sente uma sobrecarga, que não aguenta mais, como se estivesse no seu limite, em conjunto com sentimentos de desvalorização pessoal, de incompetência pessoal e profissional, de desesperança, perdendo não poucas vezes o interesse e a motivação para o trabalho. Torna-se desta forma incapacitante, surgindo um sentimento de baixa realização profissional e, consequentemente, uma baixa satisfação com o trabalho, impedindo a pessoa de desempenhar as suas tarefas quotidianas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           De facto, sabe-se hoje em dia que o stress é já considerado como uma das epidemias do século XXI. A modificação dos tipos de trabalho a partir das décadas de 70 e 80, em que assistimos aos trabalhos a tornarem-se mais profissionalizados, burocráticos e isolados, com expetativas mais elevadas, não apenas das empresas em relação aos seus colaboradores, como também das expetativas internas, as que nos colocamos a nós próprios. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Porém, é quando estas expetativas não são atingidas que pode surgir a frustração, a qual não sendo devidamente desconstruída, analisada, escutada pode, de facto, ser um enorme gerador de stress interno, o qual de forma continuada torna mais frequente os processos de cansaço físico e emocional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Situações que envolvam esforço excessivo, curtos intervalos, elevada competitividade (desejo de ser e fazer o melhor entre os colegas de trabalho), pressão inadequada (desajustamento nas funções atribuídas, sobrecarga de tarefas, alterações no horário de trabalho), o mau ambiente no trabalho (entre colegas e chefias), assim como problemas pessoais, podem também contribuir para o aparecimento de sintomas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De uma forma resumida, o síndrome de Burnout caracteriza-se essencialmente por três dimensões, de carácter evolutivo:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Esgotamento emocional: Traduz-se num cansaço físico, psíquico ou em ambos. Sensação de sobrecarga.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Despersonalização: Desenvolvimento de sentimentos, atitudes, e respostas negativas. Atitudes de insensibilidade, desumanização da relação com o outro.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Baixa realização pessoal: Sentimentos de incompetência e/ou insucesso profissional.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estratégias de Prevenção do Burnout
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim que identificamos os aspetos que originam as nossas reações e compreendermos os estados emocionais em que nos encontramos, passamos a ter a capacidade de lidar com eles de forma consciente. Desta forma, podemos alterar e até sair de alguns estados emocionais que não nos são favoráveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Recorde-se que a responsabilidade de assumirmos o nosso autocuidado deverá ser apenas nossa. Somos nós os únicos responsáveis por organizar o nosso dia-a-dia de forma a assegurar que as tarefas mais importantes sejam priorizadas e por vezes há mesmo que repensar as nossas prioridades.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Neste sentido, partilho algumas atividades fundamentais para a sua saúde e equilíbrio emocional:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Comece o dia com tempo:
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Quando planear o seu dia e as horas a que vai meter o despertador, permita-se ter o tempo necessário para acordar de forma gradual. Fique alguns minutos deitado, pode espreguiçar-se lentamente, meditar, ler algo que o inspire e deixar algum tempo para tomar um pequeno-almoço que lhe dê prazer.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mantenha uma boa higiene de sono:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Durma as horas que sente que são as necessárias para recuperar a sua energia para enfrentar um novo dia.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Adote um estilo de vida mais saudável:
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tente praticar exercício físico com regularidade, comer corretamente e, novamente, dormir o número de horas suficiente.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cuidado com o uso excessivo das tecnologias:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Tente desligar o seu telefone algum tempo antes de ir dormir. Aprenda a desfrutar da sua própria companhia. Invista nas suas relações sociais e familiares.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Evite a excessiva consulta das suas redes sociais:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Visitar constantemente as nossas redes sociais pode, por si só, gerar ansiedade. Muitas pessoas sofrem pela idealização de um mundo que, na maioria das vezes, não é real. Desejam atingir aquilo que é publicado pelos amigos, colegas ou mesmo desconhecidos. Esta comparação diária pode levar também ao Burnout, uma vez que acaba por desencadear um “desejo” por uma vida que não é aquela que sentimos que estamos a ter.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estabeleça limites:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Aprenda a dizer que não! Ao aprender a dizer que “Não” a algumas coisas, vai permitir que comece a dizer mais vezes que “Sim” a si próprio e ao que verdadeiramente importa.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Treine a sua Resiliência:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Experimente algo novo, comece um novo projeto ou hobbie. Tente escolher atividades que não estejam relacionadas com o seu trabalho.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/03.+Mar+21+-+01.jpeg" length="288483" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 25 Mar 2021 17:08:32 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string">#burnout,#espacocrescer,#psicologia,#psicoterapia</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/03.+Mar+21+-+01.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Bilinguismo</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/bilinguismo</link>
      <description>Nos tempos atuais, é cada vez mais comum as crianças serem expostas a ambientes com vários idiomas, seja devido à crescente mobilidade da população, à globalização dos meios de comunicação, ou por uma opção de educação, em que a criança integra uma escola de ensino bilingue.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos tempos atuais, é cada vez mais comum as crianças serem expostas a ambientes com vários idiomas, seja devido à crescente mobilidade da população, à globalização dos meios de comunicação, ou por uma opção de educação, em que a criança integra uma escola de ensino bilingue. No entanto, ainda existem alguns mitos e receios sobre o impacto que a exposição simultânea a duas ou mais línguas possa ter no desenvolvimento da linguagem da criança
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/02.+Fev+21+-+02.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Então, o que é na verdade isto do bilinguismo?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ser bilingue significa que a criança consegue falar simultaneamente duas línguas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ciência e os diversos estudos apontam para dois tipos de bilinguismo:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Simultâneo
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : quando a criança está exposta, desde o nascimento, a duas línguas de forma consistente no seu dia-a-dia e aprende as duas em simultâneo. Isto ocorre, por exemplo, quando os pais têm nacionalidades diferentes. Neste processo, as crianças adquirem ou assimilam inconscientemente as “regras das línguas” e aplicam-nas automaticamente. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sequencial
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : quando a criança aprende a segunda língua após ter adquirido totalmente a primeira língua (língua materna). Isto ocorre, por exemplo, quando a criança é emigrante ou começa a frequentar um contexto escolar com outro idioma. Neste contexto, é necessário que exista uma aprendizagem consciente de uma segunda língua, com o ensino de regras. Esta aprendizagem pode ser mais fácil se existir um bom desenvolvimento da linguagem aquando da aquisição da língua materna. Isto porque, por vezes, aprende-se uma segunda língua por comparação à primeira.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/02.+Fev+21+-+03.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mitos e Verdades sobre o Bilinguismo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A introdução de duas línguas atrasa o desenvolvimento da linguagem na criança?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Falso
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            No desenvolvimento da linguagem de uma criança, independentemente do número de línguas a que a criança esteja exposta, por norma, as primeiras palavras surgem por volta de um ano de idade e, por volta dos dois anos, já começa a usar pequenas frases. Até ao momento,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           não existem evidências científicas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            de que o bilinguismo pode provocar um atraso ou alteração no desenvolvimento da linguagem. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sabe-se que a introdução muito precoce das duas línguas é facilitadora do desenvolvimento linguístico devido à plasticidade cerebral da criança. No entanto, nem sempre uma pessoa bilingue terá o mesmo nível de proficiência em ambas as línguas em que comunica, podendo uma delas ser, em determinado momento da vida, mais dominante. Isto ocorre, muitas vezes, devido à quantidade de exposição e ao uso de cada língua. Deste modo, na fase de aquisição do bilinguismo (simultâneo) é importante que seja promovido uma exposição
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           natural e sistemática
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            às duas línguas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É, no entanto, relevante reforçar que, apesar de cada criança ter o seu ritmo de desenvolvimento, o processo de aquisição e desenvolvimento da linguagem e fala tem por base fases e etapas expetáveis, tanto na aquisição de uma ou mais línguas. Nesse sentido, é importante não esquecer que, apesar de existirem variações individuais, existem também marcos de desenvolvimento que são esperados em cada faixa etária. Assim, se estes não ocorrem ou levantam dúvidas, é importante procurar a ajuda de um Terapeuta da Fala. Um atraso significativo no desenvolvimento da linguagem, seja compreensiva ou expressiva, não está, por si só, relacionado com a exposição simultânea a duas línguas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É normal misturar as duas línguas? Isto vai gerar confusão?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            É normal misturar as duas línguas?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Verdadeiro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Isto vai gerar confusão?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Falso
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É comum as crianças bilingues misturarem no discurso palavras de ambas as línguas. Numa primeira fase, isto ocorre quando a criança não se lembra ou não sabe a palavra naquele idioma e vai “pedir emprestado” à outra língua. Por norma acontece quando a criança sabe que o outro também domina as duas línguas e perceberá o que ela quer dizer. Inclusivamente, vários adultos misturam ambos os idiomas de forma regular quando estão entre amigos ou família. Existem ainda algumas pesquisas que verificam que, quanto mais proficientes, mais a pessoa bilingue mistura os idiomas sem violar nenhuma das regras gramaticais das línguas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Deste modo, misturar as línguas é um processo natural e normal da aquisição bilingue durante os primeiros anos. A criança acabará por deixar de o fazer (desde que não ocorra com frequência na comunidade), não sendo necessário os pais ou educadores tentarem impedir a “mistura”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao expor a criança a duas línguas, é mais benéfico cada pai falar uma só língua com a criança?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Falso
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar de ser uma estratégia amplamente utilizada, não existem dados científicos que nos digam que esta abordagem seja a mais correta ou a única que deva/possa ser utilizada ou até a que diminui a mistura de línguas. É recorrente as crianças misturarem as línguas, independentemente da visão dos pais e várias abordagens podem levar ao bilinguismo. O mais importante é que os pais falem com filhos de uma maneira confortável e natural.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para aprender corretamente a língua majoritária da comunidade, os pais devem deixar de falar a língua materna com a criança?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Falso
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alguns pais, mesmo não sendo fluentes, tentam falar a língua majoritária com os seus filhos porque desejam que eles aprendam essa língua. No entanto, isso pode tornar as conversas e as interações pouco naturais ou até desconfortáveis ​​entre pais e filhos. Não existem evidências científicas de que o uso frequente da segunda língua em casa seja essencial para que a criança aprenda essa segunda língua (Paradis, J., Genesee, F., &amp;amp; Crago, M. 2011). Além disso, se a criança não conhecer a língua materna da família, pode não conseguir comunicar com todos os elementos do seio familiar. Estudos apontam que as crianças que têm uma base sólida na sua língua materna aprendem mais facilmente uma segunda língua. Por outro lado, as crianças que não são expostas e/ou não praticam de forma consistente a sua língua materna serão menos proficientes na mesma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vantagens do Bilinguismo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As crianças bilíngues conseguem focar mais a sua atenção em informações relevantes e ignorar distrações. É ainda referido que têm melhores capacidades de memorizar e evocar informação e maior facilidade em desenvolver ou aprender outras línguas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em adulto, o facto de se compreender e usar fluentemente duas ou mais línguas pode tornar-se uma vantagem social, potenciando a integração no mercado de trabalho.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O bilinguismo reduz os efeitos de envelhecimento no cérebro na idade adulta.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pode tornar-se uma vantagem na recuperação de uma afasia após um Acidente Vascular Cerebral (AVC) ou outra condição incapacitante (ex.: demência; Parkinson). Isto porque ambas as línguas não têm a mesma representação neurológica, sendo que uma delas pode não ficar (totalmente) afetada, compensando em parte a limitação da outra língua.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bibliografia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Canadian Council on Learning  (2008).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Parlez-vous français? The advantages of bilingualism in Canada. 
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Disponível online: http://www.ccl-cca.ca/pdfs/LessonsInLearning/Oct-16-08-The-advantages-of-bilingualism.pdf
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Lowry L (2015).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Bilingualism in Young Children: Separating Fact from Fiction
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Hanen Early Language Program.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Paradis, J., Genesee, F., &amp;amp; Crago, M. (2011).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dual Language Development and Disorders: A handbook on bilingualism &amp;amp; second language learning
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Baltimore, MD: Paul H. Brookes Publishing.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 01 Feb 2021 23:24:09 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Entender o que sinto para me cuidar</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/artigos/entender-o-que-sinto-para-me-cuidar</link>
      <description>E quando queremos cuidar-nos de forma diferente, mas por alguma razão que não se entende, não conseguimos mudar?</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Hoje falamos sobre a importância de estarmos ou reaprendermos a estar em relação connosco como um aspeto necessário à autoestima, onde que emoções e pensamentos convivem lado a lado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A relação com o Eu
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se podemos dizer que sentirmo-nos ouvidos e estarmos disponíveis para ouvir são duas condições importantes para uma relação satisfatória e investida; podemos dizer também que para não descuidarmos a relação connosco próprios é preciso escutar e atender ao nosso mundo interno.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           No entanto, da mesma forma que às vezes podemos ser mais distraídos com os que mais amamos ou senti-los como mais desatentos com o que gostaríamos que fossem os primeiros a perceber; também acontece descuidarmo-nos na relação com nós próprios. E sobretudo se estamos pouco habituados a olhar para dentro, ou seja, a dar atenção e valor ao que sentimos e precisamos. Por isso, face a um sentimento de insatisfação com a vida, com as relações ou com caraterísticas próprias, talvez seja preciso reaprendermos a cuidar de nós, de uma forma diferente daquela a que nos habituámos e, às vezes, a diferente daquela a que fomos habituados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           E quando queremos cuidar-nos de forma diferente, mas por alguma razão que não se entende, não conseguimos mudar? E quando, a par disso, até vivemos a repetição do mesmo tipo de problemas na vida, acompanhados de sentimentos dolorosos ou conflitos internos que já se tornaram familiares?
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A transformação é possível quando se está disponível para a aprendizagem e para a alteração de um determinado estilo cognitivo (forma de pensar adquirida através de associações que fomos fazendo entre experiências e emoções) que nos orienta. Mas apesar da capacidade para aprender ser inerente ao ser humano, esta pode ficar comprometida na presença de um contexto emocional negativo (Spitzer, 2007).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Mudarmos a forma como pensamos e aprendermos a cuidar de nós pode tornar-se difícil quando temos impedimentos, como medos associados – por exemplo, quando o medo de desiludir alguém ou de se ser rejeitado explica a dificuldade em valorizar as próprias necessidades na relação com o outro. Neste sentido, sabe-se que o medo e a ansiedade, a longo prazo, comprometem a descentração do pensamento, a aprendizagem associativa, e a capacidade para aguentar a incerteza e os sentimentos desagradáveis (Spitzer, 2007). Por isso, compreender o que nos causa mal-estar ou o que nos impede de mudar poder ser, às vezes por si só, transformador.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/01.+Jan+21+-+02.jpeg"/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entender o que me incomoda
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Face a situações emocionalmente desafiantes que provocam sentimentos dolorosos difíceis de tolerar, cada indivíduo encontra a forma que lhe é possível, em determinado contexto e com os recursos disponíveis, para lidar com esses sentimentos difíceis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Às vezes, evitar a vivência do sentimento difícil é a forma possível, de modo a conseguir-se manter funcional. No entanto, quando esta forma de lidar com os sentimentos vai sendo privilegiada ao longo da vida (muitas vezes, de modo inconsciente), a longo prazo não experienciar e entender as emoções e os sentimentos pode comprometer a capacidade para os gerir e dar, gradual e eventualmente, origem a sintomas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De notar que sintoma ou queixa não é em si a origem do mal-estar, mas a expressão de uma dificuldade que espera resolução.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Face a uma problemática semelhante, existem formas distintas de com ela lidar e também sintomas diferentes. Por exemplo, podemos ter um funcionamento depressivo presente em duas pessoas que o expressam de forma diferente, desde a vivência de falta de motivação e de falta de prazer nas atividades diárias, a um privilégio pela ação e dificuldade em estar sozinho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Neste sentido, também um mesmo sintoma poderá ter significados diferentes em cada um. A persistência de sentimentos recorrentes de impaciência e irritação, o medo de andar de elevador, alterações do comportamento alimentar, enurese noturna, etc., podem ser, cada uma, uma queixa comum com explicações diferentes. Por exemplo, ranger os dentes durante o sono num indivíduo pode expressar sentimentos de zanga não pensados ou postos em palavras, enquanto noutro pode significar uma preocupação a ser “mastigada” (Janov, 1970).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Assim, entenda-se que um desenvolvimento emocional saudável inclui viver tanto os sentimentos agradáveis, como os dolorosos que o contexto ou os próprios pensamentos possam em nós despertar, para que não tenham de ser recorrentemente revividos e possam em nós habitar de forma harmoniosa, com lugar na sua origem.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/01.+Jan+21+-+03.jpeg"/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desta forma, para cuidarmos da nossa saúde mental, é importante estar em relação com o nosso mundo interno, sentindo e pensando sobre o que sentimos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Contudo, fazê-lo pode não ser fácil, sobretudo se não estamos habituados, ou não conseguimos sair do mal-estar, ou as defesas à dor estruturam o nosso funcionamento. Pela dificuldade que envolve, para resolver o que nos incomoda e cuidarmos de nós, pode ser necessária a ajuda de um profissional adequado. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Questões para pensar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Comigo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O que é que eu gosto em mim? E que é que em mim pode ser mais difícil de aceitar e reconhecer?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O que é que eu quero para mim?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O que é que eu quero que seja diferente na minha vida? O que é que eu posso mudar em mim para isso acontecer?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             ﻿
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        
            Como é que eu me cuido? Como é que eu me quero cuidar?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na relação com os outros
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Como é que me sinto na relação com as pessoas importantes da minha vida?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Como é que eu faço o outro sentir-se?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Como é que o meu comportamento influencia a forma como sou tratado pelos outros?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/01.+Jan+21+-+04.jpeg"/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bibliografia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Janov, A. (1970), The primal scream; primal therapy: the cure for neurosis. Nova Iorque: Dell Publishing Company.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Spitzer, M. (2007), Aprendizagem; neurociências e a escola da vida. Lisboa: Climepsi.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/01.+Jan+21+-+01.jpeg" length="282405" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 27 Jan 2021 15:14:17 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Um olhar sobre a LEITURA... para “lermos de verdade”</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/artigos/um-olhar-sobre-a-leitura-para-lermos-de-verdade</link>
      <description>A leitura é uma ferramenta imprescindível em todas as fases da vida. O sucesso escolar e o desenvolvimento do sistema linguístico da criança dependem bastante das suas capacidades de leitura.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           LEITURA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é uma ferramenta imprescindível em todas as fases da vida. O sucesso escolar e o desenvolvimento do sistema linguístico da criança dependem bastante das suas capacidades de leitura. É a leitura que facilita o acesso a novos conhecimentos e aprendizagens. A leitura não se adquire espontaneamente, necessita de uma aprendizagem estruturada, sistematizada e dirigida. Além disso, não se resume à alfabetização, desenvolve-se ao longo de toda a vida.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A criança lê efetivamente quando conjuga a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           precisão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           velocidade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           prosódia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           compreensão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Quando um dos seus componentes não ocorre como é esperado, o alcance de todos os outros é limitado. A precisão e a velocidade são dois indicadores de desempenho da leitura essenciais que, juntos, traduzem a fluência leitora da criança e se encontram altamente relacionados com a compreensão leitora.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           PRECISÃO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é o grau de correção da leitura da criança, ou seja, a exatidão com que são transformados os grafemas (letras) em fonemas (sons). O domínio desta competência de descodificação (princípio alfabético) e reconhecimento de palavras é necessário para que a criança consiga aumentar o automatismo da sua leitura.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           VELOCIDADE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é o ritmo da leitura da criança. Faz a ponte entre o reconhecimento das palavras e a sua compreensão. É fundamental que a criança consiga ler com rapidez e, em simultâneo, suavemente, sem esforço e automaticamente.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           PROSÓDIA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é um conjunto de recursos da linguagem oral que inclui ênfase, variações de tom e intensidade, entoação e pausas. Para a criança realizar uma leitura prosódica terá de conseguir identificar os limites das frases e, assim, ler em pedaços significativos, isto é, frase a frase (em vez de palavra a palavra), realizando pausas adequadas. Além disso, importa a criança ler as frases com a entoação e o tom corretos, de acordo com os sinais de pontuação. Por fim, é igualmente importante, que a leitura seja realizada com expressividade e sem esforço, como se estivesse a falar. Todos estes aspetos prosódicos têm um grande relevo para a compreensão leitora, pois fornecem pistas sintáticas e semântico-pragmáticas que facilitam o processamento da informação. Desta forma, conclui-se que, quando a criança lê com uma prosódia adequada, indica que está a compreender o que está a ler, facilitando também a compreensão de quem ouve.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           COMPREENSÃO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            na leitura permite ler palavras, frases e textos, dando-lhes significado, interpretando-os e permitindo utilizar a mensagem para construir e adquirir conhecimentos. As capacidades de compreensão leitora dependem essencialmente do capital lexical de cada criança e da sua
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           fluência leitora
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , isto é, da capacidade que revela a ler os textos com rapidez, precisão e com a expressividade adequada, de forma suave e sem esforço, descodificando e reconhecendo automaticamente as palavras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/12.+Dez+20+-+02.jpeg"/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           automatização da leitura
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            baseia-se na capacidade de descodificar, identificar e entender as palavras, reconhecendo e acedendo automaticamente ao léxico ortográfico armazenado. Quanto melhor for a mecânica de descodificação e de automatização no reconhecimento das palavras, mais atenção disponível existirá para ser dedicada à compreensão, nomeadamente para serem feitas ligações entre as ideias do texto e entre o texto e os conhecimentos anteriores da criança. Aliás, a automatização da leitura é fundamental para que possam entrar em ação os procedimentos necessários à compreensão da mensagem, pois é possível descodificar sem compreender, mas não é possível compreender sem descodificar. O objetivo final é a criança conseguir descodificar e compreender o que lê em simultâneo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           MOTIVAÇÃO para a Leitura
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           “Para se ser leitor não basta saber: é preciso querer ler” (Reis, 2009). É à medida que a criança vai entrando no mundo da leitura que se vai interessando por ela e, assim, vai desenvolvendo as suas competências leitoras. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desta forma, torna-se fundamental o incentivo de práticas que motivem as crianças para a leitura.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/12.+Dez+20+-+03.png"/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em CASA: A Importância do Treino da Leitura | Estratégias
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “A leitura alimenta-se de outras leituras”. Para promover a fluência leitora, importa proporcionar à criança muitas oportunidades (idealmente diárias) para a prática da leitura, preferencialmente em voz alta e com o modelo e a orientação de leitores fluentes, tal como os pais, que comentem as leituras e que os ajudem ativamente a tomar consciência dos seus erros e a corrigi-los.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           • Incentive a criança a escolher as histórias. É importante que lhe despertem prazer e interesse. Importa apenas que contenham uma linguagem adequada à sua idade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           • Comece com textos que não impliquem grandes dificuldades à criança e lhe permitam enriquecer o seu vocabulário. Gradualmente, torna-se importante orientar as crianças a escolher textos progressivamente mais difíceis/complexos/diferentes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           • Converse com a criança sobre o título e as ilustrações dos livros, enriquecendo o seu vocabulário e ajudando-a a associar ao conteúdo da história.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           • À medida que a história ou o texto vai sendo lido, faça oralmente e em conjunto com a criança pequenos resumos das ideias principais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           • Vá parando e perguntando “E depois, o que achas que vai acontecer a seguir? E como?”, de forma a aumentar a motivação e a curiosidade da criança.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           • Em dias em que o cansaço é maior, leia com a criança, por exemplo, uma página/parágrafo a cada. Embora o ideal seja a criança conseguir ler a história toda, ouvir os pais a ler algumas partes da história também é muito importante, pois são o seu modelo preferencial de fluência leitora.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           • Quando aparecer uma palavra mais difícil de descodificar, ensine a criança a ler sílaba a sílaba (um bocadinho de cada vez).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           • Espera-se que nos diversos textos que vão sendo apresentados às crianças, surjam palavras totalmente novas e, por isso, desconhecidas, pois é assim que também se promove a amplificação e o enriquecimento do seu vocabulário. Desta forma, importa garantir que a criança identifica todas as palavras/expressões que não conhece ou não sabe o que significa. Depois, numa primeira instância, importa incentivar a criança a deduzir o significado de acordo com o contexto e o sentido da frase e do texto. Caso continue difícil, os pais deverão então explicar e exemplificar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           • No final das histórias:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pedir à criança para contar resumidamente a história e a sua parte preferida.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Realizar à criança algumas perguntas de interpretação abertas, curtas e diretas (exemplos: Onde se passa a história? O que aconteceu?).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Relacionar os episódios da história com as vivências da criança.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Incentivar a criança a fazer um desenho sobre a história.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           • Aproveite as oportunidades do dia-a-dia: ajude a criança a ler uma notícia do seu interesse na revista/jornal ou a ler uma receita de culinária. Mostre-lhe que existe escrita em todo o lado (lojas, transportes, publicidade, direções) e incentive-a ler. Procure demonstrar que ler permite aprender mais sobre as nossas personagens e jogos preferidos e trocar ideias com os nossos amigos sobre aquilo que lemos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           • Não se esqueça de elogiar o esforço e a leitura da criança, o reforço positivo é crucial!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/12.+Dez+20+-+04.png"/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 09 Dec 2020 15:39:05 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/artigos/um-olhar-sobre-a-leitura-para-lermos-de-verdade</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/12.+Dez+20+-+01.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Terapia de Casal - Amor e Desamor no Casal</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/artigos/terapia-de-casal-amor-e-desamor-no-casal</link>
      <description>O Nós de cada casal reflete a forma como contam a sua história, a sua narrativa sobre os acontecimentos de vida, não obstante as suas diferenças e semelhanças, assim como, a individualidade de cada um, suas heranças familiares, expetativas e sonhos.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cada um de nós não se casa consigo próprio, casa-se com alguém com uma história diferente e que, perante os acontecimentos da vida, reage de forma única”, diz-nos José Gameiro. O Nós de cada casal reflete a forma como contam a sua história, a sua narrativa sobre os acontecimentos de vida, não obstante as suas diferenças e semelhanças, assim como, a individualidade de cada um, suas heranças familiares, expetativas e sonhos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas se nesta história que começa com amor, surgem adversidades?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na realidade, o conflito e a crise acompanham o casal em várias fases e ciclos da sua vida. Mas é a forma como lidamos com ele que altera como o casal conta a sua história. A crise pode ser uma oportunidade de crescimento enquanto casal.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Porém, quando a história se rigidifica, erguem-se muros vividos como intransponíveis, geradores de grande sofrimento para ambos: “Estou cansado(a)…”, “é como bater a uma porta que está sempre fechada”, “parece que já não existo para ele(a)”, “não sei bem o que nos aconteceu… perdemos algo pelo caminho”. A flexibilidade e a aceitação recíproca do valor do outro tornam-se de grande importância no viver a dois e na construção do seu projeto comum enquanto casal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Viver a dois... entre o amor e o desamor
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O amor complexo, implica uma dimensão relacional e nutritiva, comportando componentes cognitivas, emocionais e pragmáticas, nomeadamente, o que pensamos, sentimos e o que fazemos em relação a ser amados, conforme nos descreve Juan Linares. Sendo o tempo um fator determinante, pode o estado amoroso, evoluir positivamente (amor) ou negativamente (desamor), com grande intensidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na dimensão cognitiva do amor, surge o reconhecimento do outro na sua individualidade, assim como, a sua valorização. Inversamente, o desamor, pode conduzir a desconfirmação da existência do outro e a desqualificação, que se revê no criticismo de que muitos casais são alvo, trazendo mágoa a ambos. Esta crítica sistemática é considerado por muitos autores, um dos fatores mais corrosivos para o bem estar da relação de casal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Numa dimensão emocional, o autor sugere a afeição e a ternura, a implicação emocional, dando lugar à paixão, esta que conhecemos como inspiração de histórias, poesia e melodias que atravessam os tempos. É na fase de enamoramento que a paixão ganha maior intensidade, dando lugar a olhares que se cruzam e se elegem mutuamente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando a afeição desvanece, pode ceder lugar a tédio e irritação, ou mesmo raiva, ódio e desprezo, com confrontação e luta pelo poder na relação de casal, conduzindo frequentemente a um conflito mais agravado e eventual ruptura.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Finalmente, o ingrediente mais pragmático, o desejo, a atração e a procura de obtenção do prazer e do sexo. O sexo, importa salientar, na sua dimensão relacional, enquanto expressão do casal do “fazer amor”, sendo as dificuldades neste âmbito, uma das queixas mais presentes na consulta de casal. Efetivamente, o casal confronta-se com uma lista de exigências familiares e profissionais, que dificultam imensamente o encontro íntimo, acrescido à forma como a intimidade e o desejo sexual são vividas por cada elemento do casal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando surge a terapia de casal?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O casal deseja recontar a sua história única, em que ambos sejam parceiros num caminho de proximidade e intimidade afetiva, com maior felicidade. No espaço terapêutico ensaiam outras formas de comunicar e expressar o que pensam, sentem e vivem, dando lugar a uma conjugalidade mais criativa e alimentada de possibilidades.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As dificuldades de comunicação potenciam a rigidez que o casal vivencia, deixando o desamparo, desespero e o desamor, num lugar onde outrora viveram a confirmação do amor e a esperança de sonhos em comum. O enfoque da terapia visa a possibilidade do casal se tornar a melhor equipa de si mesmo! Comunicar com o outro, não para o outro, podendo expressar os seus pensamentos e sentimentos, expetativas, sentindo-se aliados e não concorrentes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tornando mais possível o Nós...
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como refere Virginia Satir, “todo o par tem três partes: tu, eu e nós, ou seja, duas pessoas, três partes, cada uma delas significativa, cada uma delas com vida própria, em que cada parte torna mais possível a outra. Deste modo, eu torno-te mais possível a ti, tu tornas-me mais possível a mim, eu torno mais possível a nós, tu tornas mais possível a nós e, juntos, nós tornamos mais possível um e outro”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/11.+Nov+20+-+02.jpg"/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bibliografia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Campo, C., Linares, J. (2002). O que significa ser um casal. Editora Planeta.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Gameiro, J. (2011). Até que o amor nos separe. Edições Matéria Prima.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/11.+Nov+20+-+01.jpeg" length="160994" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 25 Nov 2020 15:09:29 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/artigos/terapia-de-casal-amor-e-desamor-no-casal</guid>
      <g-custom:tags type="string">#terapiacasal,#espacocrescer,#psicologia,#terapiafamiliar</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/11.+Nov+20+-+01.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/11.+Nov+20+-+01.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Disartria e Apraxia do Discurso, qual a diferença?</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/artigos/disartria-e-apraxia-do-discurso-qual-a-diferenca</link>
      <description>As perturbações adquiridas da fala podem ser definidas como o resultado de alterações neurológicas que afetam o planeamento, a programação, o controlo e/ou a execução da fala.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Perturbações Adquiridas da Fala
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            As perturbações adquiridas da fala podem ser definidas como o resultado de alterações neurológicas que afetam o planeamento, a programação, o controlo e/ou a execução da fala. Este tipo de perturbações compreendem a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Disartria e a Apraxia do Discurso
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Apesar de ambas se tratare
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           m de alterações que afetam especificamente a fala
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , estas duas patologias apresentam características muito distintas, o que permite diferenciá-las de forma clara e precisa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Disartria
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            A Disartria é uma
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           alteração motora da fala
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , causada por uma
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           lesão no Sistema Nervoso Central
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (SNC)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           e/ou periférico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . É uma perturbação que está associada à lentidão, fraqueza ou falta de coordenação dos movimentos de fala, devido
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           à incapacidade de programar a posição dos órgãos fonoarticulatórios
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            envolvidos na expressão oral. As alterações que ocorrem ao nível da fala são causadas por paralisias, paresias, debilidade, lentidão, alterações de tónus e descoordenação dos músculos da fala. Como consequência, todos os processos de produção da fala são afetados, nomeadamente, a respiração, a fonação, a ressonância, a articulação e a prosódia. Existem vários tipos de Disartria e diferentes graus de severidade, que dependem da área afetada do sistema nervoso.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            A maior parte dos pacientes com esta perturbação apresenta várias características específicas na produção da fala, tais como:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           imprecisão articulatória, alterações na intensidade e altura tonal
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (tom de voz
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ) e diminuição da velocidade da fala
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Os pacientes com Disartria são capazes de pronunciar fonemas, semelhantes às palavras que querem dizer e na ordem correta. No entanto, a fala pode ser espasmódica (tensa-estrangulada) e a respiração interrompida, irregular, imprecisa ou monótona. Também podem apresentar má qualidade da voz (voz rouca e/ou com volume irregular) e hipernasalidade. Todavia, estas características poderão variar consoante o tipo de Disartria.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Reabilitação e a importância da Terapia da Fala
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Terapia da Fala é uma das áreas que intervém na reabilitação de pacientes com Disartria e Apraxia do Discurso. O Terapeuta da Fala é responsável por detetar ou confirmar a presença de alterações, estabelecer um diagnóstico diferencial, classificar a patologia e especificar a severidade do quadro apresentado. Através da avaliação, é possível o terapeuta estabelecer um prognóstico e um plano de intervenção, determinar os critérios do tratamento e monitorizar as mudanças que ocorram no paciente, durante a intervenção. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            De modo geral, o principal objetivo do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Terapeuta da Fala
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            consiste em
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           maximizar a comunicação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , amenizando as capacidades perdidas para que seja recuperada alguma autonomia e exista um
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           aumento da funcionalidade nas rotinas diárias
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . No entanto, existem vários modelos de intervenção, sendo que cada um deles integra objetivos e técnicas específicas, pelo que a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            intervenção deve ser individualizada
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           e adaptada a cada indivíduo e às suas necessidades, com base nas diferentes dificuldades e capacidades identificadas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bibliografia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Hegde, M. (2008). Hegde's Pocketguido to Assessment in Speech-Language Pathology .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Issler, S. (2006). Articulação e Linguagem: Fonoaudiologia na avaliação e no diagnóstico fonoaudiológo . Rio de Janeiro: Revinter.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Melle, N. (2007). Guía de intervención logopédica en la disartria. Madrid: Editorial Síntesis.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Owens, R., Metz, D., &amp;amp; Haas, A. (2003). Introduction to communication disorders- a life span perspective (2ªedição). Boston: Pearson Education.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Payão, L. M., Lavra-Pinto, B. d., Wolff, C. L., &amp;amp; Carvalho, Q. (2012). Características clínicas da apraxia de fala na infância: revisão de literatura. Letras de hoje, Porto Editora. pp. 24-29.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Souza, T. N., &amp;amp; Payão, L. M. (2008). Apraxia da fala adquirida e desenvolvimental: semelhanças e diferenças. 193-202
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/10.+Out+20+-+01.png" length="80539" type="image/png" />
      <pubDate>Fri, 23 Oct 2020 08:53:52 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/artigos/disartria-e-apraxia-do-discurso-qual-a-diferenca</guid>
      <g-custom:tags type="string">#disartria,#terapiadafala,#espacocrescer,#apraxia,#linguagem,#fala</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/10.+Out+20+-+01.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/2afaba8b/dms3rep/multi/10.+Out+20+-+01.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Introdução da Alimentação no Primeiro Ano de Vida do Bebé</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/artigos/introducao-da-alimentacao-no-primeiro-ano-de-vida-do-bebe</link>
      <description>No que concerne à introdução dos primeiros alimentos ao bebé, existem diferentes abordagens, opiniões e estratégias, sendo importante conseguir retirar as vantagens de todas elas.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sabia que a
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             boca
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            é o órgão com
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             maior número
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            de
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             recetores sensitivos
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            e tem várias funções como a
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             receção
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            dos alimentos, a
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             proteção
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            e o
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             controle
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            do sistema respiratório e digestivo?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na presente newsletter, falaremos um pouco sobre a introdução alimentar no primeiro ano de vida do bebé, considerando o olhar de uma Terapeuta da Fala.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    
          ﻿
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O﻿ desenvolvimento Sensório-Motor Oral (SMO) inicia-se ainda no período intrauterino, no qual o feto experimenta diferentes estímulos vindos dos meios intra e extrauterino e de si próprio. A exposição a estes estímulos (sensitivos, gustativos, vestibulares, auditivos, propriocetivos…) é fulcral para a programação sensório-motora envolvida nas funções orais quando o bebé nascer, não só na sucção, deglutição e respiração, como também, posteriormente, na mastigação e na fala da criança. O desenvolvimento do SMO dependerá das suas experiências sensoriais intrauterinas, da maturação do Sistema Nervoso Central (SNC), da herança genética e dos estímulos ambientais ao longo da vida, sendo que os primeiros anos de vida são essenciais para este desenvolvimento﻿.﻿
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ﻿
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    
          ﻿
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Após o nascimento, o bebé passa por diferentes fases ao nível da alimentação. A Organização Mundial de Saúde apela e reforça a importância da amamentação exclusiva durante os primeiros seis meses de vida. Apesar de não existir uma idade precisa na qual a alimentação complementar ao leite deve ser introduzida (pois cada bebé tem o seu desenvolvimento e as suas características), sabe-se que entre os 4 aos 6 meses, ocorre uma maturação neurológica muito significativa que será visível ao nível da competência motora oral, da aprendizagem de novos padrões comportamentais e do reconhecimento e integração sensoriais. Deste modo, por norma, nesta fase, inicia-se a introdução gradual dos alimentos e consistências. Esta nova etapa para o bebé e para a família requer paciência, calma e tempo, pois cada bebé tem a sua forma de aceitar e participar em novas experiências.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    
          ...
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cada bebé é único e existem
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            pré-requisitos
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           para
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            iniciar a sua introdução alimentar
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           :
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;ul&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Controlo da postura
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Interesse pela comida
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Coordenação óculo-manual
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todas as experiências sensoriais que os bebés obtêm, quer através da exploração oral de objetos, das mãos ou quer através da ingestão de alimentos com diferentes consistências, texturas, sabores e/ou temperaturas, contribuem para um adequado desenvolvimento da musculatura oro-facial[1] e dento-esquelética e previnem a ocorrência de alterações no Sistema Estomatognático. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O desenvolvimento correto destas estruturas, associado à maturação neurológica, permitirão a execução correta das funções neurovegetativas, nomeadamente, a fala (Bigenzahn, 2004).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           [1] Musculatura da face e da cavidade oral
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Bibliografia
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;ul&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          &lt;span&gt;&#xD;
            
              Batista A. (2020). Introdução da alimentação: como fazer o seu filho comer de tudo: compreender como o se processa a introdução alimentar. e-book – speechy.pt
             &#xD;
          &lt;/span&gt;&#xD;
          &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          &lt;span&gt;&#xD;
            
              Bigenzahn, W. (2004). Disfunciones Orofaciais en la infancia: diagnóstico, Terapia Miofuncional y Logopedia. Barcelona: Ars Medica.
             &#xD;
          &lt;/span&gt;&#xD;
          &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;font&gt;&#xD;
            
              Vieira, V.; Araújo C. &amp;amp; Jamelli S. (2016). Desenvolvimento da fala e alimentação infantil: possíveis implicações. CEFAC.
             &#xD;
          &lt;/font&gt;&#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/2afaba8b/dms3rep/multi/08.+Ago+20+-+01.jpeg" length="97660" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 07 Aug 2020 15:02:56 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/artigos/introducao-da-alimentacao-no-primeiro-ano-de-vida-do-bebe</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>BRINCAR e LINGUAGEM,  qual a relação?</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/artigos/brincar-e-linguagem-qual-a-relacao</link>
      <description>A criança brinca para descobrir o mundo, para descobrir as pessoas e as coisas que estão à sua volta.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             A Importância do Brincar
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Brincar? Sim, muito! Porque brincar é uma das “tarefas da infância com maior responsabilidade no desenvolvimento cognitivo, emocional, social e motor”. Através do brincar, a criança desenvolve a atenção, a memória, a imitação, explora e reflete sobre a realidade e o mundo onde está inserida. O brincar estimula a curiosidade, a confiança, proporciona o desenvolvimento da linguagem, do pensamento e da imaginação. São inúmeras as competências que as crianças desenvolvem ao brincar. Por estes motivos, o brincar constitui uma ferramenta indispensável na formação das crianças, pois contribui fortemente para o desenvolvimento global das mesmas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             O Brincar e o Desenvolvimento da Linguagem
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O brincar é a primeira linguagem da criança. É através do brincar que a criança desenvolve pré-requisitos fundamentais para o desenvolvimento da linguagem, tais como: ouvir, observar, imitar, pegar a vez, formar conceitos e compreender símbolos. Além disso, é através das atividades lúdicas que a criança desenvolve a sua capacidade de socialização, comunicação e construção de pensamentos. O desenvolvimento da linguagem ocorre à medida que a criança cresce e se verifica o aumento progressivo da complexidade das suas brincadeiras.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            De acordo com a literatura, a linguagem desenvolve-se mais facilmente quando a sua aquisição é realizada através do brincar. Ao brincar, a criança aprende uma série de competências linguísticas, tais como: identificar e nomear objetos, cores, formas, a construir frases simples, a realizar pedidos, a respeitar a tomada de vez, a compreender conceitos (ex.: grande/pequeno, duro/macio…) entre outras. Além disso, a utilização de frases mais complexas e o aumento das capacidades pragmáticas (adequação da linguagem ao contexto), surgem em primeira instância no contexto lúdico, o que leva a concluir que o brincar proporciona e beneficia as competências linguísticas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             A Terapia da Fala e o Brincar
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Brincar na Terapia da Fala? Sim, claro! Porque o contexto de brincadeira entre o terapeuta e a criança traz inúmeras vantagens. Através do brincar, o terapeuta da fala ajuda a criança a:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;ul&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Aprender e desenvolver novo vocabulário;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Desenvolver competências sociais e comunicativas;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Aprender a produzir e articular novos fonemas (sons);
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Participar em conversas;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Contar e inventar histórias.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Todos os jogos e atividades lúdicas desenvolvidas nas consultas respeitam os objetivos terapêuticos delineados, tendo em conta as dificuldades apresentadas pelas crianças. Além disso, através do brincar, o terapeuta consegue obter da criança toda a motivação e o envolvimento necessários para a ajudar a encarar novos desafios e a aprender competências que, sem jogos e brincadeiras, poderiam ser mais difíceis de assimilar. Assim, o terapeuta não só contribui para o desenvolvimento da criança, como também possibilita que a terapia seja mais atrativa, facilitando o processo de intervenção terapêutica.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            “A brincadeira também age sobre o desenvolvimento da criança como uma vitamina poderosa. Com efeito, quanto mais brinca, tanto mais hábil se torna, e quanto mais hábil se torna, tanto maior a sua vontade de brincar.”
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (Ferland, in O desenvolvimento da criança no dia-a-dia: do berço à escola primária)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Bibliografia
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;ul&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Alves, F. D., &amp;amp; Sommerhalder, A. (agosto de 2006). O brincar: linguagem da infância, língua do infantil. pp. 125-132.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Costa, D. M., &amp;amp; Gontijo, C. M. (2011). A linguagem oral como complemento integrante da brincadeira. pp. 268-288.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Coutinho, J. G. (2007). Aprender a Falar, Falar a Brincar: Software Educativo para Intervenção. Aveiro. pp. 1-100
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Gumieri, F. A., &amp;amp; Treviso, V. C. (2016). A importância do lúdico para o desenvolvimento da criança: o brincar como ferramenta de aprendizagem na Educação Infantil. pp. 66-80.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Silva, I. A., &amp;amp; Silva, M. d. (2019). A importância da brincadeira de faz de conta na educação infantil: sob o olhar de professoras . Revista Zero-a-seis. pp. 67-80
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Sousa, P. A. (s.d). A importância do brincar: brincar e jogar na infância. pp. 1-65
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/2afaba8b/dms3rep/multi/06.+Jun+20+-+01.jpg" length="118456" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 09 Jun 2020 16:08:02 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/artigos/brincar-e-linguagem-qual-a-relacao</guid>
      <g-custom:tags type="string">#brincar,#terapiadafala,#espacocrescer,#linguagem</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/2afaba8b/dms3rep/multi/06.+Jun+20+-+01.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/2afaba8b/dms3rep/multi/06.+Jun+20+-+01.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>“Fome emocional”  e  Compulsão alimentar</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/artigos/fome-emocional-e-compulsao-alimentar</link>
      <description>O consumo de alimentos é um comportamento muitas vezes utilizado não pela sua função nutricional, mas como um recurso externo para disfrutar de prazer imediato.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O consumo de alimentos é um comportamento muitas vezes utilizado não pela sua função nutricional, mas como um recurso externo para desfrutar de prazer imediato. Todos nós temos a experiência de comer algum alimento apenas pelo prazer que nos confere naquele momento. Por exemplo, aceitarmos algo doce que nos é oferecido, ou repetirmos parte daquela dose da refeição que nos soube bem à primeira.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Uma verdadeira satisfação das necessidades emocionais não descura o contacto com as emoções dolorosas e a sua compreensão
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           . Para tal, recorrer à psicologia clínica pode ser um meio importante para se fazer este trabalho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sentir e identificar o sentimento é, então, o ponto de partida para, por um lado, vir a entender a origem do desconforto, e por outro, vir a desenvolver recursos internos que permitam à pessoa conseguir aceitar, tolerar e gerir a sua vida emocional – com mais capacidade de análise das próprias emoções, com possibilidade de escolher de forma mais consciente, de pensar e concretizar as suas escolhas, e com comportamentos menos irresistivelmente impulsivos – em vez de privilegiar a procura de recursos externos nas horas de dificuldade.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/2afaba8b/dms3rep/multi/05.+Mai+20+-+01.jpg" length="51236" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 27 May 2020 15:46:45 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/artigos/fome-emocional-e-compulsao-alimentar</guid>
      <g-custom:tags type="string">#compulsaoalimentar,#fomeemocional,#espacocrescer,#psicologia</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/2afaba8b/dms3rep/multi/05.+Mai+20+-+01.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/2afaba8b/dms3rep/multi/05.+Mai+20+-+01.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>VOZ – ROUQUIDÃO – CRIANÇAS “O meu filho chega a casa rouco depois das aulas”</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/artigos/voz-rouquidao-criancas-o-meu-filho-chega-a-casa-rouco-depois-das-aulas</link>
      <description>Cada criança desenvolve as suas próprias formas de usar a voz para se expressar, iniciar e manter o contato com os outros e para satisfazer as suas necessidades.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             A Voz
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            … é considerada a ferramenta mais importante para os seres humanos comunicarem, daí a necessidade em cuidá-la. Cada criança desenvolve as suas próprias formas de usar a voz para se expressar, iniciar e manter o contato com os outros e para satisfazer as suas necessidades.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             Fatores que Podem Causar, Predispor ou Agravar a Disfonia Infantil
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A disfonia infantil resulta, na maior parte dos casos, da
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             presença frequente de comportamentos vocais abusivos
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            . Estes exigem um grande esforço e provocam um forte atrito entre as pregas vocais, irritando e sobrecarregando os músculos e os tecidos envolvidos na produção da voz. Além disso, poderá também estar relacionada com fatores ambientais, sociais, anátomo-fisiológicos, emocionais e pessoais.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Comportamentos Vocais Abusivos
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;ul&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              Falar muito alto
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             e
             &#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              gritar
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             frequentemente;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Chorar ou
             &#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              rir excessivamente
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             e de forma esforçada;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              Imitar ruídos/vozes
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             (ex.: máquinas, animais, monstros);
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              Sussurrar
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             ou
             &#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              falar muito rápido
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             e durante muito tempo seguido;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              Tossir
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             ou
             &#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              pigarrear
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             (“limpar/arranhar” a garganta) constantemente;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Falar durante atividades desportivas (ex.: futebol, karaté);
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Cantar sem cuidados, fora de tom e com esforço.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Alimentos e Ambientes Nocivos
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;ul&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              Consumir regularmente cafeína, bebidas gaseificadas, lacticínios
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             (ex.: leite, chocolate) e
             &#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              alimentos gordurosos, picantes e/ou com acidez
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             – promovem a produção de muco no trato vocal, desidratam e/ou irritam as pregas vocais;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              Ambientes ruidosos
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             – existe a necessidade elevar o volume da voz, esforçando;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              Ambientes poluídos
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             (fumo de tabaco), secos (poeiras) e com ar condicionado - desidratam e irritam os tecidos da laringe;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              Mudanças bruscas de temperatura
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             (ambientes e alimentos) – ocorre um choque térmico, alterando a estabilidade dos músculos do trato vocal;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              Dinâmica familiar
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             – ex.: as crianças que “não se sentem ouvidas” procuram ganhar o seu espaço, através da voz.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Características Pessoais Nocivas
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;ul&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              Personalidade da criança
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             (ansiedade, agitação, agressividade, hiperatividade – crianças falam mais alto e com mais frequência; timidez – crianças falam mais baixo, quase em sussurro) – tensão e esforço vocal;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              Desequilíbrio hormonal
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             (tiroide);
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              Configuração fisiológica da laringe das crianças
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             – propensa a nódulos vocais;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              Infeções, inflamações e alergias nas vias respiratórias superiores
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             ;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              Descoordenação entre a respiração e a fala
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             ;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              Respiração maioritariamente oral
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             – resseca as mucosas do trato vocal;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              Medicamentos
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             – desidratam e agridem a mucosas do trato vocal;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              Problemas auditivos
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             – se a criança ouve mal, tende a falar mais alto;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              Refluxo
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             laringofaríngeo ou gastroesofágico (
             &#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              azia
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             ).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             Nódulos Vocais
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Consoante a etiologia da disfonia, esta pode ser classificada como:
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             funcional
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            (mau uso das estruturas fonatórias, ex.: gritar frequentemente),
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             orgânico­-funcional
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            (lesões consequentes de comportamentos vocais inadequados, ex.: nódulos vocais) ou
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             orgânica
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            (consequência de alterações físicas, ex.: problemas neuromusculares).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A maioria das disfonias infantis é de origem funcional. Porém, pode rapidamente acarretar alterações orgânicas secundárias (mais comumente os
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             nódulos vocais
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            ), devido à persistência dos comportamentos vocais abusivos e à tensão muscular associada. Os nódulos vocais são lesões de massa benignas que, na infância, tendem a ser bilaterais e de natureza predominantemente edematosa. Resultam inicialmente numa disfonia episódica (tanto melhora, como piora) e progressiva (a qualidade vocal tende a piorar com o avanço da lesão).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             Importância da Sinalização Precoce
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estudos realizados relatam que os pais tendem a ter dificuldade em identificar as alterações vocais nos seus filhos, pois confundem-nas com infeções nas vias áreas superiores (ex.: constipações) ou vêem-nas como uma fase normal do desenvolvimento infantil. Há pais que até dizem: “não tinha notado, a voz da minha filha sempre foi assim”. Além disso, como estes problemas, na maioria das vezes, não afetam o sucesso académico, há a tendência para passarem mais despercebidos, contrariamente aos problemas linguísticos e/ou articulatórios.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Porém, é de realçar que uma sinalização tardia da disfonia atrasa o diagnóstico e o tratamento, aumentando as complicações e piorando o prognóstico. Além disso, sendo a voz o principal instrumento de comunicação, tem vindo a ser demonstrando que problemas vocais dificultam a comunicação e prejudicam o desenvolvimento social, afetivo-emocional e educacional, assim como a autoestima da criança.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Visto isto, os pais deverão estar atentos às possíveis alterações na voz da criança e, no caso de identificarem algum sintoma de patologia vocal (ex.: rouquidão) por um tempo prolongado (mais de 10/14 dias), deverão procurar inicialmente um
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Otorrinolaringologista
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            e, posteriormente, um
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Terapeuta da Fala
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 16 Apr 2020 16:34:58 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/artigos/voz-rouquidao-criancas-o-meu-filho-chega-a-casa-rouco-depois-das-aulas</guid>
      <g-custom:tags type="string">#terapiadafala,#espacocrescer,#rouquidao,#criancas,#voz</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Como gerir a Ansiedade em tempos de Isolamento Social?</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/artigos/como-gerir-a-ansiedade-em-tempos-de-isolamento-social</link>
      <description>Perante a situação de pandemia que vivemos, o facto de estarmos em isolamento social, o desconhecimento que temos sobre o coronavírus e sobre o futuro, é perfeitamente natural que nos sintamos ansiosos, com medo, preocupados.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Perante a situação de pandemia que vivemos, o facto de estarmos em isolamento social, o desconhecimento que temos sobre o coronavírus e sobre o futuro, é perfeitamente natural que nos sintamos ansiosos, com medo, preocupados, angustiados, aborrecidos, tristes, com uma sensação de impotência e de falta de controlo sobre tudo o que se está a passar à nossa volta.
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Caso esteja a viver esta situação:
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;ul&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              Valide os sentimentos que o seu filho possa estar a sentir e encoraje uma atitude positiva
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             . Seja compreensivo e paciente. Tenha em conta que as crianças modelam os adultos à sua volta, tenha em atenção o seu próprio comportamento, seja congruente: o seu filho apenas terá uma atitude positiva se os adultos à sua volta também a tiverem.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              Dê-lhes oportunidade para expressarem os seus sentimentos e receios
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             . Explique-lhes o que se passa e tranquilize-as utilizando linguagem apropriada à idade. Pode utilizar alguns recursos como livros infantis, aproveitando este momento para trabalhar as emoções com o seu filho.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
      &lt;li&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              Transmita esperança e segurança
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             . As crianças podem ficar facilmente perturbadas pelo que ouvem ou veem na televisão. Limite a sua exposição a notícias que as possam perturbar. Mantenham as vossas rotinas dentro do possível, nomeadamente a hora de levantar, das refeições e de ir dormir. Façam uma lista das tarefas que gostavam de fazer durante o dia. Organizar e planear permite-nos ter alguma sensação de controlo.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Acima de tudo, não se esqueça de cuidar de si próprio
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           . Assegure que tem algum tempo só para si durante o dia.
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Cuidar de si permite-lhe cuidar dos outros
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           . Recorde-se que vai tudo ficar bem e que esta é apenas uma situação temporária. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Fonte:
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ordem dos Psicólogos Portugueses
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 09 Apr 2020 15:22:45 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Ansiedade e a Gestão Emocional</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/artigos/ansiedade-e-a-gestao-emocional</link>
      <description>Concebemos a ansiedade como um estado emocional que constitui uma reacção a uma situação esperada, que desperta a existência simultânea de desejo e de medo.</description>
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      <pubDate>Thu, 26 Mar 2020 18:37:25 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>"Ouvir bem, mas compreender mal” - Processamento Auditivo Central</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/artigos/ouvir-bem-mas-compreender-mal-processamento-auditivo-central</link>
      <description>Para ouvir um som na sua perfeição, o indivíduo necessita de uma via auditiva que consiga detetar, discriminar, reconhecer e compreender toda a informação auditiva.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Rastreio e Avaliação Formal
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O Rastreio do Processamento Auditivo Central é geralmente realizado por um Terapeuta da Fala. Pode ser aplicado a crianças a partir dos 4 anos de idade e integra um conjunto de tarefas simples. Tem como objetivo orientar a família sobre a importância e necessidade de realizar ou não uma Avaliação Formal do Processamento Auditivo Central.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Esta Avaliação Formal consiste na aplicação de testes auditivos comportamentais e eletrofisiológicos por um Audiologista.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Intervenção
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os resultados da Avaliação Formal permitem delinear os objetivos terapêuticos de Treino Auditivo específicos a cada caso. A intervenção consiste na realização de um Treino dirigido às capacidades auditivas alteradas, o que permitirá melhorar o processamento da informação auditiva pelo Sistema Auditivo e maximizar a neuro-plasticidade.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Este Treino Auditivo pode ser realizado de forma formal ou informal, dependendo de cada caso. O treino formal é realizado por um Audiologista num ambiente acústico controlado (cabine) e o treino informal é conduzido por um Terapeuta da Fala, onde não é necessário o controlo acústico do ambiente e dos estímulos apresentados.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            No Espaço Crescer poderá agendar um Rastreio Gratuito em Terapia da Fala e esclarecer as suas dúvidas.
            &#xD;
        &lt;a href="/contact"&gt;&#xD;
          
             Contacte-nos para mais informações.
            &#xD;
        &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Bibliografia
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             (ASHA) American Speech-Language-Hearing Association. (1996). Central Auditory Processing: Current Status of Research and Implications for Clinical Practice. American Journal of Audiology, 5, 41–54.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Chermak, G. (2001). Auditory Processing Disorder: An Overview for the Clinician. The Hearing Journal, 54, 10–22.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             Nunes C. (2015). Processamento Auditivo: Conhecer, avaliar e intervir. Papa-Letras. Lisboa
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/2afaba8b/dms3rep/multi/01.+Fev+20+-+01.jpg" length="69304" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 14 Feb 2020 18:12:52 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/artigos/ouvir-bem-mas-compreender-mal-processamento-auditivo-central</guid>
      <g-custom:tags type="string">#audição,#terapiadafala,#espacocrescer</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/2afaba8b/dms3rep/multi/01.+Fev+20+-+01.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/2afaba8b/dms3rep/multi/01.+Fev+20+-+01.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Afasia: Sabe o que é?</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/artigos/afasia-sabe-o-que-e</link>
      <description>A afasia pode ter um impacto preponderante na qualidade de vida da pessoa, pois, além de afetar a linguagem, pode causar limitações físicas e dificuldades na noção de identidade, na autoestima e nas relações sociais e afetivas.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font color="#cfa340"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             O que é a afasia? 
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A afasia é uma
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             perturbação adquirida da linguagem
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            resultante de uma
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             lesão cerebral
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            , geralmente localizada no hemisfério esquerdo. Esta patologia pode comprometer vários aspetos da comunicação, nomeadamente, a compreensão oral, a expressão verbal, a leitura, a escrita e o cálculo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A afasia pode ter um impacto preponderante na qualidade de vida da pessoa, pois, além de afetar a linguagem, pode causar limitações físicas e dificuldades na noção de identidade, na autoestima e nas relações sociais e afetivas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Segundo a literatura, o
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Acidente Vascular Cerebral (AVC) é a causa mais frequente
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            da afasia. No entanto, esta patologia também pode ser causada por traumatismos cranianos, tumores cerebrais e doenças infeciosas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Factores de Risco da Afasia
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Segundo Owens, Metz &amp;amp; Haas (2003), existem alguns fatores de risco que poderão conduzir ao AVC e, consequentemente, ao quadro de afasia, nomeadamente: hábitos tabágicos, abuso de álcool, dieta pobre, hipertensão, colesterol alto, diabetes, obesidade, stress, inatividade e idade avançada.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Como Comunicar com uma Pessoa com Afasia?
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Seguem algumas orientações que poderão ajudar os familiares e os amigos a melhorar a forma de comunicar com a pessoa com afasia e que, consequentemente, contribuirão para a sua reabilitação:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Procure deixar a pessoa com afasia falar, não termine as suas palavras ou frases a não ser que ela peça;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Procure falar de forma calma e clara e evite locais com ruído;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tente evitar o isolamento para que a pessoa não se sinta incapacitada;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Promova a independência, levando-a a participar em pequenas decisões que lhe dizem respeito (ex.: escolher a roupa, a comida);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Procure certificar-se que a sua comunicação está a ser bem-sucedida e, se necessário, utilize outros meios de comunicação, como por exemplo o desenho ou os gestos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Utilize algumas imagens simples, fotografias de locais ou pessoas próximas da pessoa com afasia, para que ela possa apontar e assim minimizar as suas dificuldades de comunicação;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Evite superprotegê-lo: é um adulto e deve ser tratado como tal. Se fizer por ele não o ajuda a desenvolver as suas capacidades.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             Bibliografia
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;font&gt;&#xD;
            
              Caldas, A. C. (2000). A herança de Franz Joseph Gall: O cérebro ao serviço do comportamento humano. Liaboa: McGraw-Hill.
             &#xD;
          &lt;/font&gt;&#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;font&gt;&#xD;
            
              Jakubovicz, R. (2004). Avaliação em Voz, Fala e Linguagem. Rio de Janeiro: Revinter Ltda.
             &#xD;
          &lt;/font&gt;&#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;font&gt;&#xD;
            
              Owens, R., Metz, D., &amp;amp; Haas, A. (2003). Introduction to communication disorders- a life span perspective (2ªedição). Boston: Pearson Education.
             &#xD;
          &lt;/font&gt;&#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             Riper, C. V., &amp;amp; Emerick, L. (1997). Correcção da linguagem: uma introdução à patologia da fala e audiologia. Porto Alegre: Artes Médicas.
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/2afaba8b/dms3rep/multi/12.+Dez+19+-+01.png" length="113040" type="image/png" />
      <pubDate>Fri, 13 Dec 2019 16:43:49 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/artigos/afasia-sabe-o-que-e</guid>
      <g-custom:tags type="string">#afasia,#terapiadafala,#espacocrescer</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/2afaba8b/dms3rep/multi/12.+Dez+19+-+01.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/2afaba8b/dms3rep/multi/12.+Dez+19+-+01.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Sobre a Alienação Parental...</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/artigos/sobre-a-alienacao-parental</link>
      <description>Quando um pai instrói um filho para que deite o outro dos seus pais a perder, não só o está a alienar a ele. Está, sobretudo, a alienar a noção de família." (Eduardo Sá)</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           Quando falamos de alienação parental, falamos de uma forma severa de mau trato psicológico de um dos pais sobre o seu filho.
          
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           Falamos de pais que têm atitudes e comportamentos que visam
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            afastar injustificadamente
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           o filho do outro pai, privando-o da sua relação de vinculação e convivência com ele.
          
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           Falamos de uma tentativa, por vezes não assumida, de
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            criar uma imagem negativa do outro
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           , levando a criança a sentir-se obrigada a “escolher” entre um dos pais.
          
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             A alienação parental
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            é, assim, uma forma de abuso emocional e psicológico da criança e ocorre quando um dos pais procura afetar o vínculo entre o filho e o outro progenitor. Envolve todo o tipo de manipulação
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             , com a finalidade de criar uma imagem distorcida do outro e, eventualmente, quebrar os laços afetivos existentes entre ambos
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            .
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            A alienação parental deve ser considerada como uma prática de crime de violência doméstica, uma vez que consiste numa violação do direito das crianças terem uma relação saudável com ambos os pais, uma vez que é obrigada, e muitas vezes manipulada, a ser fiel a apenas um deles.
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           “Um pai manipula o filho, ou a filha, no sentido em que o mais pequeno fica com uma imagem distorcida do outro progenitor, levando-o, inclusive, a terminar os laços afetivos.
          
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           Existe uma instrumentalização da criança. Esta é usada como uma arma de arremesso, um instrumento para atingir o outro. É uma espécie de lavagem cerebral.”
          
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Ricardo Simões, Associação Portuguesa para a Igualdade Parental e Direitos dos Filhos
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             Alguns exemplos de estratégias de Alienação Parental:
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Dificultar o exercício da autoridade parental.
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             Isolar a criança. A redução das comunicações, em que o progenitor passa a controlar as chamadas telefónicas ou o correio dos filhos, supervisionando o seu contacto com o outro progenitor.
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             Evitar o contacto físico. As atividades extra-curriculares, as festas de aniversário, entre outras atividades da criança, subitamente passam a coincidir sempre com os horários que correspondem ao outro progenitor, de forma a justificar a impossibilidade de estarem juntos.
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             Intercetar presentes ou mensagens, levando a criança a acreditar que o progenitor se esqueceu dela ou não a valoriza.
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Omitir, deliberadamente, informações relevantes sobre a criança criando assim condições para que esta pense que o progenitor alienado não se importa com ela. Por exemplo, não informar que a criança tem uma celebração na escola, para depois o acusar de ter faltado e não se importar com ela.
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Eliminar recordações em que se invocam momentos felizes passados com o progenitor que se deseja afastar. Assim, ao apagarem-se as memorias, dá-se uma rutura simbólica dos laços emocionais.
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Desqualificar, perante a criança, a conduta de um dos progenitores.
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Apresentar falsas denuncias contra o progenitor, ou outros seus familiares, de forma a dificultar a sua convivência com a criança.
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Distanciamento físico e rapto. Impedir que a criança mantenha contacto com o outro progenitor, mudando repetidas vezes de residência ou até de país, na maior parte das vezes sem informar onde se encontra a criança.
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/2afaba8b/dms3rep/multi/11.+Nov+19+-+03.jpg"/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 19 Nov 2019 16:49:50 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/artigos/sobre-a-alienacao-parental</guid>
      <g-custom:tags type="string">#alienacaoparental,#psicologia,#espacocrescer</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Otites e Linguagem, qual a relação?</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/artigos/otites-e-linguagem-qual-a-relacao</link>
      <description>A linguagem é uma capacidade inata ao ser humano. No entanto, para que esta se desenvolva é fundamental que haja, de entre vários fatores, integridade do sistema auditivo.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font color="#f19135"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             Qual a relação entre a audição e a linguagem?
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            A linguagem é uma capacidade inata ao ser humano. No entanto, para que esta se desenvolva é fundamental que haja, de entre vários fatores, integridade do sistema auditivo. Ou seja,
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             para a criança aprender a falar, terá de conseguir ouvir, discriminar e processar os sons da sua língua
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            . A audição e a linguagem são, então, competências que se encontram correlacionadas. É através deste sentido que é obtida a informação sonora necessária ao domínio verbal (oral e escrito) de uma língua.
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Quais as implicações das otites na linguagem?
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            O período crítico de aquisição e desenvolvimento da linguagem ocorre durante os três/quatro primeiros anos de vida, idades em que normalmente surgem as otites. O facto de, consequentemente, a criança percecionar os estímulos sonoros de forma distorcida poderá causar
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             dificuldades de articulação verbal oral
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            , nomeadamente omissão e/ou troca de sons, e
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             dificuldades de discriminação auditiva
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            de palavras muito parecidas (ex.: “faca” e “vaca”).
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           Estudos afirmam que o comprometimento do desenvolvimento das competências linguísticas, consequente da perda auditiva, pode ter um efeito duradouro, comprometendo não apenas a aquisição da linguagem no seu período de aquisição, mas também a futura aprendizagem escolar (leitura e escrita). Nestes casos, tais
          
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           dificuldades escolares
          
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           serão consequência de alterações ao nível da consciência fonológica, ou seja, do facto de a representação mental dos sons não estar consolidada; as dificuldades surgem assim que se tenta fazer a conversão entre as letras e os sons, podendo ocorrer erros ao ler e/ou ao escrever palavras com sons semelhantes (ex.: “
          
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           p
          
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           ota” e “
          
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           b
          
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           ota”).
          
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           Vários autores mencionam que as referidas alterações, uma vez que advêm de perdas auditivas que tendem a ocorrer durante o desenvolvimento do sistema nervoso, provavelmente, irão manter-se até, pelo menos, aos 11 anos. É ainda importante mencionar que, além das consequências linguísticas, as dificuldades auditivas podem também afetar a atenção e o comportamento da criança.
          
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/2afaba8b/dms3rep/multi/10.+Out+19+-+04.png"/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            O que fazer?
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           a) Reconhecer precocemente
          
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           Normalmente, os pais tendem a procurar o médico quando a criança se queixa de dores no ouvido frequentemente ou apenas quando surgem dificuldades de aprendizagem escolar. Uma vez que a otite serosa surge de maneira insidiosa, ou seja, não causa dor e nem sempre é acompanhada de febre, torna-se difícil para os pais conseguirem identificar o problema na sua fase inicial.
          
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           Tal como foi referido anteriormente, os primeiros 4 anos de vida são críticos para o desenvolvimento da fala e da linguagem e, simultaneamente, correspondem ao período de maior ocorrência de otites médias. Embora esse tipo de otites, muitas das vezes, acabarem por melhorar espontaneamente, tendem a reincidir. Visto isto, a identificação destas perdas auditivas é muito importante, uma vez que, independentemente do tipo e do grau, irão comprometer a linguagem, a aprendizagem, o desenvolvimento cognitivo e psicoemocional e a inclusão social da criança. Vários autores referem mesmo que, quando não são diagnosticadas nem tratadas, dificilmente as alterações consequentes serão totalmente corrigidas.
          
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Por estes motivos, é essencial a atenção e a colaboração dos pais para o
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             rastreio precoce
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            e um tratamento rápido e atempado. Seguem possíveis sinais de alerta que uma criança com dificuldades auditivas, de grau leve
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            a moderado, decorrentes de otites serosas, pode apresentar:
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Falar muito alto;
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Ouvir a televisão com o volume elevado;
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Não olhar quando a chamam ou quando falam com ela, principalmente em ambientes ruidosos (ex.: televisão/telefone a tocar);
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Pedir frequentemente para se repetir (“ah?”, “o quê?”);
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Revelar um atraso no desenvolvimento da linguagem;
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Trocar de forma persistente sons ao falar (erros articulatórios);
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Revelar dificuldades escolares (compreensão leitora; expressão escrita);
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Estar constantemente desconcentrada, com pouca atenção e/ou distraída;
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Apresentar alterações em termos de comportamento social (ex.: isolamento);
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Ter uma respiração predominantemente oral (pela boca);
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Apresentar rouquidão persistente.
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           b) Recorrer a Profissionais de Saúde
          
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           Uma vez identificada uma otite média, a criança deverá ser acompanhada por um
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            otorrinolaringologista
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           , o qual irá decidir o tratamento específico a realizar (ex.: medicação, cirurgia). Através desse, normalmente a audição restabelece-se e a linguagem melhora significativamente.
          
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           No entanto, é necessário estar atento ao facto de se manterem ou não as dificuldades na produção dos sons. Em caso afirmativo, a criança deverá realizar uma avaliação auditiva, da linguagem e do processamento auditivo para se confirmar se superou as suas dificuldades (Otorrinolaringologia e Terapia da Fala). Em alguns casos, poderá vir a ser necessário acompanhamento em
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Terapia da Fala
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           , de modo a desenvolver e a otimizar as suas capacidades auditivas e linguísticas. O papel dos pais é também crucial para ajudar a recuperar o tempo perdido.
          
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/2afaba8b/dms3rep/multi/10.+Out+19+-+05.png"/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 15:18:08 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/artigos/otites-e-linguagem-qual-a-relacao</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Será que...  Fala pouco?</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/artigos/sera-que-fala-pouco</link>
      <description>É frequente ouvirmos os pais e as educadoras referirem: “tem 2 anos e não fala”; “não fala bem”; “parece que não compreende o que lhe é dito”; “percebe tudo, mas fala pouco”.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            É frequente ouvirmos os pais e as educadoras referirem: “tem 2 anos e não fala”; “não fala bem”; “parece que não compreende o que lhe é dito”; “percebe tudo, mas fala pouco”. Na presente newsletter, falaremos da área da LINGUAGEM, considerando o olhar de uma Terapeuta da Fala.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é a Linguagem?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ﻿
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ﻿
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    
          ﻿
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A linguagem pode ser definida como a via, através da qual, as experiências e as ideias são transmitidas para as outras pessoas. É, portanto, uma forma particular de comunicação, entre várias, podendo ser realizada por meio da fala e/ou da escrita.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Integra a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           compreensão verbal
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , que se refere ao significado das palavras, ou seja, ao que a criança entende e assimila da informação que recebeu; e a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           expressão verbal
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , que diz respeito ao que a criança diz e à forma como o expressa.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ﻿
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ﻿
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    
          ﻿
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A linguagem é constituída por cinco domínios interdependentes:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    
          ﻿
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fonologia
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             : sons da língua (fonemas) que formam as palavras;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Morfologia
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             : estrutura, formação e classificação das palavras;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sintaxe
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             : modo como as palavras se podem organizar entre si para produzirem frases bem formadas;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Semântica
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             : significado e interpretação das palavras, das frases e discursos;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pragmática
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             : uso da linguagem verbal e não verbal, estando relacionada com aspetos culturais e sociais.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           ﻿
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    
          ﻿
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desenvolvimento da Linguagem
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ﻿
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ﻿
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    
          ﻿
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante o desenvolvimento da linguagem, a criança passa por diversas etapas de forma ordenada e sequencial. Porém, cada criança segue o seu ritmo, sendo este dependente das suas potencialidades e da qualidade do contexto em que está inserida. Quanto mais estimulante for o ambiente linguístico, e quanto mais ricas forem as vivências experienciadas, mais desafios se colocam à criança e maiores serão as possibilidades de desenvolvimento linguístico, cognitivo e emocional. Seguem, resumidamente, as etapas esperadas no desenvolvimento normal da linguagem dos 0 aos 6 anos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           0 a 12 meses
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ﻿
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    
          ﻿
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre os 0 e os 12 meses, a criança encontra-se na fase pré-linguística, ou seja, a fase em que são vocalizados apenas sons (sem palavras). Nesta etapa, a criança utiliza o olhar, as expressões faciais, o choro e o gesto para comunicar com os outros. Posteriormente, começa a palrar, produzindo vogais e posteriormente algumas consoantes como /p, b, k, g/. Reage aos sons e dirige o olhar e/ou cabeça na direção dos mesmos. Por volta dos 4 e os 6 meses, a criança começa a reconhecer o próprio nome e a responder emotivamente à voz materna, iniciando-se a fase do balbucio, que antecede ao período linguístico e, caracteriza-se pela produção e repetição de sons de consoantes e vogais (ex.: “ma-ma-ma”).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    
          ﻿
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           12 aos 18 meses
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           EntrEntre os 12 e os 18 meses, a criança começa a produzir as primeiras palavras, iniciando-se assim o período linguístico. Nesta fase, a criança compreende e responde a ordens simples (ex.: “dá a bola”) e é capaz de produzir entre 10 a 40 palavras (ex.: “mamã”, “banana”). Começa a acompanhar a linguagem com gestos, virando a cabeça para comunicar “não” ou fazendo movimentos com as mãos para pedir alguma coisa ou chamar alguém.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ﻿
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    
          ﻿
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           18 aos 24 meses
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ﻿
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ﻿
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ﻿
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Entre os 18 e os 24 meses, a criança já compreende e/ou produz mais de 50 palavras, começa a combinar duas palavras e responde a perguntas (ex.: “tens fome?”). Faz pedidos, recorre a diferentes formas de comunicação não-verbal para chamar a atenção, reconhece e identifica objetos comuns e respetivas imagens e aponta para algumas partes do corpo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2 e os 4 anos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A partir dos 2 anos, o vocabulário aumenta de dia para dia e a criança passa a compreender uma média de 300 palavras. Começa a produzir frases de duas ou três palavras e utiliza a linguagem para pedir informação, expressar oposição ou clarificar o que ouviu. Aos 3/4 anos, a criança utiliza frases mais complexas com três ou mais palavras e participa nas conversas. Adquire regras de concordância (número e género), começa a questionar tudo, conta histórias simples e o seu discurso é percetível para os familiares e, posteriormente, para os outros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           4 e os 6 anos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Entre os 4 e os 5 anos, a criança utiliza um discurso mais complexo, utilizando frases mais elaboradas. Dirige-se mais aos outros, expressa-se bem e utiliza os tempos verbais adequados. Pode eventualmente revelar ainda dificuldades no que se refere à articulação/dicção. Entre os 5 e os 6 anos a criança encontra-se na fase de consolidação. Nesta etapa, a criança melhora o seu discurso e a sua articulação verbal. A partir dos 6 anos, a criança tem uma linguagem completa, a nível compreensivo e expressivo, e articula todos os sons da língua.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Dificuldades de Linguagem
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Podem ocorrer casos em que há um atraso no desenvolvimento da linguagem expressiva e/ou compreensiva em um ou vários domínios linguísticos, comparativamente com o que é esperado para a idade da criança. As dificuldades linguísticas são, muitas vezes, identificadas pelos pais, educadores e pediatras, referindo que a criança fala pouco, tem dificuldade em expressar-se ou não compreende o que lhe é dito. As alterações ao nível da linguagem podem afetar a sua socialização e capacidade de aprendizagem.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Por vezes, há crianças que não seguem os padrões esperados do desenvolvimento da linguagem. Nestes casos, é importante os pais e os educadores estarem alerta e procurarem ajuda!
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/2afaba8b/dms3rep/multi/08.+Ago+19+-+02.jpg" length="60830" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 20 Aug 2019 22:14:50 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/artigos/sera-que-fala-pouco</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Será que... FALA "mal"?</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/artigos/sera_que_fala_mal</link>
      <description>É comum ouvirmos as educadoras e os pais referirem: “é muito trapalhão a falar”; “fala à bebe”; “fala muito, mas não percebemos nada”. Neste artigo, falaremos da área da FALA, considerando o olhar de uma Terapeuta da Fala.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           É comum ouvirmos as educadoras e os pais referirem: “é muito trapalhão a falar”; “fala à bebe”; “fala muito, mas não percebemos nada”; “tem dificuldade em pronunciar algumas palavras”, “é sopinha de massa”, “parece um espanhol a falar”. Neste artigo, falaremos da área da FALA, considerando o olhar de uma Terapeuta da Fala.
          
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font color="#f29135"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             O que é a Fala?
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            A fala é o ato motor que permite transmitir a linguagem. Envolve a produção de sons através dos movimentos dos articuladores (língua, lábios, dentes, maxilar e palato).
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font color="#f29135"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             Desenvolvimento da Fala
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                                                                                                                     
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            A capacidade de falar corretamente varia de criança para criança, dependendo de diversos fatores, nomeadamente o desenvolvimento global da criança e o seu próprio desenvolvimento da linguagem. Por exemplo, uma criança que começou a falar aos 9 meses, terá mais tempo para praticar a fala e, por isso, falará corretamente mais cedo, do que uma criança que começou a falar apenas aos 2 anos.
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Durante a aquisição e o desenvolvimento da fala, as crianças tendem a cometer erros previsíveis, uma vez que há uma tendência para que simplifiquem as produções verbais orais dos adultos. No entanto, em média, por volta dos 3 anos de idade, é esperado que a família e as pessoas mais próximas entendam a fala da criança; aos 4 anos, a criança seja bem entendida também por pessoas estranhas; e aos 5 anos o discurso da criança seja já entendido por todas as pessoas e em todas as situações.
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           No entanto, as crianças não aprendem a produzir todos os sons corretamente de uma só vez, vão aprendendo de forma gradual ao longo do seu desenvolvimento. A aquisição de cada som efetua-se então em alturas específicas do desenvolvimento da criança, mais propriamente em determinadas idades. Além disso, importa referir que os sons não têm o mesmo tempo de aquisição, sendo que uns são mais difíceis de articular do que outros. De seguida, segue uma tabela com os sons que são esperados a criança adquirir em cada faixa etária, servindo de diretriz.
          
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/2afaba8b/dms3rep/multi/06.+Jun+19+-+02.jpg"/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Fatores Relacionados com o Desenvolvimento da Fala
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
              
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            A) Freio da Língua
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           O freio da língua é uma pequena membrana que liga a língua ao “chão” da boca. Com a língua devemos conseguir fazer variados movimentos. No entanto, se o freio for curto, esses movimentos geralmente ficam limitados, nomeadamente o de elevação da língua (sensação de “língua presa”), tão essencial para a produção de vários sons da fala.
          
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           B) Sucção e Tetinas
          
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            A sucção tem vários benefícios para a fala criança: ajuda o crescimento da face e do maxilar e desenvolve e fortifica os músculos orais necessários para falar. No entanto, pode também ser muito prejudicial para as estruturas e funções orais da criança, nomeadamente quando a sucção de tetinas (biberão e chupeta) se prolonga além da idade recomendada (entre os 18 e 24 meses).
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            C) Respiração Oral
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Quando a criança apresenta uma respiração maioritariamente oral (pela boca), podem surgir alterações no desenvolvimento dos dentes e dos músculos oro-faciais e, consequentemente, na articulação dos sons da fala.
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           D) Mastigação
          
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            A mastigação está muito relacionada com a fala, pois muitas das estruturas orais envolvidas são as mesmas. A criança ao mastigar sólidos promove um crescimento facial harmonioso e exercita e fortifica os músculos fundamentais para a produção da fala, daí a sua importância. Se a criança mantiver uma alimentação à base de pastosos, não vai precisar de mastigar e, por isso, não exercita e fortalece a musculatura oro-facial, o que se pode traduzir em dificuldades na articulação dos sons da fala.
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            E) Desenvolvimento Emocional
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Atrasos ou regressões ao nível do desenvolvimento emocional, decorrentes de mudanças na vida da criança, podem traduzir-se em imaturidade na fala (presença de diminutivos, distorções, omissões e trocas de sons) ou mesmo aquisição tardia da fala. Estes períodos regressivos podem ser transitórios, fazendo parte do processo de adaptação da criança às mudanças, ou poderão persistir, pelo que importa ficar alerta. A criança ao falar “à bebé” está a sinalizar algo aos pais. Nestes casos específicos, a fala não está isolada do comportamento e desenvolvimento global da criança. Importa, assim, despistar eventuais questões do desenvolvimento emocional da criança em casos de maior dificuldade de aquisição da fala.
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Dificuladades na Fala
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Ter dificuldades na fala significa ter dificuldade em pronunciar um ou vários sons da fala. Essas dificuldades podem traduzir-se em omissões de sons (ex.: três - tês), substituições de sons (ex.: casa - tasa) ou distorções de sons (“sopinha de massa”).
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Podem ser isoladas ou estarem associadas a outras dificuldades na linguagem e/ou no desenvolvimento (ex.: défice auditivo, fenda palatina, paralisia cerebral). Além disso, podem advir de questões orgânicas ou funcionais (fonética), quando existem alterações nos articuladores; e/ou podem advir de dificuldades em tomar consciência dos sons da sua língua (fonologia). Perante dificuldades na fala, a criança pode começar a inibir-se, sendo mais difícil comunicar socialmente e aceitar as tentativas de ajuda do adulto.
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Estimulação da Fala
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Seguem algumas estratégias que contribuem para o desenvolvimento da fala da criança:
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Falar pausadamente, de forma clara e de frente para a criança;
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             Apresentar sempre o modelo correto da forma como se produz o som que a criança não diz ou revela dificuldade. Repeti-lo, dizê-lo mais alto e articulá-lo de forma exagerada e expressiva. Por exemplo, se a criança disser «xapo» em vez de «sapo», exagerar no som «s», demonstrando como se articula;
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             Quando se der o modelo correto, não pedir à criança para repetir a palavra em que tem dificuldade. A seu tempo ela começará a repetir de forma espontânea. Quando insistimos constantemente, poderá sentir-se frustrada;
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             Evitar usar expressões negativas, como por exemplo «estás a dizer mal!». Usar expressões de incentivo, como «para a próxima vais conseguir!» ou «experimenta!»;
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             Dividir as palavras maiores em sílabas através de batimentos rítmicos. Por exemplo, na palavra «bicicleta», bater uma palma por cada “bocadinho” (bi|ci|cle|ta).
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 12 Jun 2019 14:45:19 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/artigos/sera_que_fala_mal</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Stress no Trabalho</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/artigos/stress-no-trabalho</link>
      <description>Quando sentimos que deixamos de conseguir responder às exigências do nosso contexto de trabalho, podemos encontrar-nos numa situação de stress laboral.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Quando sentimos que deixamos de conseguir responder às exigências do nosso contexto de trabalho, podemos encontrar-nos numa situação de stress laboral.
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O stress laboral ocorre quando sentimos que deixamos de conseguir responder de forma eficaz às exigências do nosso contexto de trabalho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Exemplos de experiências no trabalho que podem induzir a um estado de stress:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pressão para realizar tarefas exigentes em tempo reduzido;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sentir que há uma distribuição pouco definida das responsabilidades, papéis ou funções;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ambiente de trabalho com relações interpessoais de fraca qualidade;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sentimento de trabalho pouco significativo, havendo um grau de exigência das tarefas muito inferior face às competências do próprio;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ambiente laboral que promove a disponibilidade além do horário estabelecido;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Horários de trabalho por turnos, nocturnos, imprevisíveis, longos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pouca estabilidade laboral e contratual.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Do lado das entidades empregadoras, é importante prestar atenção e avaliar os factores de risco de stress nos trabalhadores. Para tal, pode ser útil colocarem-se algumas questões:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Os trabalhadores sentem que existe uma comunicação eficaz com os colegas e os seus superiores?
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os trabalhadores sentem as suas opiniões valorizadas?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Os trabalhadores sentem que têm pouco trabalho ou que estão sobrecarregados com trabalho?
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Os trabalhadores sentem que têm autonomia na realização das suas tarefas e na planificação do seu trabalho?
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Como é a qualidade do ambiente físico (ruído, vibração, ventilação, iluminação, etc.)?
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 29 May 2019 14:13:11 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/artigos/stress-no-trabalho</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Será que... a rouquidão é normal?</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/artigos/sera-que-a-rouquidao-e-normal</link>
      <description>Os problemas de voz têm por diversas vezes um carácter ocasional, o que leva a que não se lhes dê a devida importância.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font color="#f29135"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             O que é a voz? Qual a sua importância?
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             voz
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            trata-se de um som produzido pela passagem do ar pelas pregas vocais e modificado nas cavidades de ressonância (faringe, cavidade bucal, cavidade nasal e seios perinasais) e órgãos articulatórios.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A voz, para além de ser um dos
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             principais veículos de comunicação
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            , é o nosso traço mais marcante, o nosso cartão-de-visita,
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             capaz de nos distinguir e de nos identificar
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            , revelando a
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             nossa personalidade
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            e o nosso
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             estado emocional
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            . Deste modo, qualquer que seja a alteração que ocorra ao nível da voz, torna-se quase como uma despersonalização da própria pessoa, pois esta é considerada parte da identidade pessoal de cada um de nós.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Sinais de alerta (crianças e adultos)
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os problemas de voz têm por diversas vezes um carácter ocasional, o que leva a que não se lhes dê a devida importância. Todos nós, muitas vezes de forma inconsciente, utilizamos a voz de forma incorreta e abusiva, começando por desenvolver rouquidão, esforço e cansaço ao falar. Com a
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             persistência
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            destes
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             comportamentos
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            , em muitos dos casos, desenvolvem-se
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             patologias na estrutura das pregas vocais
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            , que poderão requerer
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             intervenção cirúrgica e/ou intervenção em Terapia da Fala
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            . O mesmo pode acontecer em crianças que realizam com frequência comportamentos de abuso vocal (ex.: gritar).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    
           
         &#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cuidados a ter com a voz
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As consequências que poderão advir de uma alteração vocal são inúmeras e somente quem passa por isso é capaz de explicar a angústia e frustração que isso implica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Deste modo, há que reforçar que uma das melhores formas de
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             prevenir alterações da qualidade vocal
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            passa pela consciencialização daquilo que não se deve fazer, tendo assim a capacidade de
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             alterar os comportamentos nocivos à nossa saúde vocal
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            . Neste sentido, existem alguns
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             cuidados
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            e
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             procedimentos
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            que podem ser feitos para que se tenha uma
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             voz
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            mais
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             saudável
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Comportamentos que deve evitar, pois prejudicam a voz:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             Gritar ou falar muito alto;
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Falar excessivamente;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Alterações bruscas de voz;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Comer alimentos ácidos, fritos e/ou muito condimentos, pois estes favorecem o refluxo gastroesofágico;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Ingerir líquidos demasiado quentes ou frios;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Fumar e/ou estar exposto a ambientes com fumo;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Falar em ambientes secos (ex.: ar condicionado), empoeirados ou ruidosos;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Beber bebidas alcoólicas e cafeína em excesso;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Falar muito quando está com gripe ou com crise alérgica;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Submeter‐se a mudanças bruscas de temperatura.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Comportamentos que deve praticar, pois protegem a voz:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Fazer uma alimentação saudável e equilibrada;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Beber muita água;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Praticar exercício físico;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Dormir bem (cerca de 8h/noite);
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Fazer pausas ao longo do dia para repousar a voz;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Reforçar a ingestão de água na presença de ar condicionado ou ambientes secos.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Patologias da voz mais frequentes
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As alterações da voz podem ocorrer em qualquer fase da vida, podendo causar transtornos que afetam diretamente as relações no trabalho, na escola e na vida familiar e social. De entre as diversas alterações vocais, destaca-se a
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             disfonia (rouquidão)
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            . A disfonia pode ser orgânica ou funcional. A
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             disfonia orgânica
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            tem como consequência uma lesão nas pregas vocais devido a causas congénitas (ex.: lesões cerebrais, malformações…), inflamatórias (ex..: laringite) e/ou traumáticas (ex.: feridas, queimaduras…). No caso das
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             disfonias funcionais
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            não existe nenhuma alteração visível nas pregas vocais, sendo a disfonia
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             causada pelo uso inadequado/abusivo da voz, inadaptações vocais e alterações psicogénicas
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            (emoções intensas que causam alterações na voz, como por exemplo a raiva).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             tratamento das patologias vocais
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            pode ser efetuado
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             com Reabilitação Vocal em Terapia da Fala, medicação adequada, cirurgia
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            ou uma
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             combinação dos três
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            , dependendo de vários fatores. Um diagnóstico atempado aumenta a probabilidade de resolução do problema sem necessidade de cirurgia.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Espaço Voz
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O
            &#xD;
        &lt;i&gt;&#xD;
          
             Consultório Espaço Crescer – Psicologia e Desenvolvimento
            &#xD;
        &lt;/i&gt;&#xD;
        
            integra o
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Espaço Voz
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            , um espaço dedicado a uma das áreas de atuação da Terapia da Fala. Destina-se a
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             adultos/crianças com patologia vocal e a pessoas que usam a voz como instrumento de trabalho
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            (ex.: professores, educadores, cantores e tantos outros) e/ou que desejam desenvolver e otimizar as suas capacidades oratórias. No Espaço Voz estão disponíveis:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              Rastreios de voz gratuitos
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             ; 
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              Sessões de terapia vocal
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             (para casos de adultos/crianças em que existe uma patologia vocal);
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              Sessões de treino vocal
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             (com o objetivo de desenvolver e otimizar as capacidades vocais e comunicacionais, especialmente para pessoas que utilizam a voz como instrumento de trabalho, como por exemplo, professores, educadores e cantores);
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              Sessões de sensibilização/workshops
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             na área da voz.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             A VOZ faz parte da sua identidade, cuide-a!
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 12 Apr 2019 15:40:04 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/artigos/sera-que-a-rouquidao-e-normal</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Será que... é Dislexia?</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/artigos/sera-que-e-dislexia</link>
      <description>As dificuldades de leitura e escrita, nomeadamente a Dislexia, têm vindo a ser muito investigadas por vários profissionais de saúde e educação.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           As dificuldades de leitura e escrita, nomeadamente a Dislexia, têm vindo a ser muito investigadas por vários profissionais de saúde e educação. Na presente newsletter, trataremos a Dislexia por “tu”, considerando o olhar de uma Terapeuta da Fala, com formação e especialização na área.
          
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             Dislexia: Quem és tu?
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            A
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             Dislexia
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            é uma
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             Perturbação da Aprendizagem Específica
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            (DSM-V), com défice na
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             leitura
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            e, por vezes, também na
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             escrita
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            .
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             Pode afetar a escrita ortográfica e/ou caligráfica e, geralmente, carateriza-se por dificuldades ao nível do processamento fonológico e/ou visual
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            . Estas dificuldades são discrepantes face à educação convencional, ao potencial intelectual e às oportunidades socioculturais da criança. Nestes casos, não existem também alterações emocionais significativas ou perdas auditiva/visuais.
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             Ler de forma precisa e fluente e, especialmente, compreender o que se lê é mesmo um enorme desafio para crianças com Dislexia.
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             Dislexia: De onde TU vens?
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            A Dislexia tem uma
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             etiologia multifatorial
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            , podendo advir de alterações genéticas, neurológicas e/ou neurocognitivas. Recentemente, foi identificado um conjunto de cromossomas e genes associados à Dislexia, assim como alterações na funcionalidade das áreas corticais responsáveis pela leitura em crianças com Dislexia.
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/2afaba8b/dms3rep/multi/02.+Fev+19+-+02.png"/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             Dislexia: Como é que TU te manifestas?
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Em idade pré-escolar:
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             Atraso no desenvolvimento da linguagem (ex.: começar a falar ou a produzir frases mais tarde do que o esperado);
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Dificuldades ao nível da fala que se prolongaram para além da normalidade (ex.: omissões/trocas de sons; “falar à bebé”);
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             Dificuldade em memorizar e acompanhar canções infantis e lengalengas;
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             Dificuldade em tarefas de consciência fonológica (ex.: rimas, divisão silábica).
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Em idade escolar:
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Atraso na aprendizagem e/ou automatização das competências de leitura/escrita;
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Leitura hesitante, pausada e imprecisa;
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Dificuldades em compreender o que lê;
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Escrita com muito erros fonológicos (com sons semelhantes, como por exemplo: v/f, nh/lh, t/d), visuo-espaciais (com grafia semelhante, como por exemplo: p/q, b/d) ou ortográficos (memorização das regras);
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Dificuldade na escrita de frases e na organização das ideias no texto;
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Baixo rendimento escolar.
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             Dislexia: Que prevalência tens TU?
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           Estima-se que a Dislexia afeta 5 a 10% das crianças em idade escolar. É, portanto, um
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            problema escolar grave, atual e frequente
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
           , para o qual todas as famílias e todos os profissionais de saúde e educação deverão estar consciencializados.
          
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             Dislexia: Que impacto Tu tens?
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            As competências de leitura e escrita são uma
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             base fundamental
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            para todas as restantes aprendizagens. Desta forma, uma criança com dificuldades a este nível, inevitavelmente, apresentará lacunas em todas as disciplinas, variáveis consoante o nível de gravidade. A Dislexia revela-se então um obstáculo severo para a
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             aprendizagem
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            e o
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             sucesso escolar
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            .
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            A par, a Dislexia tende também a acarretar consequências negativas e significativas no
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             comportamento
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            e no
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             desenvolvimento emociona
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            l da criança. Evidenciam-se, com frequência, sentimentos de tristeza, ansiedade, vergonha, insegurança, incapacidade, inferioridade, frustração e baixa autoestima. Surge também o desinteresse e a desmotivação pela aprendizagem e, por vezes, a resistência em ir à escola, comportamentos de oposição/desobediência perante a autoridade, perturbações do sono, enurese noturna, entre outros.
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             Dislexia: Como deves ser TU intervencionada?
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            A intervenção deverá ser realizada por um
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             Terapeuta da Fala
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            com formação e especialização na área. Com base nos resultados da avaliação, é delineado um
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             plano de intervenção específico
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            , o qual é explicado a todos os membros envolvidos no processo (criança, família e escola). As
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             sessões de intervenção
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            têm como objetivo reeducar, desenvolver e otimizar as áreas lacunares, com recurso a
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             metodologias e estratégias facilitadoras
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            . Geralmente o processo é longo e, especialmente no início, requer
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             sessões frequentes
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            (2 vezes por semana), embora dependa da gravidade de cada caso. A par, em equipa, são ponderadas as
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             medidas de apoio
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            mais adequadas à criança.
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             Dislexia: Que prognóstico TU tens?
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             As dificuldades decorrentes da Dislexia são permanentes/crónicas
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            . Podem melhorar significativamente se a intervenção for atempada e regular, mas a criança não conseguirá superar as suas dificuldades totalmente. Estudos indicam que “com uma
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
                          
             intervenção precoce e adequada
            
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            consegue-se ultrapassar cerca de 90% das dificuldades, mas quando adiamos a intervenção, esta percentagem diminui notoriamente”. Mais tarde, na adolescência e na idade adulta, a intervenção também é concretizável, mas o prognóstico é mais reservado.
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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            Esteja atento aos SINAIS DE ALERTA. Procure ajuda especializada!
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
                        
            Uma identificação e intervenção precoces trarão benefícios cruciais à vida da criança.
           
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      
                      &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/2afaba8b/dms3rep/multi/02.+Fev+19+-+01.jpg" length="146393" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 07 Feb 2019 15:58:54 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.espaco-crescer.com/artigos/sera-que-e-dislexia</guid>
      <g-custom:tags type="string">#dislexia,#terapiadafala,#espacocrescer</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/2afaba8b/dms3rep/multi/terapia_fala_10.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Será que... é gaguez?</title>
      <link>https://www.espaco-crescer.com/artigos/sera-que-e-gaguez</link>
      <description>A gaguez não resulta apenas de um fator isolado, mas sim de uma série de fatores. Por esse motivo, a gaguez é considerada uma perturbação multifatorial.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             O que é a gaguez?
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A gaguez é uma
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             perturbação na fluência do discurso
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            , em que a pessoa sabe exatamente o que quer dizer, mas o
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             fluxo da fala é interrompido por repetições de sons/sílabas/palavras, prolongamentos, pausas inesperadas e/ou por bloqueios
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Quais são as causas da gaguez?
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A gaguez não resulta apenas de um fator isolado, mas sim de uma série de fatores. Por esse motivo, a gaguez é considerada uma
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            perturbação multifatorial
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os fatores genéticos são cada vez mais estudados, uma vez que muitas pessoas que gaguejam têm familiares que também gaguejam. Contudo, também se admitem fatores neurológicos e psicossociais relacionados, por exemplo, com as exigências do meio envolvente e com o desenvolvimento linguístico na infância.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Quais são as principais características da Gaguez?
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             Repetição de sons (“v-v-v-verde”), sílabas (ca-ca-ca-cavalo) e palavras (“eu-eu-eu-vou”);
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             Prolongamento de sons (“eeeeeeeera”);
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             Revisão de frases (“Posso ir… o Pedro vai ao parque… podemos ir?”);
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             Bloqueio de sons (“na C_____ casa dela”);
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             Produção de palavras com excessiva tensão muscular, a qual pode ser evidente à volta dos olhos, do nariz, dos lábios e do pescoço.
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             Qual a diferença entre difluência normal do desenvolvimento e gaguez?
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A disfluência normal do desenvolvimento surge entre os 2 e os 6 anos de idade, no período de aquisição e desenvolvimento da linguagem da criança. Nesta fase, em que as crianças desenvolvem diariamente o seu vocabulário, poderão surgir de forma pontual disfluências normais (hesitações, repetições, pausas e prolongamentos curtos e/ou interjeições).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estas disfluências resultam das incertezas na escolha de palavras que melhor exprimem a sua ideia e na construção de frases gramaticalmente corretas, sendo um sinal de que a criança está a aprender a usar a linguagem. Após este período, que dura em média 6 a 12 meses, a maioria das crianças adquire um discurso fluente.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Contudo, os pais devem estar atentos ao tipo e duração das disfluências que a criança manifesta e não as desvalorizar, uma vez que o desenvolvimento linguístico também pode ser um fator inicial da existência e/ou desenvolvimento de
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             gaguez
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            . Sempre que os pais tiverem dúvidas se se trata de uma disfluência normal do desenvolvimento ou de efetivamente um caso de gaguez, deverão consultar um Terapeuta da Fala. Na gaguez, a disfluência mantém-se ou agrava-se. Numa primeira fase, a criança poderá evidenciar frustração momentânea durante o episódio de gaguez e, posteriormente, começará a ter consciência de que não é capaz de falar como as outras crianças.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            O que fazer caso detete sinais de alerta de gaguez?
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      
           Caso identifique
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            características de gaguez
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           ou caso o seu filho ou educando apresente sinais de risco quanto à gaguez,
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            procure ajuda de um Terapeuta da Fala
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;font color="#474747"&gt;&#xD;
      
           Apesar de a gaguez não ter cura, o Terapeuta da Fala poderá ajudar pessoas de qualquer idade a compreender a gaguez, a saber lidar com ela e a utilizar métodos e técnicas que permitem tornar o seu discurso mais fluente.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 03 Oct 2018 14:14:04 GMT</pubDate>
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    </item>
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